70 anos do Exército Popular da Coreia

O Exército Popular da Coreia completa 70 anos de fundação no dia 8 de fevereiro. No mundo de hoje, o Exército Popular da Coreia é uma das forças armadas mais formidáveis, avançadas e ativas do mundo, sendo suas ações frequentemente noticiadas pela mídia internacional. O EPC é a força revolucionária armada da Coreia e o protetor da Pátria e da Revolução.

A formação do Exército Popular da Coreia remonta ao início da década de 1930. Em 25 de abril de 1932, Kim Il Sung, líder do movimento nacional de libertação da Coreia, que estava sob ocupação colonial do Japão desde 1910, funda o Exército Revolucionário Popular da Coreia. Esse exército, composto pelos filhos da Coreia, trabalhadores, estudantes, camponeses e intelectuais, começa então a liderar a chamada Guerra Anti-Japonesa, a insurreição nacional coreana contra o ocupante japonês. Kim Il Sung e o Exército Popular Revolucionário da Coreia se abrigam no acampamento secreto do Monte Paektu, no norte da Península Coreana. De lá, o EPRC empreende batalhas e incursões contra os japoneses, alcançando vitórias ao longo do tempo até que, em 1945, liberta toda a Coreia do colonialismo japonês.

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Exército Popular Revolucionário da Coreia liderado por Kim Il Sung
Kim Il Sung, Kim Jong Suk
O camarada Kim Il Sung e a camarada Kim Jong Suk foram os líderes precursores do Exército Popular da Coreia

Porém, no âmbito do final da Segunda Guerra Mundial e da queda de braço contra a URSS, os Estados Unidos, visando tomar a Coreia como seu prêmio de guerra contra o Japão, desembarca tropas no sul do País e simula uma guerra contra os japoneses, que já haviam se rendido às tropas comunistas revolucionárias coreanas do Exército Popular. A Coreia então fica dividida em dois: ao norte, após a saída das tropas soviéticas, os revolucionários coreanos se concentram e ao sul as tropas ianques estacionam exércitos e começam a formar um governo fantoche, introduzindo armamentos na Coreia. A questão da reunificação da Coreia ficaria então para ser resolvida na Organização das Nações Unidas.

Diante desse impasse, em fevereiro de 1948, mais precisamente no dia 8 de fevereiro, os revolucionários no norte oficializam o Exército Popular Revolucionário da Coreia como as forças armadas nacionais e o renomeiam para Exército Popular da Coreia. Nessa data histórica, destaca-se também a figura de Kim Jong Suk, grande heroína revolucionária da Coreia. Uma grande parada militar foi realizada no centro de Pyongyang para comemorar a organização do Exército e essa foi a primeira solenidade do Exército Popular da Coreia.

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Fotografia da primeira parada militar do EPC em 8 de fevereiro de 1948.
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Soldados do Exército Popular da Coreia

Mais tarde, em setembro de 1948, seria fundada a República Popular Democrática da Coreia. Até 2017, essa data de 8 de fevereiro era comemorada como o dia da oficialização, mas recentemente a RPDC resolveu alterar a data de comemoração do Dia de Fundação do EPC do dia 25 de abril para o dia 8 de fevereiro.

Em 1950, os EUA provocam de todas as maneiras uma guerra na Coreia para destruir a experiência socialista ao norte e concretizar seus planos de dominação total da Península. É então que começa a Guerra de Libertação Nacional, conhecida no Ocidente como a Guerra da Coreia, em que os EUA, juntamente com diversos outros países do mundo arrastados para o nefasto conflito, agridem a República Popular Democrática da Coreia. Corajosamente, o Exército Popular da Coreia consegue resistir à invasão estadunidense e por 3 anos guerreia heroicamente contra as tropas ianques, conseguindo manter a soberania e liberdade da RPDC e forçando o inimigo a assinar, em julho de 1953, um acordo de cessar fogo.

Após vencer o Japão em 1945 e os Estados Unidos em 1953, ambas as vitórias alcançadas graças ao comando de Kim Il Sung, o Exército Popular da Coreia entrou para a História como uma corajosa força militar revolucionária e comunista, capaz de vencer os piores imperialismos da época e de manter de pé a Revolução. No período de paz após as guerras, começa a ter uma participação integrada na sociedade socialista e a fazer parte permanentemente da construção revolucionária.

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Soldados japoneses se rendem e entregam suas armas para revolucionários coreanos. 1945.
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O General Kim Il Sung assina o armistício de 1953 que garantiu a vitória da RPDC contra os EUA.

Nos anos 1990, o Exército Popular da Coreia manteve mais uma vez a soberania e independência da Coreia intactas após as inúmeras tentativas dos Estados Unidos de destruir mais uma vez a RPDC. O país passou por graves crises climáticas e econômicas e o Exército Popular foi uma peça importante na manutenção da determinação do povo de seguir no caminho do socialismo e não capitular diante do imperialismo norte-americano.

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O General Kim Jong Il faz uma inspeção em uma unidade da Marinha Popular.

Após passar pela turbulenta época da Árdua Marcha nos anos 1990, o Exército Popular, sob a liderança do General Kim Jong Il, começou uma modernização nunca antes vista de suas forças, visando tornar-se ainda mais forte e capaz de responder à altura as ameaças e agressões imperialistas.

Através dos anos do século XXI, especialmente nos dois últimos anos, o EPC alcançou êxitos impressionantes: dominou a tecnologia nuclear de bombas atômicas, inclusive a da bomba de hidrogênio, construiu mísseis balísticos intercontinentais capazes de atingirem qualquer ponto dos Estados Unidos e desenvolveu uma série de outros modernos equipamentos que aumentaram suas capacidades de ação, tudo com tecnologia totalmente nacional.

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Graças à Revolução Songun, a política de dar prioridade dos assuntos militares, o EPC é parte atuante da construção revolucionária, estando presente nas áreas nacionais da educação, saúde, engenharia, construção civil, medicina, metalurgia, cultura, arte e tantas outras responsáveis pela manutenção e prosperidade do país.

Hoje esse Exército Popular completa 70 anos de formação e sua trajetória histórica é prova de que a Revolução Comunista necessita de forças militares leais ao povo e valentes para liderar o movimento de destruição do velho mundo e construção de uma sociedade socialista. O Exército Popular da Coreia, desde sua formação, sempre esteve ao lado do povo nas causas nacionais porque foi e é formado pelo próprio povo e foi líder nos movimentos de reconstrução da Pátrias após as guerras, atuando como classe revolucionária e pioneira.

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Kim Il SungKim Jong SukKim Jong Il: grandes heróis do EPC

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A importante data foi comemorada com uma gigantesca parada militar no centro de Pyongyang, capital da Revolução, onde, na Praça Kim Il Sung, 13.000 soldados do Exército Popular da Coreia orgulhosamente marcharam e mostraram equipamentos avançados como os mísseis Hwasong-14 e Hwasong-15.

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Parada militar em 8 de fevereiro de 2018

Atualmente, é o jovem Marechal Kim Jong Un o condutor dessa poderosa força revolucionária militar responsável por incontáveis vitórias e êxitos do povo.

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O Marechal Kim Jong Un é o Comandante Supremo do EPC

Hoje em dia o EPC é um dos maiores e mais prestigiados do mundo, possuidor de armas modernas capazes de repelirem o imperialismo dos Estados Unidos. Suas fileiras estão preenchidas com soldados, homens e mulheres, que estão de prontidão para dar suas vidas para defender o povo, o país e a revolução, num sinal inquestionável de que a Revolução Coreana é o mais pulsante evento histórico de nossa época e a fonte maior de inspiração para os povos do mundo!

GLÓRIAS AOS 70 ANOS DO EXÉRCITO POPULAR DA COREIA!
VIDA LONGA AO MARECHAL KIM JONG UN!
VIVA A REVOLUÇÃO COREANA!

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Lucas Rubio
Presidente do Centro de Estudos da Política Songun – Brasil

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100 anos de KIM JONG SUK

O povo coreano comemora hoje, 24 de dezembro de 2017, o centenário de nascimento de Kim Jong Suk, a grande heroína anti-japonesa.

Kim Jong Suk dedicou toda sua vida à realização da causa revolucionária do Juche e foi uma importante figura histórica da Coreia, tendo importantíssimas contribuições para a Revolução. Ela foi guarda-costas do Presidente Kim Il Sung e acabou se tornando sua esposa, formando com ele uma família e mais tarde deu a luz a Kim Jong Il, originando a linhagem revolucionária coreana.

Kim Jong Suk nasceu em 24 de dezembro de 1917 no seio de uma família camponesa muito pobre no vilarejo de Osan Hill, em Hoeryong, província de Hamgyong do Norte, na Coreia. Sua família, apesar de muito pobre, era extremamente patriótica e revolucionária. Quando ainda era muito jovem, Kim Jong Suk ouvir falar da luta armada que estava começando a ser organizada por Kim Il Sung. Ela saiu de casa e ingressou no Exército Popular Revolucionário da Coreia, na década de 1930, quando do início da atividade guerrilheira contra os japoneses que, em 1910, haviam invadido e ocupado a Coreia, transformando-a em uma colônia.

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Local de nascimento de Kim Jong Suk em Hoeryong.
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Desde muito jovem esteve empenhada com os valores patrióticos.

Foi dentro do Exército Popular Revolucionário da Coreia que Kim Jong Suk conheceu de perto Kim Il Sung, futuro líder do país e fundador da República Popular Democrática da Coreia. Desde cedo, ela se encantou com os ideais revolucionários, socialistas e patrióticos de Kim Il Sung e devotou a ele uma nobre lealdade e adotou o espírito de defender o líder até a morte com sua fé inabalável na revolução. Kim Jong Suk então tornou-se guarda-costas pessoal de Kim Il Sung.

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Camaradas Kim Jong Suk e Kim Il Sung – ela foi sua guarda pessoal e os dois se conheceram.

Defender a segurança de Kim Il Sung e assumir para si a responsabilidade de manter o cuidado da saúde e vida do líder foi a sua maior missão e seu dever mais importante. Por isso, em diversas ocasiões, Kim Jong Suk defendeu em situação de combate real a vida de Kim Il Sung, como nas batalhas de Hongqihe em março de 1940 e em Dashahe no início do verão de 1940, onde ela atuou até mesmo como um escudo humano contra as balas que atingiriam Kim Il Sung e acabaram atingindo ela mesma, que sobreviveu heroicamente.

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Kim Jong Suk defendeu a vida do Presidente Kim Il Sung.

Kim Jong Suk sempre atendeu aos pedidos da Revolução e cumpriu missões e obrigações extraordinárias. Atuou costurando numerosos uniformes para o Exército Popular em tempo recorde, também adentrando território ocupado e trazendo informações, além de comandar missões de sabotagem contra os inimigos japoneses.

Kim Jong Suk se tornou uma lenda na Coreia por conta de sua capacidade impressionante de atirar com extrema pontaria. Ela era capaz de acertar oficiais japoneses a centenas de metros e até mesmo em uma ocasião teria cortado um cabo de telefone com um tiro a muitos de metros de distância. Os soviéticos, que tiveram a oportunidade de lutar ao lado dela durante o ano de 1945, diziam que suas balas “tinham olhos”!

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As pistolas usadas por Kim Jong Suk durante a luta revolucionária.

Kim Jong Suk esteve presente e atuante nas mais importantes batalhas travadas entre os revolucionários coreanos e os invasores japoneses, no âmbito da guerra de libertação nacional contra o jugo japonês para o estabelecimento de uma nação livre e socialista. Ela esteve na organização de importantes operações militares e sempre combateu as disputas fraccionistas dentro do movimento revolucionário, atuando como peça importante de coesão e unidade.

Ela foi corajosa ao adentrar escondida em território ocupado pelos japoneses e organizar grupos de estudos entre a classe trabalhadora e camponesa, inflamando neles o espírito nacional e anti-japonês. Na segunda metade dos anos 1930 e na primeira metade da década de 1940, ela, atuando em Taoquanli e Changbai, na China, e em áreas de Sinpo, Musan e outras áreas da parte norte e central da Coreia, procurou despertar a consciência de classe das massas revolucionárias, criado e fortalecendo a vasta rede de várias organizações revolucionárias anti-japonesas e grupos de partidos políticos. Desta forma, ela fez uma excelente contribuição para a implementação da linha de construção organizacional e partidária e a formação de uma frente nacional anti-japonesa unida, conforme delineado pelo grande líder Kim Il Sung.

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Kim Jong Suk conversa com o povo.
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Sempre com sua pistola em mãos, Kim Jong Suk guiou o povo para a liberdade.

Durante sua vida revolucionária ao lado de Kim Il Sung, ambos se apaixonaram. Do fruto desse amor, em 1942, aos pés do lendário Monte Paektusan, o acampamento secreto da Guerra Anti-Japonesa, nasceu Kim Jong Il, que seria o líder da nação futuramente. Desde a infância, Kim Jong Suk educou Kim Jong Il nos valores do patriotismo e da Revolução, ensinando-o a amar seu pai, o líder Kim Il Sung, e a seguir seus passos.

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Kim Jong Il (esquerda), Kim Il Sung (centro) e Kim Jong Suk (direita)
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Kim Jong Suk educou Kim Jong Il nos valores do patriotismo e da Revolução.
A família revolucionária do Paektusan.

Kim Jong Suk foi uma incomparável figura do movimento feminino de libertação popular. Ela organizou inúmeras unidades de mulheres dentro do Exército Popular Revolucionário da Coreia e as ensinava a arte do tiro. Ela organizou também movimentos políticos femininos e de estudo revolucionário, mostrando que as mulheres eram parte vital da Revolução e que alcançariam um status diferente dentro da Pátria após a vitória do processo revolucionário, vivendo diferentemente de como as mulheres em outros países viviam.

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Kim Jong Suk treinou mulheres para as unidades femininas do Exército Popular
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Kim Jong Suk: sábia líder militar

Em 1945, a Coreia foi libertada pelo EPRC, graças à liderança de Kim Il Sung e Kim Jong Suk, que se imortalizaram como heróis anti-japoneses. Em 1946, graças também ao seu árduo trabalho, era assinada na Coreia a Lei de Igualdade de Sexos, que tirava a mulher coreana de uma situação de submissão antes existente na sociedade por milênios.

A partir de então, Kim Jong Suk se preocupou e se dedicou a consolidar as principais organizações do povo coreano, além de implementar as linhas de construção do Partido do Trabalho da Coreia, do Estado e das forças armadas.

Ela fez parte da comissão que escreveu a constituição da República Popular Democrática da Coreia em 1948, o que levou à fundação da República no mesmo ano, e também foi a grande arquiteta da modernização e inserção de táticas militares novas no renovado e oficializado Exército Popular da Coreia. Kim Jong Suk foi a pessoa mais corajosa a se apresentar para uma tarefa nova na época: saltar de um avião. Ela não hesitou e saltou do avião, o que lhe rendeu o status de primeira mulher paraquedista da Coreia.

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Kim Jong Suk escolhe, juntamente com o Presidente Kim Il Sung, a bandeira e o brasão da Coreia Socialista.
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Guiando o povo na construção de um novo país.

Em 1949, faleceu prematuramente, sem poder ver seu heroico povo lutar com aguerrido espírito combativo contra os Estados Unidos e alcançar a vitória em 1953. Se estivesse viva, certamente Kim Jong Suk lutaria com grande vigor contra o imperialismo estadunidense, alcançando também grandes vitórias.

Kim Jong Suk é hoje uma das maiores revolucionárias da História e precisa ser lembrada. A envergadura de sua figura e seus feitos é tamanha que deve servir de mais alto exemplo para a luta mundial das mulheres que buscam libertar-se de milênios de opressão masculina. Ela é o símbolo da luta feminina pela libertação da classe operária e da luta anti-imperialista! Ela combateu até seu último segundo de vida o imperialismo, entrando para a História como uma figura que devotou sua trajetória à construção do socialismo e de um país livre e independente. Deve ser eternamente admirada por ser uma mulher que sempre deu especial atenção aos estudos revolucionários, ao amor ao povo e ao país e a construção do socialismo.

GLÓRIAS AOS 100 ANOS DA CAMARADA KIM JONG SUK!

GLÓRIAS À LUTA DAS MULHERES PROLETÁRIAS!

VIVA A REVOLUÇÃO COREANA!

(Baseado em informações de Naeanara.com.kp e Juche-songun.ru)

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Lucas Rubio

Presidente do Centro de Estudos da Política Songun – Brasil

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6 anos sem KIM JONG IL (Tributo do CEPS-BR)

Hoje se completam 6 anos de falecimento do revolucionário coreano Kim  Jong Il.

Mas quem foi Kim Jong Il?

Propositalmente ignorado por grande parte da esquerda e odiado pelos patrões do mundo, principalmente pelo imperialismo norte-americano, Kim Jong Il foi o líder da Coreia por quase 20 anos e foi o comandante de um vigoroso momento da Revolução Coreana. Kim Jong Il nasceu em 1942, aos pés do lendário Monte Paektusan, onde Kim Il Sung, seu pai, estava na época secretamente organizando um gigantesco exército para libertar a Coreia da colonização japonesa. Kim Jong Il nasceu do casamento entre Kim Il Sung e Kim Jong Suk. Kim Jong Suk foi uma grande revolucionária coreana, responsável por vitórias imensas do Exército Popular Revolucionário da Coreia e grande estrategista militar, além de corajosa mulher engajada na emancipação feminina na Coreia. Kim Il Sung dispensa comentários: é o Pai da Coreia, o fundador da Coreia livre e socialista, líder da Revolução Coreana, libertador da Coreia das mãos do Japão e dos Estados Unidos. Sendo filho dessas duas figuras lendárias, Kim Jong Il não tinha como ser outra coisa além de um fruto próspero da Revolução.

Nascido no meio da guerra pela libertação do seu país, Kim Jong Il desde muito cedo sempre acompanhou seus pais e os mártires revolucionários. Sempre esteve envolvido na construção de uma Coreia livre e socialista. Em 1994, com o falecimento do Presidente Kim Il Sung, chegou ao cargo de líder da Coreia. Em meio à uma terrível conjuntura de crise econômica, desastres naturais que arruinaram a produção e um bloqueio político, econômico e militar maligno por parte dos Estados Unidos, Kim Jong Il não recuou um só milímetro na determinação revolucionária do povo coreano, guiando a Coreia por meio da tempestade rumo à luz e ao progresso. Não se vendeu, não se amedrontou, não se acovardou. Aguentou, junto ao seu povo, momentos de grande dificuldade, sem jamais deixar os ideais da Revolução caírem.

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Foi o arquiteto da Revolução Songun, a revolução dentro da Revolução Coreana que colocou os militares como classe revolucionária condutora da nação, o que permitiu a Coreia se defender heroicamente contra o mais forte e agressor dos países: os Estados Unidos. Incentivou como nunca o avanço militar e técnico da Coreia, plantando a semente e, ainda em vida, colhendo os frutos de um poderoso programa nuclear, balístico e espacial. Graças à Kim Jong Il, a Coreia, dentro do curto espaço de 20 anos, se tornou uma nação capaz de lançar mísseis, satélites e testar bombas atômicas poderosas. Ainda hoje vemos diante de nós os resultados de seus esforços: nesse ano de 2017, a Coreia Socialista tornou-se detentora e produtora de mísseis balísticos que podem atingir qualquer ponto do planeta e carregar dentro de si poderosas bombas de hidrogênio. Tudo isso baseado no ideal de Kim Jong Il de autodeterminação e produção totalmente nacional dos instrumentos necessários para a defesa da Revolução.

Kim Jong Il também não foi somente um líder militar. Esteve ao lado do seu povo, liderando e pessoalmente planejando um verdadeiro paraíso para os trabalhadores: em sua época, edificaram-se prédios de apartamentos populares belíssimos, além de construções diversas para usos públicos, barragens, fábricas, hidrelétricas, escolas, hospitais, unidades militares, cidades, ruas, bairros! Suas rigorosas inspeções às fábricas, hospitais, escolas e instalações de produção aperfeiçoaram a vida pública na Coreia, fazendo a qualidade de vida crescer consideravelmente após um duro período de crescimento negativo, fome e perdas drásticas nos anos 1990.

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O Dirigente Kim Jong Il também foi um grande amigo dos povos do mundo. Estreitou e criou ainda mais laços de amizade com países que seguem na luta contra o imperialismo norte-americano e pela construção de um mundo pacífico e socialista. Ele foi o terror dos estadunidenses e seus lacaios, golpeando diariamente as intenções agressivas dos Estados Unidos de destruírem a Coreia e sua Revolução Comunista. Foi um soldado do Presidente Kim Il Sung, levando adiante a construção socialista e sendo a esperança do povo.

Faleceu o homem em um 17 de dezembro de 2011, um dia em que os céus choraram junto ao povo da Coreia, fazendo cair neve, pintando de cinza e branco a nação coreana, como que em luto pela perda de um grande homem, estendendo sobre as ruas um tapete branco por onde passou o cortejo fúnebre que arrancava dos coreanos tristes lágrimas. Um dos momentos mais emocionantes dos seus funerais foi quando da chegada do caixão ao Palácio do Sol, sua última morada. O povo rompeu os cordões de isolamento e cercou o carro que carregava o corpo do Líder, dizendo, em meio ao choro: “Onde está indo, General? Não se vá, General, nos lidere adiante!”.

Mas o povo coreano é invencível. Seus líderes são a imagem de seu povo. E como tal, o povo coreano se reergueu heroicamente. Graças à corajosa liderança do Marechal Kim Jong Un, filho de Kim Jong Il, o povo coreano continuou sua incontrolável marcha rumo ao socialismo. Apenas um ano depois, a Coreia já estava lançando novamente satélites ao espaço e escrevendo história ao avançar em sua economia e política, chegando hoje ao status de um dos países do mundo que mais cresce e se moderniza, graças ao estilo socialista coreano!

Há 6 anos perdíamos fisicamente Kim Jong Il. Porém, ele está vivo nos corações dos coreanos e de todos os trabalhadores do mundo que anseiam por liberdade, por um país onde o destino seja decidido pela força popular e também é lembrado por todos aqueles que se colocam de pé diante das ameaças e maquinações do imperialismo dos Estados Unidos. Morreu e transformou-se em lenda. É hoje lembrado em estátuas, pinturas e outras manifestações sinceras do povo da Coreia para ser eternamente marcado na História.

DIRIGENTE KIM JONG IL, PRESENTE! VIVA A REVOLUÇÃO COREANA E SEUS CORAJOSOS LÍDERES! GLÓRIAS À COREIA SOCIALISTA!

MANSE!!!

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Lucas Rubio

Presidente do Centro de Estudos da Política Songun – Brasil.

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Dia das Mães

O dia 16 de novembro é o Dia das Mães na RPD da Coreia.

A felicidade da família e o futuro da nação são garantidos graças à formação dos filhos como revolucionários abnegados pela pátria e o povo. Essa é a mais nobre concepção das mães coreanas sobre a felicidade e o futuro.

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Entre as exemplares figuras maternas estão as operárias, as cientistas que dedicaram sua vida para o desenvolvimento da agricultura e ciência do país, as patriotas que fizeram dos seus filhos e filhas fortes soldados e que não poupam nada pela prosperidade do país e a felicidade de todo o povo coreano.

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Por conta de seus empenhos, se fortalece ainda mais as fileiras revolucionárias.

O Máximo Dirigente Kim Jong Un felicitou as mães coreanas, essas que formam o futuro do país assumindo uma grande responsabilidade, sendo assim uma das mais importantes rodas da revolução.

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Acatando os nobres propósitos dos grandes líderes, o Máximo Dirigente Kim Jong Un instituiu o dia 16 de novembro como Dia das Mães pois nesse mesmo dia, em 1961, o Presidente Kim Il Sung discursou na Primeira Conferência Nacional de Mães.

Com motivo da festa das mães de cada ano, todos os filhos do país dedicam calorosas felicitações a todas as mães.

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Gabriel T.
Centro de Estudos da Política Songun – Brasil

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“Derrubemos o Imperialismo” – a fundação da UDI

No último dia 17 de outubro comemorou-se na Coreia uma data muito importante – os 91 anos de fundação da UDI – União para Derrotar o Imperialismo.

A União para Derrotar o Imperialismo foi a primeira organização jucheana da Coreia, fundada pelo camarada Kim Il Sung quando ainda era muito jovem, com 14 anos, e estava em sua adolescência. A UDI, ao contrário das anteriores organizações que tentaram se organizar para liberar a Coreia do imperialismo japonês, se apoiou unicamente no povo coreano e se formou a partir dele. Daí um dos primeiros princípios da Ideia Juche.

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O camarada Kim Il Sung apoiou-se unicamente na força do povo coreano para conduzir a Pátria à liberdade.

Seu grande objetivo era abrir o caminho para a libertação nacional e a construção de uma pátria socialista. A criação da UDI foi um marco de mudança da força do destino da nação coreana. Graças ao nascimento dessa organização, a luta revolucionária dos coreanos desenvolveu-se vitoriosamente com forças próprias da nação, longe do servilismo às grades potências, do dogmatismo e outras tendências ideológicas antiquadas, tendo a mais certa linha, estratégia e táticas para a revolução popular.

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Kim Il Sung lê o discurso de fundação da UDI: “Derrubemos o Imperialismo”.

A partir da UDI, sob a bandeira do Juche, o povo coreano alcançou diversas conquistas e avançou para a criação de estruturas ainda mais complexas e grandiosas que dessem conta da Revolução e suas consequências, como o Partido do Trabalho da Coreia e a própria fundação da República Popular Democrática da Coreia, que viria a vencer o imperialismo americano em 1953.

A causa da construção do partido e da revolução jucheano, nascida na UDI, e levada a cabo também pelo Dirigente Kim Jong Il e continua hoje em dia sob a sábia direção do Marechal Kim Jong Un.

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Selos comemorativos à fundação da UDI.

Para marcar a data de fundação dessa importante organização revolucionária da Coreia, o Centro de Estudos da Política Songun – Brasil resolveu relançar a obra de fundação da UDI. Trata-se do discurso de inauguração proferido pelo camarada Kim Il Sung em 17 de outubro de 1926, há mais de 91 anos, para os revolucionários presentes na ocasião. A obra foi traduzida e lançada em português em 2012 pelo Centro de Estudos da Ideia Juche – Brasil e agora nós reeditamos a obra e a lançamos em formato digital para ser baixada e compartilhada gratuitamente.

Confira essa obra de grande importância histórica e combativa para o povo coreano, considerada o marco inicial da luta verdadeiramente marxista-leninista e anti-imperialista da Coreia. Nessa edição, o leitor encontrará uma introdução, feita pelo CEIJ-BR, além de notas através do texto que esclarecem o contexto da obra.

DOWNLOAD DO LIVRO

Livro JUCHE

KIM IL SUNG — «Derrubemos o Imperialismo»

Uma viagem à Coreia Popular com os próprios olhos e com a própria cabeça

Rosanita Campos é vice-presidente do Partido Pátria Livre, jornalista e presidente da Associação da Amizade Brasil-Coreia. Ela é uma importante personalidade nas relações de amizade entre o Brasil e a República Popular Democrática da Coreia e há muitos anos realiza um grande trabalho de disseminação da realidade da Coreia. Esteve no País muitas vezes em diversas épocas diferentes e foi condecorada pelo Estado coreano algumas vezes. Além disso, é tradutora e seus mais recentes trabalhos de tradução se concentraram nos 8 volumes da obra «Memórias no Transcurso do Século», a autobiografia do Presidente Kim Il Sung, das quais 4 volumes já foram traduzidos e publicados no Brasil. Pela importância de Rosanita no trabalho de construção de uma visão mais embasada e revolucionária sobre o povo coreano e sua Revolução, nós reproduzimos a seguir um importante relato feito após sua viagem à Coreia em agosto desse ano durante uma série de homenagens a Kim Il Sung e Kim Jong Il, dirigentes da Coreia. Confira!

Uma viagem à Coreia Popular
(Com os próprios olhos e com a própria cabeça)

Por Rosanita Campos

Às vésperas do início de mais uma manobra militar entre os EUA e a Coreia do Sul – “Ulji Freedon Guardian” em sua 17ª edição e que se consuma todos os meses de agosto de cada ano como ensaio de agressão à RPDC, o povo coreano e seu governo popular socialista realizaram um grande encontro internacional em que reuniram mais de 500 personalidades de todo o mundo (66 países) que foram à Coreia ver com seus próprios olhos os avanços na vida do povo, os progressos na indústria, na construção civil, no comércio, no turismo, e o impressionante desenvolvimento técnico-científico nas áreas da saúde, educação, indústria e agricultura além de seu vitorioso programa nuclear para a autodefesa, orgulho e segurança para todo o povo.

Estive em Pyongyang durante o mês de agosto participando do “5º Festival Internacional de Homenagens aos Grandes Homens do Bektu” promovido pelo Comitê de Relações Culturais com o Estrangeiro e por um Comitê Internacional Organizador composto por pessoas de vários países de todos os continentes.

Dentre as atividades e discussões, exposições de livros, apresentações artísticas de música, dança, teatro e poesia aconteceram atos de solidariedade com a Coreia socialista e a luta de seu povo pela reunificação da Pátria, pela soberania e integridade territorial da RPDC, e em apoio ao progresso da construção do socialismo no país e o desenvolvimento de sua capacidade de dissuasão nuclear para a garantia da paz na Península Coreana e em todo o mundo.

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Rosanita Campos com uma camarada coreana (Foto: Rosanita Campos)

Meu primeiro dia em Pyongyang, e de algumas delegações que já se encontravam ali, foi acordar às 6 da manhã para viajar duas horas de carro para uma visita ao Palácio da Amizade Internacional na cidade de Myohyang, uma agradável cidade de veraneio ao pé do monte Myohyong com muitas nascentes de água mineral e um grande templo budista preservado e em pleno funcionamento. Em Myohyang, Kim Il Sung escreveu o prólogo de suas “Memórias – No Transcurso do Século” que está no primeiro de seus 8 volumes, num dia primaveril em abril de 1992, poucos dias antes de seu encontro com Claudio em Pyongyang. O Museu em si é uma obra de arte da arquitetura tradicional coreana e preserva a história das relações internacionais dos grandes líderes do povo coreano através da exposição dos presentes e condecorações recebidas por eles de todas as partes do mundo.

As primeiras atividades em que participaram todas as delegações estrangeiras foram a visita ao imponente Palácio Kunsusan para homenagear Kim Il Sung e Kim Jong Il e em seguida a visita à casa natal do grande líder Kim Il Sung em Mangyongdae onde levamos flores num belo dia de sol de verão em memória de sua luta à frente do Exército Popular da Coreia para expulsar o Japão, invasor e colonizador da Coreia, e brindar com as águas claras de Mangyongdae a vitória na luta Antijaponesa e anti-imperialista e pela Independência do país.

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Dando uma entrevista para a TV estatal da Coreia (Foto: Rosanita Campos)

A abertura solene do 5º Festival Internacional se deu no magnífico Palácio dos Estudos do Povo e contou com a presença de Kim Yong Nam, membro do Presidium do Secretariado do Comitê Central do PTC e Presidente da Assembleia Nacional Popular Suprema, de Kim Ki Nam, membro do Bureau Político do Partido do Trabalho da Coreia e Vice-Presidente do Conselho de Estado e Kim Jong Suk, membro do Comitê Central do PTC e Presidente do Comitê de Relações Culturais com o Estrangeiro que compartilharam a mesa diretora dos trabalhos com representantes dos comitês organizadores internacional e local e membros de partidos políticos amigos, como o Partido Pátria Livre que coube a mim a honra de representar.

No dia seguinte partimos cedinho para o aeroporto e em dois grandes aviões para a cidade Samjiyon, na fronteira com a China, para o “Encontro de acolhida ao Sol no Monte Bektu” onde visitamos o Conjunto Monumental de Samjiyon, amplíssima praça no meio da floresta na entrada da cidade com vários conjuntos de monumentos relativos à guerrilha antijaponesa e à luta antifascista dos coreanos onde há uma belíssima estátua de Kim Il Sung jovem, à época da guerrilha, e assistimos uma brilhante apresentação cultural de música e dança tradicionais infantis oferecida pelo Comitê da Municipalidade que também nos brindou com um acolhedor jantar ao ar livre com a sofisticada culinária coreana que aprecio tanto e onde não faltou o tradicional Kimchi.

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O Monte Bektu (também conhecido como Paektu) (Foto: Rosanita Campos)

Ao amanhecer subimos até o pico do Monte Bektu onde realizamos um ato político de solidariedade à Coreia e em homenagem aos grandes líderes do Bektu. Confesso aos leitores que me surpreendi com a beleza do lugar e o prodígio da natureza que é o lago Chon. Um lago vulcânico no pico do monte, que com suas águas de um azul tão intenso nos convida o tempo todo a não parar de olhar e admirar, dando-nos a impressão de que estamos na fronteira com o céu. E partimos para a visita ao acampamento secreto do Bektu, lindíssimo lugar cheio de história à beira de um riacho cristalino onde ficava Kim Il Sung no comando da Guerrilha Antijaponesa e onde nasceu Kim Jong Il.

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No topo do Monte Bektu (Foto: Rosanita Campos)
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Visita ao Monte Bektu: 66 países prestigiam o 5º Festival Internacional da RPDC (Foto: Rosanita Campos)

Voltamos a Pyongyang radiantes com a natureza que caprichou no Monte Bektu e no lago Chon, e com Kim Il Sung, por seu patriotismo e sensibilidade com seu povo ao ter transformado o lugar histórico merecidamente em orgulho dos coreanos como seu monte ancestral, sede e base da luta vitoriosa de todo o povo contra a escravidão e a dominação estrangeira. Não por acaso, apenas 5 anos depois da expulsão do Japão do solo coreano, Kim Il Sung e a RPDC foram capazes de, com a genialidade de estrategista militar do Grande Líder, derrotar os EUA na famigerada Guerra da Coreia (1950-1953) obrigando os EUA a assinarem um armistício que esse país imperialista agressor jamais aceitou transformar em um acordo definitivo de paz como propôs por Kim Il Sung e depois reiterou Kim Jong Il.

Para a alegria dos brasileiros, do PPL e minha, da Ana Claudia e da Maíra em particular, o camarada Claudio Campos ocupa hoje um lugar de honra no Museu da Vitória na Guerra da Coreia onde foi colocada com destaque uma foto dele ao lado de Kim Il Sung. Esse museu, um dos mais importantes da RPDC, ficou alguns anos fechado para reformas, foi modernizado e revitalizado e está hoje novamente aberto à visitação pública. O museu fica na capital do país, é um importante centro de estudos históricos da luta anti-imperialista e retrata em detalhes a luta dos coreanos contra a invasão norte-americana à Coreia. Consideramos uma justa homenagem dos coreanos ao Claudio e ao Brasil, um justo reconhecimento aos esforços do Claudio em apoio à luta da Coreia socialista durante toda sua vida desde os tempos da ditadura.

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Rosanita Campos com militares do Exército Popular da Coreia (Foto: Rosanita Campos)

Toda a delegação estrangeira ficou, como eu, muitíssimo bem impressionada com a visita ao “Palácio das Ciências e Tecnologias” e com o encontro com cientistas, técnicos e funcionários do setor da Administração Nacional do Desenvolvimento Aeroespacial. O Palácio é um enorme complexo de edifícios recentemente inaugurado e de moderna e belíssima arquitetura nacional às margens do rio Dedong.

Durante as atividades do Festival algumas personalidades estrangeiras foram recebidas no Palácio dos Congressos Mansudae, sede da Assembleia Nacional Popular Suprema, para serem condecoradas pelo governo por seus trabalhos de solidariedade à RPDC e sua luta anti-imperialista. Fiquei imensamente honrada e agradecida por estar entre essas pessoas. Também recebi um prêmio e um diploma do Comitê de Relações Culturais com o Estrangeiro por minhas atividades literárias.

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Com os camaradas da Guiné e do Haiti (Foto: Rosanita Campos)

SISTEMA DE SAÚDE

Já às véspera de voltar para casa tive outra grata surpresa, involuntariamente conheci o sistema de saúde dos coreanos. Impecável. Fui atendida por médicos e enfermeiros, pois não me senti bem. Meu problema não era nada mais que muito cansaço depois de tantas atividades sem intervalos depois de uma longa viagem a partir do outro lado do mundo, mas os coreanos ficaram preocupados e apesar da minha negação em ir, insistiram e me levaram ao hospital. Eu não tinha nada que uma boa noite de sono não resolvesse, mas eles são criteriosos e consideram que em primeiro lugar está a saúde. Fiquei feliz em ver como o povo coreano é tão bem tratado pelo sistema público e gratuito de saúde, agradecida pela atenção a mim dispensada e segura de que lá nenhum estrangeiro precisará de um caro seguro-saúde para ser bem atendido gratuitamente pelo sistema de saúde do governo socialista da República Popular Democrática da Coreia.

Para concluir esse relato já bastante grande devo dizer ainda aos amigos leitores que fiquei imensamente feliz por reencontrar durante a subida do monte Bektu um velho colaborador do HP, Gogiia Gurami, de Moscou, companheiro que traduzia os artigos do jornal Hora do Povo para o russo e traduziu o livro do Claudio, “A história continua” para o russo em 1992 quando esse livro foi publicado em Moscou. Eu conversava com um grupo de companheiros do México, do Peru, da Argentina e da Coreia em espanhol quando ele virou-se para mim e perguntou: “Companheira você é brasileira?”, eu disse que sim. Ele então continuou: “Você conhece no Brasil alguém do jornal Hora do Povo? Eu perdi o contato com eles, mas era eu quem traduzia para o russo os artigos do jornal e do livro do Claudio a quem admiro muito!”.

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Com o amigo Gogiia Guarami, tradutor de “A história continua”, de Claudio Campos e de artigos do Hora do Povo para a língua russa (Foto: Rosanita Campos)

Foi um grande e emocionante encontro. Conversamos bastante, falei sobre o Brasil, sobre o jornal e ele sobre a Rússia e a Geórgia de onde é originário, e lembramos os velhos tempos e o “Grande Georgiano”. Trocamos endereços e voltamos a ser os velhos amigos que tínhamos sido por tanto tempo, comemorando esse feliz reencontro ao som do murmúrio das águas do transparente Rio Dedong que nos acompanhava até quase as portas de nossas casas em Pyongyang.

Eu já havia ido várias vezes à Coreia, mas dessa vez fiz uma viagem especial. Diferente. Por isso senti necessidade contar aos nossos companheiros leitores alguns dos detalhes principais do que vivi nessa oportunidade na RPDC. A Coreia continua sendo um país sereno, apesar de viverem no momento tensão e provocação jamais vistas desde a época da Guerra Coreana. Mas com uma firmeza férrea em se tratando da defesa da Pátria. Visitei supermercados cheios, com muita gente fazendo compras com carinhos lotados e produtos muito baratos e de excelente qualidade, andei pelas ruas, vi a população bem vestida e tranquila, muitos turistas europeus, chineses, russos e brasileiros, não vi nenhum mendigo pedindo esmolas ou morando debaixo das pontes, nem ninguém passando fome por causa dos investimentos em segurança e tecnologia de ponta. Isso tudo sem ter um único rio poluído ou cidades enevoadas de partículas poluentes, o país todo em total respeito à preservação ambiental “para garantir a qualidade de vida de todo o povo”, segundo dizem. Eles continuam conseguindo caminhar com suas próprias pernas, e cada um com as duas pernas, ao estilo coreano, pois Kim Jong Un mantém a política e os ensinamentos dos grandes homens do Bektu.

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Na frente de um monumento revolucionário (Foto: Rosanita Campos)

A Coreia é um país em franco desenvolvimento, com um grande momento de construção de habitações novas em grandes edifícios modernos e reformas dos prédios mais antigos, reformas de museus e prédios públicos, como o “Museu do Taekwondo” recentemente reinaugurado, investimento na ampliação e modernização do metrô e dos transportes públicos, ampliação das frotas de táxi e empresas de aluguel de carros, tudo estatal pois na Coreia não existe propriedade privada, me diziam sempre, e um grande investimento em esportes, parques aquáticos recreativos, e em particular no futebol que os coreanos gostam tanto e em campeonatos desportivos. Pyongyang hoje não é apenas uma grande metrópole, é uma belíssima e moderna grande metrópole. Quem não conhece não sabe o que está perdendo.

(Publicado originalmente no periódico “Hora do Povo” de 4 e 5 de outubro de 2017)

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Vídeo explica as razões para a Coreia ter desenvolvido poderoso programa nuclear

O canal do YouTube «Juche TV» publicou um vídeo muito didático e explicativo sobre os motivos históricos que levaram a República Popular Democrática da Coreia a desenvolver um poderoso programa de bombas atômicas e mísseis balísticos. A produção percorre a história da Coreia e as ações do imperialismo norte-americano pelo mundo para justificar o programa nuclear coreano.

O «Juche TV» é um canal no YouTube recentemente aberto e especializado em publicar vídeos sobre a Coreia e é parceiro do Centro de Estudos da Política Songun, disponibilizando para os usuários do site uma fonte segura de fatos sobre a RPDC e sua Revolução.

Não deixe de se inscrever no canal «Juche TV»! Clique na aba “vídeos” e veja o histórico de vídeos do canal.

Veja o vídeo a seguir:

 

Em sua descrição, o vídeo diz o seguinte:

A Coreia do Norte tem uma série de motivos para desenvolver seu programa nuclear. A principal razão é a ameaça constante que os Estados Unidos representam ao país, desde a Guerra da Coreia, quando os EUA devastaram a RPDC e assassinaram quase um terço de sua população.

Os EUA são a maior potência bélica do mundo, com presença militar em todo o planeta, com o maior número de armas nucleares e que se intrometem nos assuntos de todos os países. Os EUA invadem nações soberanas e destroem países, massacram populações inteiras e patrocinam golpes de Estado, tudo para garantir o domínio das grandes corporações multinacionais sobre o mercado e os recursos naturais dessas nações.

Na Península Coreana, um local estratégico para os EUA, Washington realiza desde 1955 exercícios militares com a Coreia do Sul próximos à fronteira com a Coreia do Norte, o que significa uma clara ameaça contra Pyongyang. Além disso, os serviços secretos americanos sempre tentaram derrubar o regime norte-coreano. É contra tudo isso que a RPDC luta, para defender sua soberania e independência e evitar que o país se torne um novo Iraque, Líbia ou Afeganistão.

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Eduardo Vasco
Centro de Estudos da Política Songun – Brasil

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Informe sobre reunião do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia

No dia 7 de outubro de 2017, em Pyongyang, capital da Revolução, ocorreu a Segunda Reunião Plenária do Sétimo Período do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia.
Kim Jong Un, Presidente do PTC, dirigiu a reunião plenária.

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Nesta reunião participaram os membros suplentes do Comitê Central do PTC.

Também estavam presentes os membros da Comissão Central de Revisão do PTC.

E estavam como observadores os funcionários responsáveis do Comitê Central do PTC, dos ministérios, dos órgãos centrais, das províncias (cidades) e distritos, além de funcionários de fábricas e empresas importantes.

Na reunião foram propostas as seguintes agendas:
1 – Sobre as tarefas imediatas frente à situação criada;
2 – O problema de organização;

Na reunião plenária foi discutida inicialmente a primeira agenda. Kim Jong Un, Presidente do PTC, fez um relatório sobre a primeira agenda.

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No seu relatório, o Presidente analisou e avaliou a complexa situação internacional em torno da República Popular Democrática da Coreia e os importantes problemas apresentados, além de elaborar propostas para as atividades imediatas do Partido e para o desenvolvimento econômico, as tarefas e os meios estratégicos para a prática da organização.

Ele apontou que juntamente com suas forças apoiadoras, os imperialistas estadunidenses fazem desesperados esforços para suprimir completamente nossos direitos à soberania, à existência e ao desenvolvimento inventando “resoluções de sanção” uma atrás da outra no Conselho de Segurança da ONU.

Esclareceu com seriedade que nossas armas nucleares são o precioso resultado da luta sangrenta do nosso povo para defender o destino e a soberania da Pátria contra a ameaça nuclear dos imperialistas ianques, que perdura muito tempo; o arsenal nuclear é uma dissuasão poderosa que protege firmemente a paz e a segurança na Península Coreana, na região do Nordeste Asiático e é o remédio justo e onipotente que não só elimina a nuvem de despotismo que tenta levar a humanidade à uma grave catástrofe como também permite que as pessoas desfrutem de uma vida independente e feliz sob o céu azul e claro.

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O Presidente do PTC avaliou que mesmo no meio das sanções crescentes dos imperialistas ianques e seus satélites, este ano a ciência e tecnologia do País se desenvolveram rapidamente e, com base nesse poder, a economia nacional cresceu.
Mediante a luta deste ano para a materialização da resolução do Sétimo Congresso do PTC, adquirimos as preciosas experiências com as quais poderemos forjar o futuro, superando as sanções dos inimigos, enquanto a estrutura econômica do País é aperfeiçoada independentemente, havendo aí uma base sólida, acrescentou Kim Jong Un.

A situação criada e a realidade de hoje demonstraram que foi muito justo que o nosso Partido tenha avançado com passos firmes no caminho do socialismo Juche, assumindo firmemente a Linha de Desenvolvimento Paralelo da construção econômica e das forças armadas nucleares, e que no futuro devemos continuar seguindo por este caminho imutável, também disse ele.

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Esclareceu a posição do princípio e da estratégia de reação revolucionária do nosso Partido para pôr fim à chantagem e à ameaça nuclear dos imperialistas estadunidenses, consolidando ainda mais o poder da economia nacional e abrindo o amplo caminho para a construção do poder econômico socialista e enfatizou a necessidade de fortalecer ainda mais a nossa força sob a bandeira da independência, da autoconfiança e frustrar completamente as manobras imprudentes de guerra nuclear e campanhas de sanção do inimigo.

Ele afirmou que, ao implantar sua liderança legítima, o nosso Partido acabará com o confronto anti-ianque realizado desde o século passado e avançará até a vitória final da causa socialista; ele também apresentou o curso da luta e as tarefas para levar a Revolução a um novo auge.

Ele enfatizou a necessidade de consolidar ainda mais o poder da unidade monolítica entre o Partido e as massas populares.

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Afirmou também que a unidade monolítica é o fundamento da existência do nosso Partido e do Estado e é a arma mais poderosa da nossa Revolução, ressaltando a necessidade de orientar e manter o objetivo de todas as atividades do Partido e do Estado para consolidar a unidade monolítica da posição revolucionária e estabelecer de forma mais estrita a maneira partidária revolucionária de servir fielmente ao povo.

Ele mencionou a necessidade de chegar a um feliz término da grande causa histórica da construção das forças armadas nucleares do Estado, continuando a materializar completamente a orientação do Desenvolvimento Paralelo do partido.

Ele enfatizou a produção de um novo auge na construção do poder econômico socialista com base na grande força matriz do auto-fortalecimento e do poder da ciência e da tecnologia.

A principal chave para frustrar as piores manobras de sanções dos imperialistas estadunidenses e suas forças seguidoras, para transformar o desfavorável em favorável, é precisamente a autoconfiança e força da ciência e da tecnologia; ele salientou a necessidade de intensificar por todos os meios o caráter independente e jucheano da economia nacional.

Tomar mais firmemente a linha da juchenização da economia nacional e do lema de autoconfiança fará que desenvolvamos com determinação a luta para tornar independente a economia do país, que se baseie em nossas forças, técnicas e recursos para superar as severas dificuldades de hoje. Isso servirá para trazer a mudança decisiva na construção do poder econômico independente, sublinhou e iluminou em detalhes as tarefas para os ramos da economia nacional.

As ciências e tecnologias tornam-se a locomotiva da construção do poder socialista; todos os domínios e todas as unidades devem materializar plenamente a política econômica do Partido, colocando-os firmemente e mobilizando suas próprias forças científicas e tecnológicas, e também a força e inteligência das massas produtoras, afirmou o Marechal.

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O Conselho de Ministros e todos os órgãos diretivos da economia devem fazer e executar bem a operação e o comando para implementar rigorosamente a estratégia da reação revolucionária, ressaltou.

A fim de realizar a linha e estratégia revolucionária do Partido, o Presidente apresentou como meio importante o trabalho de fortalecer por todos os meios a função e o papel combativo das organizações partidárias de todos os níveis.

Assegurou que todo o Partido deve prestar a atenção ao fortalecimento dos comitês da organização primária e as células do Partido para que todas as organizações partidárias de base se movam sempre de maneira combativa e dinâmica, sob a única direção do Comitê Central do Partido e se esforcem ativamente pela materialização das linhas e orientações do Partido.

Embora a situação de hoje seja muito severa e estejamos enfrentando obstáculos, nosso Partido, que goza de absoluto apoio e confiança de todo o exército e povo, é sempre invencível e abre o caminho vitorioso mantendo firmemente a linha independente em qualquer mudança de circunstância, enfatizou.

Graças à base firme da economia independente, preparada pelo Presidente Kim Il Sung e o Dirigente Kim Jong Il, à fileira de científicos formados pelo nosso Partido, ao exército e ao povo armados com o espírito revolucionário de nosso Partido e a tradução da luta apoiada na autoconfiança, nossa causa é invencível, disse. Acrescentou que a luta energética pela vitória final da Revolução dá-se pela firme união em torno do Comitê Central do Partido.

Na reunião plenária foi adotada a resolução sobre a primeira agenda.

Posteriormente também foi discutido o problema de organização, pauta da segunda agenda.

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Uma eleição foi feita. Para cada cargo, foram destituídos antigos membros e eleitos novos. A seguir constam os resultados da eleição:

Membros e suplentes do Bureau Político do Comitê Central do Partido.
Elegeram como membros: Pak Kwang Ho, Pak Thae Song, Thae Jong Su, An Jong Su e Ri Yong Ho. E como membros suplentes: Choe Hui, Pak Thae Dok, Kim Yo Jong e Jong Kyong Thaek.

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Kim Yo Jong é irmã do Marechal Kim Jong Un

Vice-presidentes do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia.
Pak Kwang Ho, Pak Thae Song, Thae Jong Su, Pak Thae Dok, An Jong Su e Choe Hui.

Comissão Militar Central do Partido do Trabalho da Coreia.
Choe Ryong Hae, Ri Pyong Chol, Jong Kyong Taek e Jang Kil Song.

Membros e suplentes do Comitê Central do PTC.
Eleitos como membros: Kim Pyong Ho, Kim Myong Sik, Kim Jong Sik e Choe Tu Yong. Como suplentes: Ju O, Jon Kwang Ho, Ko In Ho, Choe Tong Myong, Ryang Won Ho, Kim Kwang Hyok, Hong Yong Chil, Kim Myong Gil, Kim Tu Il, Ryang Jong Hun, Ri Hi Yong e Ho Chol Yong.
Eleitos como membros suplentes: Sin Ryong Man, Yu Jin, Sin Yong Chol, Jang Kil Song, Ju Song Nam, Rim Kwang Ung, Jang Ryong Suk, Kim Yong Ho, Hyong Song Wol, Ma Won Chun, Ryom Chol Su, Song Chun Sop, Jang Jun Sang, Kim Yong Jae, Kim Chun Do, Kim Chang Gwang, Kim Yong Gyu, Jo Jun Mo, Sin Yong Chol, Kim Chang Yop, Jang Chun Sil, Pak Chol Min, Pak Mun Ho, Choe Sung Ryong, Choe Rak Hyon, Ho Pong Il, Kim Kwang Yong e Son Thae Chol.

Foram nomeados também alguns chefes de departamentos do Comitê Central do PTC e o novo editor-chefe da Editora do Jornal Rodong Sinmun.

Chefes de departamento do PTC.

Foram nomeados: Choe Ryong Hae, Pak Kwag Ho, Thae Jong Su, Kim Yong Su, Ryang Won Ho, Ju Yong Sik e Sin Ryong Man.

Kim Pyong Ho foi nomeado como editor chefe da Editora do Jornal Rodong Sinmun.

Jo Yon Jun foi eleito como Presidente da Comissão de Controle do Comitê Central do PTC.

Também foram nomeados os Presidentes dos Comitês do PTC nas províncias.
Kim Tu Il foi nomeado como Presidente do Comitê do PTC na província de Phyong-an do Sul; Ryang Jong Hun como Presidente do Comitê do PTC na província de Hwanghae do Norte e Ri Hi Yong como Presidente do Comitê do PTC na província de Hamgyong do Norte.

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A Segunda Reunião Plenária do VII Período do Comitê Central do PTC, efetuada sob a direção do Presidente Kim Jong Un, servirá de motivo transcendental em antecipar a vitória final da construção da potência socialista e da causa revolucionária do Juche ao organizar e mobilizar com dinamismo todo o Partido, todo o Exército e todo o Povo para a ofensiva geral para a materialização da resolução do Sétimo Congresso do PTC sob a bandeira do grande Kimilsungismo-Kimjongilismo!

(Com informações de KCNA.)

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Gabriel T.
Centro de Estudos da Política Songun – Brasil

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72 anos do Partido do Trabalho da Coreia

Hoje o povo coreano e os amigos da República Popular Democrática da Coreia em todo o mundo comemoram com grande louvor o 72º aniversário de fundação do Partido do Trabalho da Coreia. A fundação do Partido foi efetuada pelo Presidente Eterno o camarada Kim Il Sung, em 10 de outubro do ano 34 da Era Juche (1945). É muito importante que saibamos a história dessa grande organização partidária e combativa; vamos dar um pequeno paralelo histórico do Partido do Trabalho da Coreia.

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O Partido do Trabalho da Coreia é símbolo de triunfos e glórias! Fundado pela vontade popular e sob sábia orientação do camarada Kim Il Sung, há mais de 70 anos o Partido lidera a Revolução na Coreia, alcançando incontáveis êxitos na construção de um País soberano, livre, próspero e socialista!

O Partido do Trabalho da Coreia nasceu da base para o topo, diferente de outros partidos comunistas do mundo. A Coreia, antes do estabelecimento da Guerrilha Anti-Japonesa, vivia um momento muito tenso e disperso, onde diversos partidos ditos comunistas se afundavam em disputas sectaristas para se firmarem como os “mais marxistas” e alcançar reconhecimento mundial. Reconhecendo esse grande erro do movimento comunista coreano, o então jovem camarada Kim Il Sung começou a liderar o movimento de construção de um partido que encarnasse verdadeiramente a vontade popular e se apoiasse unicamente no povo. Nesse momento histórico, diversas organizações sub-partidárias foram nascendo e formando grandes quadros do futuro Partido. Os preciosos filhos da Coreia, filhos de operários, camponeses e intelectuais nacionalistas engrossaram as fileiras do Partido e do Exército para alcançar a tão esperada derrota do imperialismo japonês. Assim, a sólida base foi formada até que em 1945, frente à estrondosa vitória da luta popular e a queda do colonizador japonês, em um dia como hoje, foi fundado com grande júbilo o Partido do Trabalho da Coreia!

O símbolo do Partido é a foice-martelo-pincel entrelaçados. A foice simboliza os camponeses, o martelo os trabalhadores urbanos e o pincel os intelectuais e estudantes. A união inquebrável desses elementos simbólicos reflete a também inquebrável união dessas três classes populares na liderança da Revolução Coreana. Esse símbolo também é o símbolo da Filosofia Juche, a ideologia oficial do Partido e que é promovida por ele.

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A bandeira do Partido do Trabalho da Coreia

Em 1950, o outro imperialismo sangrento, o dos Estados Unidos, iniciou uma guerra para exterminar o governo popular estabelecido na Coreia e sofreu sua primeira grande derrota no século XX: o povo e o Exército, sob a bandeira do Partido, venceram os imperialistas dos EUA! Após a Guerra de Libertação da Pátria, como é conhecido lá o conflito que aqui no Ocidente chamamos de ‘Guerra da Coreia’, o País ficou completamente devastado. Sobraram apenas dois prédios de pé na capital Pyongyang e por todo o restante da nação ficaram as marcas de destruição deixadas pela grotesca tentativa de aniquilação da Revolução Coreana levada a cabo pelo imperialismo estadunidense. Coube então ao Partido do Trabalho da Coreia liderar o povo coreano numa longa e dedicada campanha de reconstrução nacional. Sob a bandeira do Partido do Trabalho da Coreia, durante as décadas seguintes, viu-se um gigantesco crescimento e prosperidade na Coreia, com construções de grandes cidades, fábricas, escolas, hospitais e diversos outros aparatos que deram ao povo coreano grande estrutura para o desenrolar da construção socialista.

Através do século passado até hoje, foram incontáveis as conquistas alcançadas pelo povo coreano graças à direção do PTC! Já sob a liderança do camarada Kim Jong Il, eternizado como Dirigente de poderosa organização, o PTC aprofundou ainda mais seu espírito revolucionário, popular, jucheano e Songun! Sempre se amparando no seio popular, sempre tendo seus quadros formados dentro do povo coreano, o PTC é a encarnação viva dos desejos dos trabalhadores para a construção de uma sociedade socialista.

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Os camaradas Kim Il Sung e Kim Jong Il foram sábios condutores do Partido do Trabalho da Coreia.

Hoje o PTC é o maior e mais forte partido do mundo! Ele é o partido mais forte ideologicamente e com milhões de membros, um dos mais numerosos da Terra. E em que podemos nos apoiar para tamanha afirmação? Suas fileiras estão preenchidas por abnegados membros, de jovens a idosos, todos unidos ao redor da Liderança para a defesa da soberania nacional e das grandes conquistas da Revolução. Ideologicamente homogêneo, não há lugar para fraccionistas dentro do PTC, que trabalha arduamente, sob a sábia liderança do estimado camarada Kim Jong Un, para trazer às pessoas uma vida melhor e servir de luz-guia aos outros partidos revolucionários do mundo.
Na Coreia de hoje, é o Marechal Kim Jong Un o responsável pela condução do Partido, uma vez que ele é o Presidente do PTC. O Partido segue seu papel de organização de linha de frente e os resultados de sua governança podem ser vistos no avanço da construção por toda a Coreia, onde diariamente estão se levantando maiores e mais modernos prédios e outras construções. A Linha de Desenvolvimento Simultâneo, desenhada pelo Partido do Trabalho da Coreia, permite hoje que o povo coreano não só alcance grande sucesso em suas pautas sociais como também construa, ao mesmo tempo, um poderoso arsenal nuclear e balístico capaz de garantir a paz e soberania da nação.

A missão hoje do Partido segue sendo não só a construção e avanço da Revolução como também a busca pela reunificação nacional coreana, pacífica e livre.

Pelo seu passado, presente e futuro, o Partido do Trabalho da Coreia é o símbolo máximo da vitória, honra e dignidade do povo coreano!

GLÓRIAS AO PARTIDO DO TRABALHO DA COREIA!

VIDA LONGA AO CAMARADA LÍDER KIM JONG UN!

10.10!

MANSE!!!

 

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Lucas Rubio
Presidente do CEPS-BR

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CEPS-BR realiza ato anti-imperialista em apoio à Coreia Popular

No dia de hoje, 30 de setembro de 2017, o Centro de Estudos da Política Songun – Brasil realizou um ato de apoio à República Popular Democrática da Coreia em frente ao Consulado Geral dos Estados Unidos da América em São Paulo.

O ato foi pacífico e que não causou nenhuma agressão ou prejuízo ao consulado ou a alguma pessoa.

O principal ponto reivindicado pelo ato foi questão da paz na Península Coreana. Apesar da RPDC estar preparada para entrar em uma guerra para se defender caso for necessário, o povo coreano já sofreu com uma devastadora guerra e por isso não merece passar por outra. Acreditamos que lutar contra a agressão imperialista é acima de tudo lutar por um mundo pacífico, justo e independente.

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O ato também prestou solidariedade ao povo da Síria e sua luta contra o terrorismo e o imperialismo norte-americano. A Síria e a Coreia Socialista mantém uma relação de amizade e cooperação há décadas.

Em conversa com uma segurança do consulado, os manifestantes deixaram muito claro o desejo de que a crise na Península Coreana acabe e expressaram a esperança de um tratado de paz formal que coloque fim à Guerra da Coreia. Além disso, disseram que são também totalmente contra qualquer tipo de pressão, seja ela econômica ou militar, e se posicionaram contra as sanções econômicas impostas pela ONU e EUA, defendendo também a reunificação pacífica da Coreia.

Foram exibidas na manifestação as bandeiras da RPD da Coreia, da Síria e do Brasil. Alguns cartazes diziam “Mais de 144 países foram bombardeados – nenhum deles pela Coreia do Norte. Quem é a verdadeira ameaça?” e “Contra a interferência imperialista na soberania nacional.”

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O CEPS-BR se manifestou com ação contra as agressões e hostilidades promovidas pelos Estados Unidos contra o Estado soberano da Coreia, que exige seu legítimo direito de existir e de trilhar seu próprio caminho.

O ato de desagravo às manobras militares imperialistas estadunidenses contra a Coreia e Síria, realizado em um local estratégico, alcançou seus objetivos ao demonstrar que o povo brasileiro não testemunhará passiva e silenciosamente essa situação crítica de guerra provocadas pelos EUA ao redor do mundo.

PELA PAZ!

CONTRA O IMPERIALISMO NORTE-AMERICANO!

TIREM AS MÃOS DA COREIA!

VIVA A LUTA DO POVO SÍRIO E DO POVO COREANO!

VIDA LONGA AO MARECHAL KIM JONG UN E AO PRESIDENTE BASHAR AL ASSAD!

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