KIM JONG UN visita a Coreia do Sul

Cúpula histórica dá início a nova era de reconciliação, unidade, paz e prosperidade da nação coreana.

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O Máximo Dirigente Kim Jong Un, Presidente do Partido do Trabalho da Coreia e Presidente da Comissão de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia, saiu no dia 27 de abril de 2018 para Panmunjom para participar do histórico encontro e conversações da Cúpula Norte-Sul da Coreia.

Às 9 da manhã, o Máximo Dirigente deixou o pavilhão de Phanmun junto com os quadros do Partido, do governo e do exército e chegou ante à linha divisória de Panmunjom.

Para recebê-lo, o Presidente da Coreia do Sul, Moon Jae In, foi até a linha divisória de Panmunjom.

Os líderes do Norte e do Sul da Coreia trocaram saudações e se cumprimentaram.

Logo ao passar a linha divisória, o Máximo Dirigente teve uma fotografia tirada junto ao Presidente sul coreano tendo como fundo o Pavilhão Phanmun da região norte e a “Casa da Liberdade” da região sul, respectivamente.

Depois de se cumprimentarem na região norte cruzando a linha divisória, eles se dirigiram para a parte sul de Panmunjom.

Kim Jong Un é recebido por Moon Jae In

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O Máximo Dirigente Kim Jong Un se dirigiu junto com o Presidente da Coreia do Sul, Moon Jae In, para a “Casa da Paz” da parte sul, passando a linha divisória de Panmunjom.

As personalidades de ambas partes coreanas receberam com aplausos entusiastas os líderes que deram o primeiro passo significativo para reconciliação e unidade da nação.

As crianças coreanas deram ramos de flores ao Máximo Dirigente.

Os máximos líderes de ambas partes coreanas se dirigiram ao lugar de revista da “Guarda de Honra do Exército Nacional” na companhia da escolta da “Guarda de Honra Tradicional”.

Na praça da “Casa da Paz” estavam enfileiradas a Banda Militar, a Guarda de Honra das Forças Terrestres, Navais e Aéreas, a Guarda de Honra Tradicional e a Banda Tradicional.

Quando o Máximo Dirigente e o Presidente da Coreia do Sul subiram para a tribuna de revista, o chefe da Guarda de Honra do Exército Nacional deu a recepção e a Banda Militar interpretou a música de boas vindas.

O Máximo Dirigente passou revista junto com o Presidente sul coreano à Guarda de Honra do Exército Nacional e a Guarda de Honra Tradicional.

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O Presidente sul coreano apresentou as personalidades sul coreanas ao Máximo Dirigente e este as cumprimentou.

O Presidente sul coreano trocou saudações e cumprimentou os quadros norte coreanos.

As personalidades do Norte e do Sul tiveram uma fotografia tirada junto aos líderes de ambas partes.

Na ocasião participaram pela parte norte coreana, Kim Yong Nam, membro do Presidium do Bureau Político do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia e Presidente do Presidium da Assembleia Popular Suprema da República Popular Democrática da Coreia, os quadros do Partido e do Governo, Ri Su Yong, Kim Yong Chol, Ri Yong Ho, Choe Hwi, Kim Yo Jong e Ri Son Gwon e os quadros de órgãos das forças armadas, Ri Myong Su e Pak Yong Sik.

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Estiveram presentes pela parte sul coreana, Im Jong Sok, Chefe de Gabinete dos Secretários de Chongwadae, Jong Ui Yong, Chefe do Escritório de Segurança Nacional, So Hun, Presidente do Serviço Nacional de Inteligência, Jo Myong Gyun, Ministro da Unificação, Song Yong Mu, Ministro da Defesa, Kang Kyong Hwa, Ministra das Relações Exteriores, Jong Kyong Du, Presidente da Junta de Chefes de Estado Maior, e Yun Yong Chan, Secretário Superior de Comunicação com o povo do Gabinete de Secretários de Chongwadae.

Kim Jong Un conversa com Moon Jae In na “Casa da Paz”.

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Ocorreram na “Casa da Paz” na parte sul de Panmunjom as conversações entre o Máximo Dirigente Kim Jong Un e o Presidente Moon Jae In.

Na ocasião estiveram presentes pela parte norte coreana o Vice Presidente do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia, Kim Yong Chol, e a Vice Diretora de Departamento do Comitê Central do PTC, Kim Yo Jong.

Pela parte sul coreana, participaram o Chefe de Gabinete dos Secretários de Chongwadae, Im Jong Sok, e o Presidente do Serviço Nacional de Inteligência, So Hun.

Na reunião houve o intercâmbio de opiniões francas e sinceras sobre os problemas de interesse mútuo tais como as relações Norte-Sul, o asseguramento da paz na Península Coreana e a desnuclearização desta zona.

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Ao referir-se ao encontrou muito significativo com o Presidente Moon Jae In em Panmunjom, símbolo da divisão nacional e enfrentamento, o Máximo Dirigente disse que esta mesma reunião em tal lugar especial será uma oportunidade que irá inspirar todo o povo com esperança e sonho sobre o futuro.

Apontando que se compromete uma vez mais com a missão nacional e a obrigação de abrir a nova era de paz e reunificação pondo ponto final na historia de divisão e confrontação, expressou que foi a este lugar com a vontade de disparar a pistola de sinalização para o início da nova história.

O Presidente Moon Jae In disse que até o presente tempo estava esplêndido como se felicitasse o encontro e o momento em que foi cruzada a linha divisória de Panmunjom pelo Presidente da Comissão de Assuntos Estatais, Kim Jong Un, fez este lugar tornar-se um símbolo de paz.

Expressou alta avaliação para com a valente decisão do Presidente da CAE, Kim Jong Un, que fez possível a reunião de grande significado, e prosseguiu dizendo que espera que se construa confiança entre eles para o diálogo avançar.

Kim Jong Un e Moon Jae In chegaram a um consenso sobre os critérios nos problemas que surgem nas conversações e acordaram a se esforçarem juntos para abrir com inteligência a nova história das relações Norte-Sul e ampliar e desenvolver mais positivamente a corrente de paz, prosperidade e reunificação da Península Coreana, ao reunir-se com frequência para discutir com sinceridade os problemas pendentes e os assuntos importantes da nação.

Antes do diálogo, em memória ao histórico encontro de Cúpula Norte-Sul, Kim Jong Un escreveu no livro de visitas da “Casa da Paz”: “Desde agora a nova história. No ponto de partida da história, da época de paz. Kim Jong Un. Em 27 de abril de 2018″.

Em seguida, tirou uma foto de recordação com o Presidente Moon Jae In.

Kim Jong Un e Moon Jae In fazem o plantio memorável de uma árvore.

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O Máximo Dirigente Kim Jong Un e o Presidente sul coreano Moon Jae In semearam como recordação do histórico encontro um pinheiro que simboliza a “paz e a prosperidade” em Panmunjom.

Eles mesclaram terras retiradas dos Montes Paektu e Halla, preparadas respectivamente, e usaram água dos rios Taedong e Han.

O Máximo Dirigente pronunciou palavras significativas de que há que cultivar excelentemente junto com esta árvore a melhoria das relações Norte-Sul preparadas com muito trabalho, com o espírito de servir-se de fertilizante e terra que cobre sua raiz preciosa e a posição de converter-se em quebra-ventos que tem de forjar juntos o futuro com firme espírito, com a tenacidade do pinheiro que mantém sua cor durante todas estações.

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Foi levantada uma lápide simbólica com o nome de Kim Jong Un e Moon Jae In.

Os líderes do Norte e do Sul tiraram a tela de proteção da lápide.

Na lápide simbólica está escrito: “Plantamos paz e prosperidade.”

Depois de terminada a plantação, eles tiveram uma fotografia de recordação tirada como fundo a lápide significativa e o pinheiro.

E os acompanhantes tiraram uma foto junto com os líderes do Norte e do Sul da Coreia.

Kim Jong Un e Moon Jae In passearam conversando com sinceridade.

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“Hoje, aqui, nós plantamos a paz”

Kim Jong Un e Moon Jae In assinam a Declaração de Panmunjom.

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O Máximo Dirigente Kim Jong Un assinou junto com o Presidente Moon Jae In a Declaração de Panmunjom para a Paz, a Prosperidade e a Unificação da Península Coreana
e compartilhou o documento.

Em felicitação ao nascimento da histórica Declaração de Panmunjom, que reflete a unânime aspiração e demanda da nação coreana, os líderes de ambas partes tiraram uma foto de recordação e se abraçaram.

Na cerimônia de assinatura estiveram presentes pela parte norte coreana, Ri Su Yong e Kim Yong Chol, Vice Presidente do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia, Kim Yo Jong, Vice Diretora de Departamento do Comitê Central do PTC, Ri Son Gwon, Presidente do Comitê pela Reunificação Pacífica da Pátria, e Jo Yong Won, Vice Diretor de Departamento do PTC.

E participaram pela parte sul coreana, Im Jong Sok, Chefe de Gabinete dos Secretários de Chongwadae, Jong Ui Yong, Chefe do Escritório de Segurança Nacional, So Hun, Presidente do Serviço Nacional de Inteligência, Jo Myong Gyun, Ministro da Unificação, Song Yong Mu, Ministro da Defensa, Kang Kyong Hwa, Ministra das Relações Exteriores, e Yun Yong Chan, Secretário Superior de Comunicação com o povo do Gabinete de Secretários de Chongwadae.

Terminada a cerimônia, os signatários fizeram a publicação conjunta sobre a Declaração da Panmunjom.

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Declaração ao público

Moon Jae In oferece jantar de honra a Kim Jong Un.

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O Presidente Moon Jae In ofereceu na “Casa da Paz” um jantar para das as boas vindas pela visita do Máximo Dirigente Kim Jong Un ao lado sul.

Foram convidados para o jantar, a senhora Ri Sol Ju junto com Kim Yong Nam, membro do Presidium do Bureau Político do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia e Presidente do Presidium da Assembleia Popular Suprema da República Popular Democrática da Coreia, e os quadros do Partido e do Governo como Ri Su Yong, Kim Yong Chol, Choe Hwi, Kim Yo Jong e Ri Son Gwon e outros quadros e membros acompanhantes.

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Estiveram presentes Im Jong Sok,Chefe de Gabinete dos Secretários de Chongwadae, Jong Ui Yong, Chefe do Escritório de Segurança Nacional, So Hun, Presidente do Serviço Nacional de Inteligência, Jo Myong Gyun, Ministro da Unificação, Song Yong Mu, Ministro da Defensa, Kang Kyong Hwa, Ministra das Relações Exteriores, representantes de vários partidos políticos, assim como os relacionados com as históricas Cúpulas Norte-Sul e outras personalidade de diferentes círculos da Coreia do Sul.

A senhora Ri Sol Ju foi recebida na “Casa da Paz” pelo Presidente Moon Jae In e sua esposa Kim Jong Suk.

Antes do jantar, as esposas dos líderes de ambas partes tiveram uma conversa cordial compartilhando o sentimento fraternal.

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O Máximo Dirigente e sua esposa Ri Sol Ju expuseram ao Presidente Moon Jae In o profundo agradecimento por esta recepção opípara.

Frente à sede da recepção, Kim Jong Un e Moon Jae In trocaram saudações com personalidades sul coreanas.

Quando os líderes de ambas partes entraram na sala de banquete, todos os participantes deram efusivos aplausos aos homens que concluíram satisfatoriamente as históricas conversações de Panmunjom.

Antes de tudo, o Presidente Moon Jae In pronunciou o discurso de boas vindas.

Logo, o Máximo Dirigente Kim Jong Un fez o discurso de resposta, agradecendo-o.

Os pratos de sentido especial da parte Sul e os preparados em Pyongyang pelo Restaurante Okryu da parte Norte deixaram uma profunda impressão aos participantes.

O jantar ocorreu em ambiente fraternal.

Na ocasião foi oferecida uma apresentação de felicitação de artistas de ambas partes.

Kim Jong Un se despede de Moon Jae In

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O Máximo Dirigente Kim Jong Un se despediu do Presidente Moon Jae In depois de terminar com êxito o histórico encontro e conversações da Cúpula Norte-Sul da Coreia.

Quando o Máximo Dirigente Kim Jong Un e sua esposa Ri Sol Ju saíram da “Casa da Paz” junto com Moon Jae In e sua esposa Kim Jong Suk, as personalidades de ambas partes coreanas deram-lhes aplausos efusivos.

O Máximo Dirigente e Moon Jae In junto com suas respectivas esposas tomaram os assentos ao ar livre reservados para eles e assistiram a apresentação de despedida “Uma primavera”, preparada pela parte Sul.

Terminada a apresentação, Kim Jong Un e Moon Jae In trocaram saudações de despedida com as personalidades de ambas partes coreanas, cumprimentando-as.

Os líderes de ambas partes se despediram cordialmente.

O Máximo Dirigente partiu da “Casa da Paz” recebendo a despedida das personalidades sul coreanas.

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(Tradução do artigo publicado por KCNA)

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Do blog A Voz do Povo de 1945

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Declaração da Frente Democrática pela Reunificação da Pátria sobre as façanhas de unidade nacional

O Comitê Central da Frente Democrática pela Reunificação da Pátria tornou público, em meados de abril de 2018, um memorando sobre as façanhas do Presidente Kim Il Sung, do Dirigente Kim Jong Il e do respeitado Líder Supremo Kim Jong Un, que forneceram a tradição de grande unidade nacional no primeiro período de divisão nacional e transportaram com sucesso e desenvolveram geração após geração. O memorando foi divulgado no sábado para marcar o 70º aniversário da Conferência Conjunta dos Representantes dos Partidos Políticos e Organizações Sociais do Norte e do Sul da Coreia.

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O memorando diz:

“Nosso país não deve ficar dividido em dois e deve se reunificar sem falta segundo a vontade e demanda comuns da nação, o que é a linha de reunificação da pátria mantida pelo Presidente Kim Il Sung desde o primeiro dia da divisão da Coreia.

Imediatamente depois da libertação da Coreia (1945), em outubro de Juche 36 (1947) quando o imperialismo estadunidense tratava de fabricar um “governo separado mediante eleições separadas” sob o rótulo da ONU, o presidente apresentou a proposta de convocar a Conferência Conjunta dos Representantes dos Partidos Políticos e Organizações Sociais do Norte e do Sul da Coreia em seu discurso “Sobre o projeto de negociações Norte-Sul da Coreia” pronunciado na reunião da presidêcia do Comitê Central da Frente Unida Nacional Democrática da Coreia do Norte e se esforçou para realizá-la.

Graças a sua sábia direção, ocorreu em Pyongyang do dia 19 a 23 de abril de 1948 a Conferência Conjunta dos Representantes dos Partidos Políticos e Organizações Sociais do Norte e do Sul da Coreia com a participação de 695 representantes de 56 partidos políticos e entidades sociais do Norte e do Sul na Coreia e esta conferencia foi fruto brilhante da linha independente da reunificação da pátria e da ideia de grande unidade da nação do Presidente e a primeira vitória histórica alcançada pelas forças patrióticas de reunificação.

Sob a base das experiências e êxitos desta conferência, o Presidente dirigiu sabiamente a luta para alcançar a grande unidade de toda a nação e a reunificação da pátria.

O Dirigente Kim Jong Il é o eterno sol da nação que dinamizou a luta para a unidade nacional e reintegração da Coreia ao defender e prosseguir a ideia do Presidente em matéria da grande unidade da nação e suas façanhas.

Fez construir o local de interesse histórico-revolucionário na ilhota Suk onde se efetuou a citada conferência e ergueu o Monumento à Frente Unida. Graças à sua incansável orientação, se levantou em Panmunjom, símbolo de divisão, a lápide com a assinatura do Presidente que transmite suas façanhas realizadas para a reunificação na pátria e na avenida Thong-il ergueu o Monumento das Três Cartas para a Reunificação Nacional.

O Dirigente publicou muitas obras para aprofundar e desenvolver globalmente a ideia do Presidente sobre a grande unidade da nação e iluminar o caminho mais correto da unidade e reunificação nacional.

Com o ambicioso projeto da reunificação da pátria, com magnanimidade e fraternidade, o Dirigente abriu a nova época da grande unidade nacional.

Atualmente, o Máximo Dirigente Kim Jong Un leva adiante a ideia e as façanhas dos líderes antecedentes e as ricas experiências e as tradições da grande unidade de toda a nação.

O Máximo Dirigente aprofundou e desenvolveu a ideia e linha da grande unidade nacional apresentada pelos grandes líderes conforme a nova etapa histórica e tomou medidas transcendentais e realistas para realizá-las.

Graças ao propósito patriótico e a grande decisão do Máximo Dirigente que trata de registrar uma grande viragem nas relações entre ambas partes coreanas mediante a grande unidade pan-nacional e abrir a fase da reunificação independente, está melhorando a situação da Península Coreana.

Graças à direção destacada do Máximo Dirigente que continua de modo brilhante a ideia dos líderes antecedentes sobre grande unidade nacional, os coreanos alcançarão sem falta a unidade e a reintegração territorial.”

(Com informações de KCNA)

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Do blog A Voz do Povo de 1945

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Terceira Reunião Plenária do Sétimo Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia

A Terceira Reunião Plenária do Sétimo Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia aconteceu em Pyongyang em 20 de abril do ano de 2018.

Kim Jong Un, presidente do PTC, orientou a reunião plenária.

Participaram da reunião os membros do Presidium, membros e membros suplentes do Bureau Político do Comitê Central do PTC e membros e membros suplentes do Comitê Central do PTC e membros da Comissão Central de Auditoria do PTC.

Presentes como observadores foram membros do Comitê Central do PTC e oficiais do partido e administrativos de ministérios, instituições nacionais, províncias, cidades e condados, grandes estabelecimentos industriais e instituições e fazendas cooperativas e membros dos órgãos das forças armadas.

A sessão plenária foi realizada com os seguintes itens da agenda:

1. Sobre as tarefas de nosso Partido para acelerar com mais vigor a construção socialista conforme a demanda da nova etapa elevada de desenvolvimento da revolução.

2. Para imprimir uma viragem revolucionária em trabalho científico e educativo.

3. Sobre o problema de organização.

Na reunião plenária foi discutida a primeira agenda.

Kim Jong Un fez o informe sobre a primeira agenda.

Ele disse que se efetua a Terceira Reunião Plenária do Sétimo Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia para debater e determinar os problemas importantes para conquistar uma meta de etapa mais elevada da construção socialista conforme a demanda de desenvolvimento da revolução e a situação criada.

“Depois que no ano passado foi proclamado o aperfeiçoamento das forças armadas nucleares, a situação geral mudou repentinamente a favor de nossa revolução graças a nossas ações e esforços iniciativos”, disse o Presidente e informou de que está sendo criada a nova corrente para a distensão e paz na Península Coreana e na região e se alcançam mudanças dramáticas na estrutura política mundial.

“A vitória milagrosa de haver alcançado em menos de 5 anos a grande causa histórica da construção das forças armadas nucleares do Estado é a grande vitória da linha de desenvolvimento paralelo do PTC e, ao mesmo tempo, a vitória brilhante que somente pode ser alcançada pelo heróico povo coreano”, ressaltou.

O Presidente do PTC mencionou que foi realizado um avanço também na construção econômica mediante a luta de todo o Partido, todo o Estado e todo o povo para materializar a linha de desenvolvimento paralelo.

Kim Jong Un declarou com orgulho que foram cumpridas com sucesso as tarefas históricas da linha estratégica do Partido de desenvolver paralelamente a construção econômica e as forças armadas nucleares, apresentada na Reunião Plenária do Comitê Central do Partido em março de 2013.

“Graças a esta vitória, foi concluída com êxito a luta de nosso povo que vêm se esforçando com empenho superando todas as dificuldades por possuir o forte meio poderoso para a defensa da paz e se alcançou a firme garantia para que as futuras gerações possam gozar de uma vida mais digna e feliz no mundo”, enfatizou.

“Se realizaram de maneira científica e sistemática não somente os processos de desenvolvimento nuclear, mas também os meios de transporte e ataque, de maneira que foi verificado o aperfeiçoamento do armamento nuclear”, disse e continuou que nestes condições não se necessita mais provas nucleares, nem lançamento de mísseis de médio a longo alcance e de ICBM e que se pôs fim à missão do campo de testes nucleares na zona setentrional do país.

O Presidente do PTC esclareceu a posição pacifista do Partido de fazer aporte ativo para a construção do mundo sem armas nucleares de acordo como desejo e a aspiração comuns da humanidade baseando-se que levou a força da Coreia ao nível desejado e foi preparada a firme garantia da segurança do Estado e povo.

“Hoje em dia, quando foram cumpridas com sucesso as tarefas históricas apresentadas pela linha estratégica sobre o desenvolvimento paralelo da construção econômica e das forças armadas nucleares, se apresenta ante a nosso Partido a importante tarefa revolucionária de dar impulso com confiança na vitória a velocidade de avanço da revolução e antecipar a vitória final da causa socialista”, disse.

“Na atual etapa que nossa República ocupa a firme posição de potência ídeo-política e militar de classe mundial, todo o Partido e todo o país devem concentrar todas suas forças na construção econômica socialista, o que é a linha estratégica de nosso Partido, enfatizou.

O Presidente do PTC acrescentou que devem desenvolver ativamente a ofensiva geral revolucionária e o grande avanço da construção econômica sob o lema combativo: “Aceleremos mais o avanço de nossa revolução concentrando toda a potencialidade na construção econômica socialista!”.

“O objetivo imediato da luta para realizar a nova linha estratégica é por em base normal a produção em todas as fábricas e empresas no período do cumprimento da Estratégia Quinquenal para o desenvolvimento da economia nacional e alcançar boa colheita em todo o campo para que o aspecto feliz do povo reine em todo o país”, destacou.

Continou dizendo que a perspectiva é realizar em alto nível a jucheanização, a modernização, a informatização e cientifização da economia nacional e oferecer a todos os habitantes uma vida feliz e civilizada sem invejar nada no mundo.

O Presidente do PTC esclareceu as tarefas e meios para materializar estritamente a nova linha estratégica inclusive o problema de dar prioridade ao trabalho econômico em todos os trabalhos do Partido e do Estado e mobilizar todas as potencialidades humanas, materiais e técnicas ao desenvolvimento econômico.

“Todos os domínios e unidades tem que elevar o espírito de alto-confiança e auto-abastecimento e aumentar incessantemente o espírito de auto-fortalecimento e alcançar o auge produtivo apoiando-se na ciência e tecnologia.

Para levar a cabo perfeitamente a nova linha estratégica de concentrar todas as forças na construção econômica, há que elevar decisivamente o papel das organizações partidistas”, destacou.

“O Conselho de Ministros (Gabinete) e outros órgãos de direção econômica tem que ocupar correctamente sua posição como dono do trabalho econômico e organizar com escrupulosidade a operação e o comando para alcançar o desenvolvimento vertiginoso da economia e todos os domínios e unidades devem obedecer sem falta ao comando unificado do Conselho de Ministros para materializar as políticas econômicas do Partido”, instruiu.

Na reunião plenária discutiu-se sobre a primeira agenda.

Discursaram Choe Ryong Hae, membro do Presidium do Bureau Político e Vice Presidente do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia, Pak Pong Ju, membro do Presidium do Bureau Político do Comitê Central do PTC e Primeiro Ministro do Conselho de Ministros da RPDC, e Kim Jong Gak, Chefe da Direção Política Geral do Exército Popular da Coreia.

Na ocasião foram adotadas por unanimidade as resoluções sobre a primeira agenda.

Na resolução “Sobre a declaração da grande vitória da linha de desenvolvimento paralelo da construção econômica e de forças armadas nucleares” estão aclarados os seguintes pontos.

“Primeiro, declaramos solenemente que o teste nuclear subcrítico, o teste nuclear subterrâneo, tornando a arma nuclear menor e mais leve e o desenvolvimento da arma nuclear super grande e dos meios de entrega foram realizados durante a campanha de implementação da linha do partido de desenvolver simultaneamente as duas frentes e, portanto, o trabalho para colocar em um nível mais alto a tecnologia de montagem de ogivas nucleares em mísseis balísticos foi realizada de forma confiável.

Segundo, cessarão desde de 21 de abril de Juche 107 (2018) as provas nucleares e lançamentos de ICBM.

Anularemos o campo de prova nuclear situado na zona setentrional da RPDC para garantir de maneira transparente a cessação de provas nucleares.

Terceiro, a cessação de prova nuclear devém ao processo importante para o desarme nuclear mundial e a RPDC se incorporará com a aspiração e os esforços internacionais para a cessação total de testes nucleares.

Quarto, não usaremos nunca a arma nuclear a não ser que se produza ameaça e provocação nucleares contra nosso Estado e nem transferiremos em nenhum caso as armas nucleares e suas técnicas.

Quinto, mobilizaremos todos os recursos humanos e materiais para levantar a poderosa economia socialista e elevar transcendentalmente a vida do povo.

Sexto, dinamizaremos os vínculos estreitos e o diálogo com os países vizinhos e a sociedade internacional a fim de preparar um favorável ambiente internacional para a construção da economia socialista e defender a paz e a segurança da Península Coreana e do mundo.”

A resolução “Para concentrar todas as forças na construção da economia socialista conforme a demanda de uma nova e elevada etapa de desenvolvimento da revolução” tem os seguintes pontos:

“Primeiro, o trabalho geral do Partido e do Estado se dirigirá para a construção da economia socialista e se concentrarão todas forças para tal.

Segundo, elevarão-se o papel das organizações partidistas e entidades de massas, dos órgãos do Poder e das instituições judiciais e de forças armadas na luta para concentrar todas as forças na construção da economia socialista.

Terceiro, as organizações partidistas e os órgãos políticos de todos níveis controlarão e balancearão normalmente o estado de execução da resolução da Terceira Reunião Plenária do Sétimo Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia e o materializarão cabalmente.

Quarto, o Presidium da Assembleia Popular Suprema e o Conselho de Ministros tomarão as medidas jurídicas, administrativas e práticas para materializar as terefas apresentadas na resolução da presente reunião plenária do PTC.”

Em seguida discutiu-se a segunda agenda.

Kim Jong Un fez o informe sobre a segunda agenda.

Antes de tudo, ele se referiu à necessidade de imprimir uma viragem revolucionária no trabalho de ciência e educação. E agregou ao ficar à margem do desenvolvimento rápido da ciência e educação é impossível pensar no assuntos de concentrar todas as forças na construção econômica, abordado na primeira agenda.

Recordou que nos últimos anos o Partido alcançou muitos êxitos ao tomar as medidas ativas para impulsionar o trabalho de ciência e educação conforme a exigência da etapa mais elevada da revolução em desenvolvimento. E analisou e fez um balanço dos defeitos que se observam neste domínio e suas causas.

Apresentou o lema estratégico “Demos saltos à força da ciência e garantimos o futuro com o ensino!” e clarificou as tarefas e meios que se apresentam em dar bom impulso para a construção da potência técnico-científica e de talentos.

Pak Thae Song, membro do Bureau Político e Vice Presidente do Comitê Central do PTC, Kim Su Gil, membro suplente do Bureau Político do Comitê Central do PTC e Presidente Comitê do PTC na cidade de Pyongyang, e Kim Sung Du, Presidente da Comissão de Educação, discursaram sobre a segunda agenda.

Seguidamente, foi aprovada a resolução da segunda agenda “Para imprimir uma viragem revolucionária no trabalho de ciência e educação.”

A reunião plenária discutiu a terceira agenda: problema de organização.

Realizou a eleição suplementária para membro do Bureau Político do Comitê Central do PTC.

Elegeu Kim Jong Gak como membro do Bureau Político do Comitê Central do PTC.

E realizou a destituição e a eleição suplementária para os membros e membros suplentes do Comitê Central do PTC.

Elegeu os membros suplentes Sin Yong Chol, Son Chol Ju, Jang Kil Song e Kim Song Nam como membros do Comitê Central do PTC. E, Kim Jun Son, Kim Chang Son, Jong Yong Guk e Ri Tu Song foram eleitos suplementariamente como membros do Comitê Central do PTC.

E como membros suplentes a Ri Son Gwon, Hong Jong Duk, Sok Sang Won, Jang Kil Ryong, Pak Hun, Ko Ki Chol, An Myong Gon, Ko Myong Chol, Kim Son Uk, Hong Man Ho, Kim Chol Ha, Kim Yong Gu, Kim Chol Ryong e Kim Il Guk.

Houve a destituição e eleição suplementária dos membros da Comissão Central de Auditoria do PTC.

Elegeu suplementariamente a Ko Chol Man e Choe Song Gun como membros da Comissão Central de Auditoria do PTC.

Kim Jong Un pronunciou a conclusão histórica na reunião plenária.

Na presente reunião declarou a vitória da linha de desenvolvimento paralelo e apresentou a linha de concentrar todas as forças na construção econômica, “o que trata-se de um evento político que tem significado histórico no cumprimento da causa socialista do Juche”, ressaltou.

Enfatizou que o espírito principal da presente reunião é cumprir com antecipação a meta mais ambiciosa da construção do socialismo apresentada no VII Congresso do PTC ao acelerar mais a velocidade do avanço da revolução sob a bandeira da auto-confiança baseando-se na grande vitória na linha de desenvolvimento paralelo.

“A auto-confiança é o núcleo e principio fundamentais da nova linha revolucionária do partido”, e destacou que no futuro também como fizeram no passado tem que se esforçar baseando-se no espírito de apoio em suas próprias forças e lutar firmemente para abrir o caminho da prosperidade e adiantar o futuro brilhante.

“A meta de luta que devemos alcançar é ativar a economia nacional em geral e a por firmemente na órbita de ascensão no período do cumprimento da Estratégia Quinquenal para o desenvolvimento da economia nacional, e, mais adiante, construir uma moderna e independente economia socialista, a economia baseada na intelectualidade”, destacou.

E agregou que que é preciso priorizar e desenvolver os trabalhos de ciência e educação para conquistar a meta mais elevada da construção socialista materializando cabalmente a nova linha revolucionaria apresentada pelo Partido.

Ressaltou que a fim de materializar a linha e as orientações revolucionárias do Partido necessitam que os funcionários se preparem bem, se esforçando audazmente e se empenhando com uma capacidade sobressalente para elevar os trabalhos de seus setor e sua unidade ao nível demandado pelo Partido.

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(Com informações de KCNA)

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Do blog A Voz do Povo de 1945

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Membros do CEPS-BR visitam a Embaixada da RPDC no Brasil

Em 11 de abril de Juche 107 (2018), uma delegação do Centro de Estudos da Política Songun do Brasil teve a importante oportunidade de estar na Embaixada da República Popular Democrática da Coreia para participar de um banquete em comemoração aos 106 anos de nascimento do Eterno Presidente Kim Il Sung.

O banquete foi oferecido pelo Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da RPD da Coreia no Brasil, Sr. Kim Chol Hak. Estiveram presentes, representando o CEPS-BR, Lucas Rubio, presidente da organização, e Fabio Khachaturian, vice-presidente.

O Embaixador Kim Chol Hak fez um rápido discurso sobre a importância da data, que é a comemoração pelo 106º aniversário de nascimento do grande Kim Il Sung, e disse que os que foram convidados para aquela cerimônia eram os mais próximos e queridos amigos e familiares do povo coreano.

Lucas Rubio entregou em mãos uma carta em nome do CEPS-BR direcionada ao Máximo Dirigente Kim Jong Un.

Foi oferecido um saborosíssimo jantar ao estilo coreano que contava em seu cardápio com comidas tradicionais da Coreia.

O CEPS-BR agradece a cortesia da Embaixada da RPDC no Brasil pelo convite e pela carinhosa recepção.

GLÓRIAS ETERNAS A KIM IL SUNGKIM JONG ILKIM JONG UN!

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Sexta Sessão da 13ª Assembleia Popular Suprema

Ocorreu no dia 11 de abril de 2018, em Pyongyang, a Sexta Sessão da 13ª Assembleia Popular Suprema da República Popular Democrática da Coreia

Na ocasião participaram Kim Yong Nam, membro do Presidium do Bureau Político do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia e Presidente do Presidium da APS da RPDC, Choe Ryong Hae, membro do Presidium do Bureau Político do Comitê Central do PTC, Vice Presidente da Comissão de Assuntos Estatais e do Comitê Central do PTC, Pak Pong Ju, membro do Presidium do Bureau Político do Comitê Central do PTC, Vice Presidente da Comissão de Assuntos Estatais da RPDC, e Primeiro Ministro do Gabinete (Conselho de Ministros da RPDC), os quadros do Partido e do Governo, o presidente do Comitê Central do Partido Social Democrata da Coreia, Kim Yong Dae, os deputados da APS, os membros do Presidium da APS e os funcionários responsáveis dos órgãos das forças armadas.

Estiveram presentes na qualidade de observadores os funcionários dos organismos do Partido, das forças armadas e do poder, do Conselho de Ministros (Gabinete), das organizações sociais, ministérios, órgãos centrais, fábricas, empresas, fazendas cooperativas e de instituições de educação e pesquisa científica.

A reunião determinou os seguintes pontos da agenda:

1. Sobre o estado de trabalho do Conselho de Ministros (Gabinete) em Juche 106 (2017) para o cumprimento da Estratégia Quinquenal para o desenvolvimento da economia nacional e suas tarefas para Juche 107 (2018).

2. Sobre o balanço da execução do orçamento estatal da RPDC em Juche 106 (2017) e o orçamento estatal para Juche 107 (2018).

3. Problemas organizacionais.

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Pak Pong Ju, membro do Presidium do Bureau Político do Comitê Central do PTC, Vice Presidente da Comissão de Assuntos Estatais da RPDC, e Primeiro Ministro do Gabinete (Conselho de Ministros da RPDC).

O informe sobre o primeiro ponto esteve a cargo do deputado Pak Pong Ju, Primeiro Ministro do Conselho de Ministros (Gabinete).

O deputado Ki Kwang Ho, Ministro das Finanças, apresentou o informe sobre o segundo ponto.

Houveram discursos dos deputados sobre o primeiro e segundo pontos.

Os oradores disseram que os militares e habitantes coreanos realizaram no ano passado um grande avanço no cumprimento da Estratégia Quinquenal para o desenvolvimento da economia nacional, apresentada no VII Congresso do PTC.

Expressaram apoio e assentimento aos pontos abordados dizendo que foram balanceados corretamente o trabalho do Conselho de Ministros e a execução do orçamento estatal no ano passado, foram definidas claramente as tarefas do Conselho de Ministros e compuseram bem o orçamento estatal para o presente ano em curso.

Tomaram a decisão de cumprir com responsabilidade e empenho a luta para consolidar o caráter independente e autóctone da economia nacional e melhorar os níveis de vida do povo.

Na reunião foram aprovadas a resolução da APS “Sobre a aprovação do informe sobre o trabalho do Conselho de Ministros da RPDC e do balanço da execução do orçamento estatal para Juche 106 (2017)” e a lei da APS “Sobre o orçamento estatal para Juche 107 (2018)”

Em seguida, se debateu o terceiro ponto que é o problema de organização.

Por proposta do Presidente da Comissão de Assuntos Estatais da RPDC, Kim Jong Un, a reunião removeu o deputado Hwang Pyong So do cargo de Vice Presidente da Comissão de Assuntos Estatais da RPDC e os deputados Kim Ki Nam, Ri Man Gon e Kim Won Hong, do posto de membro da Comissão de Assuntos Estatais da RPDC.

Por encargo do Máximo Dirigente Kim Jong Un, foram eleitos os deputados Kim Jong Gak, Pak Kwang Ho, Thae Jong Su e Jong Kyong Thaek como membros da Comissão de Assuntos Estatais da RPDC.

Por encargo do Comitê Central do PTC, a reunião removeu o deputado Pak Thae Song do posto de membro do Presidium da APS devido a mudança de seu cargo e elegeu o deputado Jong Yong Guk como Secretário Geral do Presidium da APS e os deputados Kim Su Gil, Pak Chol Min e Kim Chang Yop, como membros do Presidium da APS.

O deputado Pak Thae Dok foi removido do cargo de membro da Comissão de Legislação da APS e os deputados Ryang Jong Hun e Kim Myong Gil foram eleitos como membros da Comissão de Legislação da APS.

(Com informações de KCNA)

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Do blog A Voz do Povo de 1945

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KIM JONG UN assiste à apresentação de grupo artístico da Coreia do Sul

No dia 1º de abril de 2018, Kim Jong Un, líder da RPDC, e sua esposa, Ri Sol Ju, assistiram ao show de uma banda sul-coreana convidada para se apresentar em Pyongyang, capital da Coreia do Norte. O convite foi feito durante a realização dos Jogos Olímpicos de Pyeongchang, na Coreia do Sul, ocasião na qual grupos musicais do Norte se apresentaram no Sul.

A apresentação ocorreu em um teatro da capital norte-coreana e estavam presentes autoridades do Norte e do Sul da Coreia. O Ministro da Cultura, Esporte e Turismo da Coreia do Sul, To Jong Hwan, e o diretor musical Yun Sang estavam entre os presentes e foram recebidos por Kim Jong Un.

A apresentação musical apresentou ao público norte-coreano canções populares na Coreia do Sul além de canções conhecidas em toda a Coreia. Os artistas sul-coreanos trocaram com o público sentimentos fraternais, expressando suas impressões sobre a visita à Pyongyang e não contiveram a emoção ao prepararem uma apresentação de reconciliação que uniu ambas as partes coreanas.

A última música apresentada pelo grupo se chamava “Nosso desejo é a Reunificação”. Durante o show, o público interagiu com os artistas, cantando e dançando algumas canções. Um dos pontos altos do show foi a cena intitulada “Chegou a primavera”, que foi associada ao atual cenário da interação Norte-Sul em que as flores estão desabrochando.

Ao final da apresentação, o Líder Kim Jong Un e sua esposa aplaudiram calorosamente os artistas e depois os cumprimentou pessoalmente, expressando seu agradecimento por ter dado alegria ao público norte-coreano com sua admirável apresentação. O Marechal também disse que ficou emocionado ao ver que os habitantes da RPDC puderam finalmente ter contato com a arte popular do Sul da Coreia. O público presente entregou flores aos artistas.

Além de Kim Jong Un, estavam presentes também importantes personalidades do Norte, como Kim Yong Nam, Kim Yo Jong, irmã de Kim Jong Un, Choe Hwi, Ri Son Gwon e Pak Chun Nam.

Essa apresentação do grupo musical do Sul na Coreia do Norte é resultado da ‘via de mão dupla’ que foi estabelecida na atmosfera das Olimpíadas na Coreia do Sul: uma vez que grupos musicais da Coreia do Norte se apresentaram no Sul, grupos do Sul se apresentaram agora no Norte. Esse é um momento raro da interação intercoreana em que ambas as partes estão não só mantendo o diálogo diplomático mas também estabelecendo intercâmbio cultural, uma vez que muitos aspectos da vida na Coreia do Sul ou do Norte são desconhecidos para ambos os lados. Pelas imagens, é notável a admiração mútua entre os coreanos que estão se vendo pela primeira vez, afinal, é inédita a recepção de uma banda do Sul pelo líder do Norte.

Galeria de fotos:

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Reportagem da TV coreana sobre o show:

(Com informações de KCNA)

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Lucas Rubio
Presidente do CEPS-BR

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KIM JONG UN recebe Presidente do COI

No dia 31 de março de 2018, Kim Jong Un, líder da República Popular Democrática da Coreia, recebeu Thomas Bach, presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI) e sua comitiva.

Kim Jong Un e Thomas Bach conversaram sobre diversos assuntos. Thomas Bach disse que ele e seus companheiros haviam ido a Pyongyang para expressar o mais alto agradecimento pelos esforços do líder coreano para que os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Inverno de Pyeongchang ocorressem com total sucesso em um clima de paz e com a participação da equipe nacional da Coreia do Norte.

“Seguindo o ideal olímpico, as seleções do Norte e do Sul da Coreia apareceram juntas nos estádios dos Jogos Olímpicos de Inverno e competiram em uma só equipe”, disse Thomas Bach, “demonstrando ao mundo a vontade pela paz e pela reconciliação de ambas as partes, o que deixou esse acordo esportivo muito emocionante”.

Aproveitando a visita, o presidente do COI expressou a vontade da organização de cooperar a longo prazo com a RPDC nos preparativos para as Olimpíadas de Tóquio, em 2020, e para os Jogos de Inverno de Beijing, em 2022, contribuindo o máximo possível para o desenvolvimento esportivo da Coreia e para que ela possa utilizar ativamente o espaço olímpico e outros cenários esportivos internacionais.

O líder Kim Jong Un agradeceu pelo respeito demonstrado por Thomas Bach e disse que está muito agradecido pela atenção especial que o COI prestou aos atletas coreanos e por ter permitido a participação da RPDC nos Jogos de Pyeongchang, cooperando de maneira excepcional acima das regras e costumes.

As Olimpíadas de Inverno de Pyeongchang resultaram em um grande êxito olímpico e escreveram uma nova página de harmonia nas relações entre o Norte e o Sul da Coreia, recordando e continuando as relações intercoreanas que há muito estavam paralisadas e que foram descongeladas em razão desse evento; esse foi um mérito do COI, que ofereceu essa oportunidade e abriu as possibilidades para que se consumasse a participação conjunta de ambos os lados.

Kim Jong Un reinteirou o profundo agradecimento pela cooperação sincera e desejou que se desenvolvam contínua e favoravelmente as relações de cooperação que existem entre o Comitê Olímpico da RPDC e o COI.

Explicando ao presidente do COI a política esportiva da Coreia Socialista e suas perspectivas, Kim Jong Un expressou sua esperança no estreito contato e boa cooperação com o COI para que se desenvolvam, na Coreia, ainda mais várias outras modalidades esportivas, inclusive as de inverno, conforme a tendência mundial.

Kim Jong Un convidou Thomas Bach para que volte muitas vezes mais à RPDC na qualidade de amigo. Depois disso, Kim Jong Un, Thomas Bach e a comitiva do COI assistiram a um jogo de futebol feminino entre a Seleção Nacional da RPDC e a Seleção de Pyongyang. Ao chegarem ao estádio, os líderes foram calorosamente recebidos pelo público.

Thomas Bach e sua comitiva chegaram à Coreia Popular no dia 29 de março. Entre suas primeiras atividades no país, o presidente do COI se encontrou com Kim Il Guk, Ministro dos Esportes e da Cultura Física e presidente do Comitê Olímpico da RPDC, com quem teve conversações de alto nível em um salão do Palácio Mansudae.

O presidente do Comitê Olímpico Internacional, durante sua estadia na RPDC, visitou inúmeros locais de prática esportiva e pôde conhecer como o esporte é incentivado na Coreia Socialista. Ele fez inspeções à ginásios, estádios, centros de treinamento e quadras de esporte, além da Vila Esportiva da Avenida Chongchun.

Thomas Bach também visitou o Estádio Primeiro de Maio, o maior estádio do mundo, com capacidade para mais de 150 mil pessoas, que fica localizado numa ilha no Rio Taedong, na capital Pyongyang.

Essa visita de Thomas Bach e uma equipe especial do COI à Coreia é mais uma grande jogada diplomática de Kim Jong Un, que está fazendo bons amigos no mundo todo. Ele já provou que seu desejo é a paz e o diálogo ao promover a participação da Coreia do Norte nas Olimpíadas do Sul e agora quer consolidar essa política diplomática, uma vez que já está consumada a capacidade da RPDC de se defender, dialogando com importantes lideranças do mundo. Há pouco menos de uma semana, o Marechal estava na China durante sua primeira visita ao exterior e agora se encontrou com Thomas Bach, uma importante personalidade mundial que transita com facilidade por entre os mais diversos líderes e países do mundo justamente por seu papel de promover o esporte como instrumento de paz; o encontro ocorreu justamente para ganhar credibilidade e jogar por terra os mitos de que a Coreia do Norte deseja a guerra e que está “fechada e isolada”.

Thomas Bach visitou vários lugares da RPDC e conversou com vários atletas, inclusive vários deles medalhados nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016. Certamente ficou muito impressionado com as gigantescas instalações esportivas da Coreia do Norte e sua facilitada acessibilidade ao público em geral, uma vez que estamos aqui falando de um país socialista que promove a saúde física de seu povo.

O presidente do COI, com certeza, irá transmitir ao mundo o que viu lá na Coreia, ou seja, um país que investe em seus cidadãos, que é aberto e vibrante, além de contar como foi muito bem recebido por Kim Jong Un, não deixando margens para que digam que é o lado coreano que incita a agressão e o conflito.

É a diplomacia coreana, mais uma vez, vencendo.

Galeria de fotos:

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Reportagem da TV coreana sobre o encontro:

 

Thomas Bach visita vários lugares de prática esportiva e joga tênis de mesa com Kim Song I, medalha de bronze na Rio 2016: 

 

Thomas Bach faz declaração após visita à Coreia Socialista:

(Com informações extraídas de KCNA)

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Lucas Rubio
Presidente do CEPS-BR

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KIM JONG UN visita a China

O líder da República Popular Democrática da Coreia, Kim Jong Un, realizou entre os dias 25 e 28 de março de 2018 a sua primeira visita ao exterior. O destino foi a República Popular da China, país vizinho que mantém uma longa tradição de amizade e cooperação. A visita extraoficial do líder coreano, que foi acompanhado por sua esposa, Ri Sol Ju, foi um convite do Presidente Xi Jinping, Secretário Geral do Comitê Central do Partido Comunista da China e Presidente da RPC e da Comissão Militar Central.

O Marechal Kim Jong Un partiu de Pyongyang, capital da Coreia, a bordo de um trem especial, no dia 25 de março. Atravessou a fronteira entre China e RPDC e chegou à cidade chinesa de Dandong, onde foi recebido por altos funcionários do PCCh, como Sang Tao, chefe do Departamento de Relações Internacionais do CC do PCCh e Li Jinjun, Embaixador da China na RPDC. Kim Jong Un agradeceu a Song Tao por ter ido até a cidade fronteiriça, tão distante da capital chinesa, para recebê-lo. Song Tao deu calorosas boas vindas ao líder coreano e sua esposa e disse que veio pessoalmente recepcionar o líder em nome de Xi Jinping.

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No dia 26 de março, o Marechal Kim Jong Un chegou, também de trem, à estação ferroviária central de Beijing, na cidade capital da China. Em Beijing, também foi recebido por importantes autoridades, como Wang Huning, membro do Comitê Permanente do Bureau Político e membro do Comitê Central do PCCh, além de outras personalidades, como Ding Xuexiang. Da estação de trem, Kim Jong Un e Ri Sol Ju, a primeira-dama da RPDC, tomaram um carro e seguiram em uma grande comitiva até a Casa de Hóspedes de Diaoyutai, escoltada por 21 motocicletas. A comitiva atravessou a capital chinesa atraindo atenções.

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Depois disso, a comitiva seguiu para o Grande Palácio do Povo, no coração da China, na Praça Tiananmen, onde o Marechal Kim Jong Un se encontrou pela primeira vez como Presidente chinês Xi Jinping, que o recebeu com um caloroso aperto de mãos. A primeira-dama da China, Peng Liyuan, também estava presente. Xi Jinping deu boas-vindas ao líder coreano em sua primeira viagem ao estrangeiro. Kim Jong Un agradeceu pela esmerada atenção e recepção. Depois de se fotografarem, os líderes da China e Coreia subiram numa tribuna e então foram executados os hinos nacionais das duas Repúblicas Populares. Depois, foi realizada uma solenidade militar e os líderes passaram em revista às tropas do Exército Popular de Libertação da China.

 

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Em seguida, os líderes se dirigiram à sala de conferências onde tiveram início conversações bilaterais. Os comandantes dos dois partidos e países trocaram opiniões sobre importantes assuntos, incluindo as longas relações de amizade entre a China e RPDC e a situação da Península Coreana.

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Kim Jong Un afirmou que o Partido do Trabalho da Coreia e o Governo da RPDC mantém a firme decisão de continuar a valorosa tradição de amizade entre ambos os países, preparada e fortalecida pelos líderes das gerações anteriores; ele também disse que é necessário levar essa amizade à novas etapas de nossa época. O Marechal disse que esse importante encontro deveria estreitar o intercâmbio de opiniões estratégicas e a cooperação tática para consolidar a ajuda bilateral. Ele também manifestou a esperança que o PCCh faça uma correta liderança do povo chinês e que alcance grandes êxitos no cumprimento da causa da construção de uma potência socialista moderna e que se realize o sonho do “grande renascimento da nação chinesa”.

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Depois dele, o Presidente Xi Jinping discursou, dando boas vindas ao Máximo Dirigente pela sua visita. Ele enfatizou que apreciar, continuar e desenvolver incessantemente a amizade entre a China e a Coreia, estabelecida pelos antigos líderes no curso da contribuição mútua para o avanço vitorioso da causa socialista e da nobre amizade revolucionária, é a opção e vontade estratégica e firme do partido e do Governo da China. Ressaltou que as recentes mudanças positivas ocorridas na Península Coreana são os frutos das decisões táticas de Kim Jong Un e do Governo da Coreia.

Xi Jinping disse que sob o governo de Kim Jong Un, o PTC alcançará novos êxitos em continuar conduzindo o povo coreano ao desenvolvimento da economia e da melhora das condições de vida.

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Kim Jong Un, ao final da conversa, convidou o Presidente Xi para uma visita à RPDC e o líder chinês aceitou com prazer a proposta.

Depois do diálogo, o Presidente Xi Jinping e sua senhora Peng Liyuan presenteram Kim Jong Un e sua esposa com lembranças especiais. Depois, os líderes se dirigiram para um dos salões do Grande Palácio do Povo, onde o Presidente Xi ofereceu um generoso banquete.

Antes da refeição, os participantes puderam ver uma apresentação em vídeo que mostrava imagens históricas das visitas anteriores dos líderes coreanos Kim Il SungKim Jong Il, que foram recebidos pelas antigas lideranças chinesas Mao Zedong, Zhou Enlai, Deng Xiaoping, Jiang Zemin, Hu Jintao e outros veteranos. As imagens deixaram claro aos presentes que a China e a RPDC possuem uma longa trajetória de amizade e cooperação forjada em épocas difíceis de luta anti-imperialista e durante o auge da Revolução.

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Depois, Kim Jong Un e Xi Jinping discursaram. O líder coreano mais uma vez agradeceu todo o cuidado, atenção e tratamento das autoridades chinesas e disse que era natural que sua primeira viagem fosse para a China. Ele também expressou seu desejo que as resoluções das recentes conferências do Partido Comunista da China sejam levadas adiante e congratulou Xi Jinping por sua reeleição.

“O povo coreano e chinês, que vêm se ajudando mutuamente e dedicando seu sangue e vida para a luta conjunta ao longo do tempo, experimentaram ao longo disso que os seus destinos são inseparáveis e que sabem muito bem que é valioso o ambiente de paz e estabilidade na região e que isso foi muito caro para ser conquistado e defendido”, disse Kim Jong Un em relação à luta de ambos os países na década de 1940 contra a invasão japonesa e depois da cooperação mútua na Guerra da Coreia de 1950-1953.

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O Presidente chinês também discursou. Durante sua fala, lembrou que o Presidente Kim Il Sung, durante sua vida, visitou a China mais de 40 vezes e que tinha uma amizade muito especial com o Presidente Mao Zedong e o Primeiro-Ministro Zhou Enlai. Também recordou que o Dirigente Kim Jong Il visitou a China algumas vezes e disse que a atual visita do Marechal Kim Jong Un é uma demonstração da continuidade da amizade entre os dois países.

“Estou convencido de que, qualquer que seja a situação internacional e regional, ambas as partes procurarão a felicidade dos nossos países e de seus povos, tomando o controle da atual situação mundial e realizando visitas de alto nível, aprofundando a comunicação estratégica e o intercâmbio.”

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Uma apresentação artística foi cuidadosamente preparada e executada pelos anfitriões chineses enquanto os participantes banqueteavam. Depois da apresentação, Kim Jong Un e sua esposa entregaram flores aos artistas em sinal de agradecimento. Toda a cerimônia ocorreu em clima de camaradagem, amizade e alegria.

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No dia seguinte, dia 27 de março, Kim Jong Un se dirigiu à Academia Nacional da Ciências da China, onde foi conduzido por várias exposições sobre tecnologias industriais e de geração de energia. Acompanhado por guias que explicavam e apresentavam novas soluções tecnológicas, Kim Jong Un apreciou o avanço técnico dos chineses e até mesmo interagiu com um robô. Ao final da visita à Academia, o Marechal escreveu uma mensagem, que dizia: “Pude conhecer o grande poderio da China, grande país vizinho. Se alcançarão os melhores êxitos da ciência sob a sábia direção do Partido Comunista da China.”

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Depois disso, o Marechal e sua esposa foram para o palácio de Yangyuanzhai, onde foram recebidos novamente pelo Presidente Xi Jinping e sua senhora. Os líderes passearam pelo belíssimo jardim do palácio, em estilo milenar chinês; o palácio foi construído em 1773 para ser a morada especial do Imperador Qianlong, da dinastia Tsing, e é um lugar significativo: foi nesse lugar que Kim Il Sung se encontrou com Mao Zedong pela primeira vez na década de 1950.

Kim Jong Un e Xi Jinping conversaram mais uma vez, se fotografaram e depois almoçaram. Após isso, o casal coreano entregou presentes aos anfitriões.

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No fim, Xi Jinping e sua esposa, Peng Liyuan, se despediram de Kim Jong Un e Ri Sol Ju, que saíram de carro rumo à estação de trem. Na estação, autoridades chinesas se despediram dos coreanos, que pegaram um trem até Dandong, onde foi feita uma parada. Depois, Kim Jong Un e sua comitiva seguiram de volta para a Coreia.

 

 

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Você pode ver um documentário produzido pela TV Central da Coreia que mostra todas as filmagens da visita de Kim Jong Un à China:

Essa visita relâmpago de Kim Jong Un à China, completamente inesperada, é parte de uma série de movimentações diplomáticas da Coreia do Norte. Essas ações diplomáticas são a sequência das movimentações militares muito intensas do ano passado, que prepararam o terreno e o psicológico dos líderes mundiais para a mensagem de que a Coreia do Norte não pode ser destruída e que resoluções hostis não dão certo nem surtem efeito.

Se em 2017 Kim Jong Un mostrou ao mundo um cardápio de armas poderosas, muitas delas capazes de atingirem os Estados Unidos, esse ano o líder coreano quer dar uma aula de diplomacia, começando com a interação com a Coreia do Sul, seguindo para a China e, muito em breve, com os próprios Estados Unidos.

A ida da RPDC à Coreia do Sul para os Jogos Olímpicos de Pyeongchang e a retomada do diálogo entre as partes mostra que, à nível regional, a Coreia do Norte consolidou sua posição, uma vez que a própria Coreia do Sul notou que não há outro caminho para a resolução da situação que não meios pacíficos. Depois, o Norte partiu para resolver os assuntos com seu maior parceiro comercial e grande potência global, a China. Assim, Kim Jong Un mostra que a RPDC está disposta a continuar a amizade de décadas de décadas dentre os dois governos, ressaltando, principalmente para os EUA, que a China não saiu da jogada. Vale lembrar que recentemente a China aderiu às sanções econômicas contra a Coreia. Mas a China tem um discurso muito dual. Então, pelo que parece, Kim Jong Un pretende mostrar aos próprios chineses que sufocar a RPDC não vai dar certo. O discurso dos mandatários de ambas as partes, durante a visita, foi sempre centrado em amizade, cooperação, intercâmbio. Isso nos dá uma pista sobre o que pode acontecer com a relação entre China e Coreia: reaproximação e, quem sabe, o levantamento de algumas sanções.

Nos EUA, a visita de Kim Jong Un soou muito bem para Trump, que correu para o Twitter, no qual passa mais tempo do que em seu próprio escritório presidencial, para dizer que está “muito ansioso” para o encontro dele com Kim Jong Un, encontro esse que provavelmente ocorrerá em maio desse ano e que é resultado das conversações, em Pyongyang, entre Kim Jong Un e uma delegação sul-coreana enviada em caráter especial.

Ao se aproximar da China, a Coreia ‘cola’ num amigo poderoso: a China corresponde à grande parcela do comércio mundial, principalmente dos EUA. Sendo assim, os EUA escutam a China com atenção, afinal, ninguém quer se indispôr com o gigante asiático, muito embora ambos os países possuam suas divergências e concorrências irreconciliáveis.

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Lucas Rubio
Presidente do Centro de Estudos da Política Songun – Brasil
(Com informações de KCNA)

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76 anos de KIM JONG IL

O dia 16 de fevereiro é lembrado na Coreia como o Dia da Estrela Luz pois nesse dia nasceu o Grande Camarada Kim Jong Il, no ano de 1942. A história do seu nascimento é repleta de simbolismos e é comemorada como um dia muito especial para os coreanos.

A noite do dia 15 de fevereiro de 1942, no norte da Península Coreana, havia sido muito fria e com vento muito forte. Mas, nas primeiras horas da escura manhã do dia 16, o vento ficou extremamente calmo e uma estrela continuou brilhando sobre o céu da Coreia por mais 2 horas do que o habitual. Uma névoa resultante do vapor das águas do Riacho Sobaek cobria a atmosfera das redondezas. Havia nascido, no sopé do lendário Monte Paektu, o camarada Kim Jong Il, a Estrela Brilhante da Coreia!

 

Desde muito jovem Kim Jong Il acompanhou seu pai, o Presidente Eterno Kim Il Sung, em suas atividades, desde a Guerra de Libertação Nacional até os momentos da construção socialista na era de paz no País. Durante um período da História da Coreia, o Eterno Presidente Kim Il Sung e o Eterno Dirigente Kim Jong Il estiveram trabalhando juntos com o povo coreano. O camarada Kim Jong Il é filho de Kim Jong Suk, grande revolucionária coreana e heroína anti-japonesa responsável por grandes eventos importantes da Revolução Coreana. Kim Jong Il vem de uma família forjada na luta revolucionária e patriótica e seus atos em vida são reflexo de sua linhagem.

 

Kim Jong Il com seus pais: Kim Il Sung e Kim Jong Suk

Quando o Presidente Kim Il Sung infelizmente descansou, em 1994, Kim Jong Il assumiu o comando da Coreia Socialista. A prova de fogo do General Kim Jong Il seria levar adiante a resistência socialista da Coreia em um período muito difícil para o País, abalado pela queda do Bloco Socialista e em situação calamitosa por culpa de grandes desastres naturais. Mesmo assim, Kim Jong Il guiou o bravo povo coreano rumo ao socialismo e, sob sua liderança, nasceu a Brilhante Política Songun, que assegura a soberania e proteção da Coreia do Norte por via militar. A Política Songun, fruto do trabalho do Eterno Dirigente, é a doutrina responsável pela manutenção da RPDC e da paz na Península Coreana. Graças à ela o povo coreano vem assegurando sua independência e soberania.

 

Kim Jong Il sempre esteve, desde muito jovem, ouvindo o povo.

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Fazendo uma inspeção à Marinha Popular.

A imagem do Querido Líder ficou gravada na mente do povo coreano para sempre. O camarada Kim Jong Il fazia questão de realizar inspeções à unidades militares, fábricas, usinas, escolas, hospitais e localidades de cultura, o que acabou se tornando uma marca de sua Liderança. Um companheiro fiel do povo, trabalhando sempre pela elevação da vida da população coreana e pelos princípios de reunificação da Pátria.

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O povo coreano teve a sublime experiência de ter Kim Il Sung e Kim Jong Il como comandantes.
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A Política Songun, que valoriza o Exército, implementada por Kim Jong Il, fez da Coreia uma potência militar.

Graças aos esforços da liderança de Kim Jong Il, a Coreia conseguiu alcançar grandes feitos em seu desenvolvimento, desde a criação de foguetes, mísseis e armas nucleares até a construção civil, educação e outras esferas da vida social. Infelizmente, o Dirigente faleceu em 2011, deixando o povo coreano e os povos amantes da paz. Porém, graças ao Marechal Kim Jong Un, hoje a Coreia leva adiante a experiência socialista conduzida em grande parte por Kim Jong Il e honra o seu nome.

Um importante homem para toda a História, um anti-imperialista, um amigo de todos os trabalhadores do mundo, um camarada para todos aqueles que resistem ao capitalismo!

FELIZ ANIVERSÁRIO, CAMARADA KIM JONG IL!
SEU LEGADO É IMORTAL E SERÁ LEMBRADO PELO RESTANTE DOS SÉCULOS!
MANSE!

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Lucas Rubio
Presidente do Centro de Estudos da Política Songun – Brasil

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Histórica cerimônia de abertura das Olimpíadas da Coreia

Em 9 de fevereiro de 2018, o mundo presenciou cenas históricas ocorridas na cidade de Pyeongchang, na Coreia do Sul, durante a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2018.

Esses Jogos Olímpicos de Inverno estão sendo palco de momentos incríveis de reaproximação entre o Norte e o Sul da Coreia. Tudo começou em 1º de janeiro desse ano quando, em um habitual discurso de ano novo, o Marechal Kim Jong Un, líder da Coreia do Norte, disse que desejava sucesso para a realização dos jogos no país vizinho e que seria interessante se a delegação norte-coreana também pudesse participar. Imediatamente, o governo da Coreia do Sul respondeu positivamente e os ministros da Reunificação de ambos os lados se reuniram para acertar os detalhes, no início do mês passado, em um encontro histórico e raro. Vale ressaltar que as reuniões Norte-Sul ocorreram sem intromissão dos Estados Unidos, que não foram convidados para mediar. Também é interessante lembrar que a Coreia do Norte não participou da última edição das Olimpíadas ocorrida também na Coreia do Sul há 30 anos.

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Reunião entre autoridades do Norte e do Sul da Coreia durante as negociações para a participação da RPDC nos Jogos Olímpicos de 2018.

Na primeira quinzena de janeiro veio a confirmação oficial para o mundo: a delegação da República Popular Democrática da Coreia iria participar dos Jogos Olímpicos na Coreia do Sul. Não só isso: a equipe do Norte e do Sul iriam entrar juntas na cerimônia de abertura sob uma bandeira única e igual – a bandeira peninsular da Coreia – e ambas as equipes seriam fundidas em uma só em algumas modalidades. Para que tudo isso acontecesse, o governo sul-coreano teve que suspender algumas sanções da ONU que o país havia aderido, permitindo a entrada de esportistas norte-coreanos em seu território e a exibição da bandeira da Coreia do Norte (banida pela Lei de Segurança Nacional por ser considerada a bandeira do inimigo). Além disso, o lado Norte enviou equipes de torcida para aquecerem as arquibancadas durante as cerimônias e disputas esportivas, além de também enviar grupos musicais e de dança para se apresentarem no Sul. O pedido de participação da RPDC veio inesperadamente e bem em cima da hora; se fossem competições em outro lugar do mundo ou em outras circunstâncias, provavelmente a delegação do Norte não seria admitida mas, para promover a paz e não perder a oportunidade única de abrir um canal de diálogo com o Norte, as autoridades sul-coreanas e o Comitê Olímpico Internacional se esforçaram e aceitaram de bom grado a equipe nacional da Coreia do Norte.

Há poucos dias antes do início dos Jogos, delegações esportivas, artistas, torcedores e funcionários da Coreia Socialista chegaram de trem e navio à Coreia do Sul, onde foram calorosamente recepcionados. Há muitos anos não se via algo parecido. Foram realizadas cerimônias de recepção e a bandeira da República Popular Democrática da Coreia foi hasteada no pavilhão de bandeiras dos países participantes das Olimpíadas durante uma grande festividade que contou com danças e apresentações musicais tradicionais coreanas realizada por artistas do Norte e do Sul, juntos. O hasteamento do pavilhão nacional da RPDC no território sul-coreano é algo a ser observado com grande atenção. Talvez a última vez que isso tenha acontecido com tamanha repercussão tenha sido durante as diversas vezes que o Exército Popular da Coreia ocupou o território Sul durante a Guerra da Coreia de 1950-1953.

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Bandeira da RPDC é hasteada na Vila Olímpica.
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Artistas da Coreia Popular na cerimônia de hasteamento da bandeira.

A cerimônia de abertura ocorreu como previsto na noite do dia 9 de fevereiro, em Pyeongchang, Coreia do Sul. Uma das coisas mais notáveis dessa ocasião foi a presença de importantes líderes políticos da República Popular Democrática da Coreia. Na manhã do dia 9, partiu de Pyongyang, capital da RPDC, uma comitiva especial, composta por altos funcionários governamentais, dos quais vale destacar Kim Yong Nam, o chefe de Estado da Coreia e há anos representante diplomático do país no exterior. Porém a pessoa que mais despertou atenções e curiosidade pelo mundo (além de alarde da mídia internacional) foi Kim Yo Jong, membro do Bureau Político do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia, cargo que exerce desde outubro de 2017, quando foi eleita durante o pleito interno do Partido. Porém não é somente seu alto cargo que chamou a atenção: Kim Yo Jong é irmã do Marechal Kim Jong Un e é muito próxima do líder da RPDC.

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Avião presidencial da RPDC que partiu de Pyongyang com delegação de alto nível.
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Choe Hwi, presidente do Comitê Nacional do Esporte da RPDC, Kim Yo Jong, 1ª Subchefe de departamento do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia, Kim Yong Nam, Presidente do Presidium da Assembleia Popular da RPDC e Ri Son Gwon, presidente do Comitê da Reunificação Nacional Pacífica.

Poucos momentos depois de partir de Pyongyang, o avião presidencial da RPDC, levando consigo os membros da comitiva diplomática de altíssimo nível, pousou em um aeroporto na Coreia do Sul. Lá, tivemos registros de imagens inéditas, mostrando o desembarque de Kim Yong Nam e Kim Yo Jong. Foi a primeira vez, desde 1953, que um membro da família Kim pisava em território do Sul da Coreia. O que mais atraiu as frenéticas lentes dos jornalistas foi a serenidade, calma e postura confiante de Kim Yo Jong, membro do CC do PTC e irmã de Kim Jong Un. Ela se encontrou com o Ministro da Reunificação da Coreia do Sul e instantes depois partiu de trem para Pyeongchang, demostrando uma postura de bastante credibilidade e tranquilidade digna de uma representante de um Estado tão honrado quando a RPDC.

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Delegação da RPDC é recepcionada por autoridades sul-coreanas.

Imagens da chegada da comitiva da Coreia Socialista.

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Kim Yo Jong, irmã do Marechal Kim Jong Un e alta funcionária do PTC.

Pela noite, teve início a abertura das Olimpíadas. Em um belo estádio, em formato de pentágono, iniciou-se um espetáculo de luzes, coreografia e fogos de artifício que deu início aos Jogos de Inverno. Com muitos efeitos visuais e tecnológicos, porém com pouca cultura e História verdadeiramente coreanas, (afinal estamos falando de um território ocupado pelos EUA há mais de 70 anos) a cerimônia de abertura foi realizada sob um frio de -5°C. Na cerimônia, estavam presentes importantes autoridades de vários países que já são velhos conhecidos da Crise na Coreia: Estados Unidos, Japão e China, sem contar, claro, as autoridades da Coreia do Norte e do Sul. Curioso notar que Kim Yong Nam e Kim Yo Jong, da Coreia do Norte, estavam sentados a menos de 1,5 metro de distância do representante do seu pior inimigo, os Estados Unidos, que estava presente na figura de Mike Pence, vice de Trump. Quando o Presidente da Coreia do Sul, Moon Jae In, chegou na tribuna acompanhado de sua esposa, ocorreu uma cena histórica. Primeiro, Moon Jae In foi cumprimentar Mike Pence, vice-presidente dos Estados Unidos da América e Shinzo Abe, Primeiro-Ministro do Japão. Depois de cumprimentá-los, Moon Jae In se dirigiu até a delegação norte-coreana e um aperto de mãos histórico ocorreu. Kim Yo Jong, irmã do Marechal Kim Jong Un, com um belo sorriso no rosto, apertou a mão do Presidente sul-coreano, que foi saudado depois por Kim Yong Nam. As câmeras de agências do mundo todo gravaram o momento com grande louvor.

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Os piores inimigos do mundo moderno separados por apenas 1 metro: no centro, abaixo, Mike Pence, vice-presidente dos Estados Unidos e Shinzo Abe, Primeiro-Ministro do Japão; acima, Kim Yong Nam, presidente do presidium da Assembleia Popular Suprema da RPDC e Kim Yo Jong, alta funcionária do Partido do Trabalho da Coreia.
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O aperto de mãos histórico: Coreia do Sul e Coreia do Norte se cumprimentam.
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O Presidente sul-coreano Moon Jae In chega à cerimônia e cumprimenta a camarada Kim Yo Jong.

No decorrer das festividades, dois momentos merecem destaque. O primeiro foi a entrada das delegações. Após todos os países participantes terem entrado, o estádio ocupado por milhares de pessoas vibrou energicamente com a entrada da delegação da Coreia, unificada. Carregando a bandeira branca com a Península Coreana em azul no centro, estavam dois atletas coreanos – uma do norte e um do sul, seguidos de centenas de atletas com uniformes idênticos. A marcha pelo estádio ocorreu sob acenos de Kim Yong Nam e Kim Yo Jong, que com muita alegria e emoção aplaudiram a deleção coreana, sendo acompanhados na saudação pelo Presidente Moon Jae In. Visivelmente alegre com o momento, o líder sul-coreano se virou e mais uma vez apertou a mão das autoridades do Norte. O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, nem ao menos aplaudiu. Sentado ficou e não fez qualquer movimento. Horas antes, durante um almoço de autoridades promovido pelo anfitrião Moon Jae In, Mike Pence, ao ver as autoridades do Norte, se retirou 5 minutos após ter chegado ao salão. Essas ações demonstram com que o humor os Estados Unidos estão após fracassarem em sua tentativa de afastar ao máximo os dois Estados da Coreia. O segundo instante memorável foi o momento de acender a pira olímpica, o símbolo das Olimpíadas. Mais uma vez, a tocha olímpica que conduziu a chama até a pira foi levada por duas atletas, sendo uma do Norte e outra do Sul. Ambas correram por uma belíssima rampa colorida com muitas luzes que subia até a tocha olímpica. O momento foi celebrado como um momento de união e alegria.

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A atleta norte-coreana Hwang Chung Gum e o atleta sul-coreano Won Yun Jong levaram a bandeira da Coreia juntos.
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A delegação da Coreia.
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Kim Yong Nam e Kim Yo Jong, além do presidente sul-coreano Moon Jae In, saúdam a delegação coreana.
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A atleta norte-coreana Jong Su Hyon e a atleta sul-coreana Park Jong Ah conduziram a tocha olímpica juntas até a pira.

No Brasil, a transmissão do evento ficou ao encargo da emissora esportiva SporTV, de propriedade da Rede Globo. Os quatro comentaristas escalados para a cobertura do evento agiram com covardia e mau-caratismo ao insultarem o povo da Coreia Socialista com as mais sórdidas mentiras. Em especial o repórter Marcos Uchôa demonstrou ter em seu repertório de frases prontas uma série de anticomunismos e racismos, dizendo absurdos e atacando o povo da Coreia. Ao mesmo tempo que dizia estar contente com a participação do Norte e que isso era um sinal de paz, o próprio repórter e seus colegas promoviam uma série de distorções e fantasias contra a honrada Coreia Socialista.

Como de costume, a cerimônia também contou com o discurso do chefe da organização das Olimpíadas na Coreia do Sul e o Presidente do Comitê Olímpico Internacional. Em seus discursos, ambos destacaram como ponto principal a participação do Norte e enalteceram esse momento glorioso.

Em 10 de fevereiro, ocorreu outro encontro entre o Presidente Moon Jae In e os líderes coreanos Kim Yo Jong e Kim Yong Nam, dessa vez um evento formal. A delegação norte-coreana deve partir de volta para casa no domingo após várias reuniões e eventos conjuntos que foram marcados. A mídia está especulando que Kim Yo Jong teria transmitido ao Presidente Moon Jae In um convite pessoal do irmão Kim Jong Un para que o líder sul-coreano visitasse Pyongyang.

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Kim Yong Nam e Moon Jae In apertam as mãos.

A histórica participação da Coreia do Norte nas Olimpíadas na Coreia do Sul, sua fusão em uma só equipe nacional e a visita de autoridades norte-coreanas de alto nível é uma grande vitória para o povo coreano e o símbolo da façanha conduzida por Kim Jong Un durante o ano de 2017. Após intimidar o imperialismo norte-americano, parece que o Marechal Kim Jong Un conseguiu imprimir no governo sul-coreano a visão de que o assunto coreano deve ser resolvido unicamente por coreanos, sem interferência externa. Essa reaproximação rara abre precedentes para futuras interações mais aprofundadas entre os Estados da Coreia e quem sabe floresçam novos tempos de paz e prosperidade para o povo coreano. Isso enfurece os Estados Unidos, que buscaram, mais brutalmente desde o início do governo Trump, destruir totalmente a Coreia Socialista e transformá-la num Estado completamente isolado.

O esporte está furando esse isolamento e o povo da Coreia do Sul está tendo a chance de conhecer melhor os seus irmãos do Norte através do esporte e da arte. Teatros na Coreia do Sul estão esgotando rapidamente os lugares quando bandas da Coreia do Norte anunciam que vão se apresentar lá. Esse é um sinal de que os coreanos não se odeiam e que na verdade anseiam pelo dia que a pátria coreana será novamente uma única e forte potência!

Glórias ao povo coreano!

Sucesso aos Jogos Olímpicos de Pyeongchang!

Viva a Reunificação!

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Lucas Rubio
Presidente do Centro de Estudos da Política Songun – Brasil

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