O Centro de Estudos da Política Songun – Brasil receberá o respeitado Dr. Dermot Hudson, professor de História pela Universidade de Winchester, Doutor em Ciências Políticas pela Universidade Kim Il Sung da República Popular Democrática da Coreia e Presidente da Associação de Amizade com a Coreia do Reino Unido para falar sobre os 66 anos da assinatura do armistício da Guerra da Coreia.
O conflito, praticamente esquecido e pouco estudado, segue em aberto mesmo mais de 70 anos depois de seu início e suas consequências foram as mais diversas, resultando não só na permanência da divisão da Coreia como também em uma situação de tensão permanente na Península. Em 1953, a Coreia do Norte se tornou o primeiro país a conseguir o êxito de fazer os Estados Unidos não conseguirem concluir uma guerra e acabou se tornando o alvo de diversos cercos e bloqueios por parte dos americanos.
Para falar sobre esse complexo tema, que vai desde a libertação da Coreia em 1945 até o desenvolvimento do polêmico programa nuclear da Coreia do Norte hoje em dia, o CEPS-BR apresentará um seminário com uma das mais importantes e conhecidas autoridades internacionais no assunto.
Dermot Hudson recebeu o título de Doutor na Coreia do Norte e é o chefe de várias organizações na Inglaterra de apoio e estudo estratégico sobre a República Popular Democrática da Coreia, tendo visitado o país em inúmeras oportunidades desde os anos 1980. Além disso, foi condecorado pelo governo da Coreia do Norte algumas vezes.
Dermot Hudson é o chefe de vários grupos de estudo sobre a Coreia no Reino Unido e já foi condecorado pelo governo norte-coreano várias vezes. (Créditos: KCNA)
O seminário «Guerra da Coreia – revisitando a “guerra esquecida”» acontecerá no dia 11 de julho de 2019 no Auditório 91, 9º andar da UERJ Maracanã, às 18h.
Além disso, durante o seminário ocorrerá o lançamento do livro «A História da Revolução Coreana», da Edições Nova Cultura, que foi escrito pelo Centro de Estudos da Ideia Juche – Brasil e pelo Centro de Estudos da Política Songun – Brasil.
O evento será apresentado por Lucas Rubio, Presidente do Centro de Estudos da Política Songun do Brasil e contará também com a presença de Alexandre Rosendo, do Centro de Estudos da Ideia Juche do Brasil. O seminário é realizado em conjunto com a Revista Intertelas e com a Tribuna da Imprensa Sindical.
Hoje, dia 30 de junho de 2019, entrou para a História como mais uma marcante página das relações Coreia do Norte – Estados Unidos.
Kim Jong Un, Presidente do Comitê de Estado da República Popular Democrática da Coreia, Presidente do Partido do Trabalho da Coreia e Comandante Supremo das Forças Armadas da República Popular Democrática da Coreia encontrou-se com Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos da América, em Phanmunjom, na fronteira que demarca a divisão entre o Norte e o Sul da Coreia.
O encontro foi relâmpago e deixou o mundo surpreso. 66 anos depois da assinatura do Armistício da Guerra da Coreia, os supremos líderes dos dois países deram um histórico aperto de mãos sobre a linha divisória.
Nesse momento, Kim Jong Un convidou Trump a atravessar a linha de demarcação militar para o norte, o que foi aceito pelo signatário americano. Donald Trump se tornou hoje o primeiro presidente americano em exercício a pisar em território norte-coreano.
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Depois, os dois líderes foram para a parte Sul da Coreia e se encontraram com o presidente daquele país, Moon Jae In. Logo depois de conversarem por alguns instantes, ocorreu uma conversa de portas fechadas entre EUA e Coreia.
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Ambas as partes discutiram soluções para aliviar a tensão na Península Coreana, acabar com a relação desagradável entre os dois países e alcançar uma mudança dramática nesses vínculos. Kim Jong Un e Trump explicaram os seus pontos de preocupação a respeito e os assuntos de interesse mútuo, manifestando entendimento total e simpatia entre eles.
Acordaram em ter, no futuro, relações mais estreitas e promover diálogos produtivos para abrir uma nova brecha na desnuclearização da Península Coreana.
O Máximo Dirigente Kim Jong Un disse que o encontro histórico de hoje foi possível graças às excelentes relações de amizade com o Presidente Trump e falou também que esses vínculos terão bons resultados jamais previstos por alguém e funcionarão como uma força misteriosa capaz de superar todas as dificuldades e obstáculos.
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Nas conversas estiveram presentes pela parte coreana Ri Yong Ho, membro do Bureau Político do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia e membro do Comitê de Estado da RPDC e Ministro das Relações Exteriores da RPDC e da parte estadunidense compareceu Mike Pompeo, secretário de Estado dos EUA.
Depois do encontro, Trump, Moon Jae In e Kim Jong Un se despediram na fronteira e o líder norte-coreano retornou para sua Pátria.
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(Informe da KCNA – com adaptações)
________________________ Lucas Rubio Presidente do Centro de Estudos da Política Songun – Brasil
No dia 3 de junho, no Estádio Primeiro de Maio, foi inaugurada a apresentação artística e ginástica de massa chamada “País do Povo”.
Kim Jong Un, Presidente do Partido do Trabalho da Coreia e do Comitê de Estado da RPDC e Comandante Supremo das Forças Armadas da RPDC assistiu ao evento junto de sua esposa Ri Sol Ju.
O Máximo Dirigente foi longamente ovacionado pela plateia presente no estádio. Ele respondeu com acenos.
Também estavam presentes Ri Man Gon, Pak Kwang Ho, Ri Su Yong, Kim Phyong Hae, Choe Hwi, An Jong Su, Pak Thae Song, Kim Yong Chol, Jo Yong Won, Kim Yo Jong, Ri Yong Sik, Hyon Song Wol, Kwon Hyok Bong, Jang Ryong Sik, Pak Chun Nam e outros quadros do Partido e Governo e os cidadãos.
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Entre os espectadores, se destacavam os compatriotas e os estrangeiros que vivem na Coreia.
O discurso de inauguração foi proclamado pelo Ministro da Cultura Pak Chun Nam.
A apresentação dos jogos de massa “País do Povo”, sob o céu noturno de Pyongyang, foi realizada com seus milhares de artistas demonstrando ritmos elegantes e belos, com danças ginásticas, descrições artísticas com fortes matizes nacionais e grande sincronia humana.
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Terminada a apresentação, todos os artistas e a plateia voltaram a dar efusivas saudações a Kim Jong Un, que respondeu e expressou seu agradecimento aos esforços dos participantes.
Depois do fim da apresentação, Kim Jong Un chamou os criadores da apresentação e criticou severamente seus modos de criação e trabalho errôneos e irresponsáveis, assinalando o conteúdo e a forma da obra.
Sublinhou que é muito importante a missão dos criadores e artistas do setor da literatura e arte na construção de cultura socialista e apresentou as tarefas importantes para executar corretamente a política do Partido em matéria de arte revolucionária.
Vídeo da TV Central da Coreia sobre a apresentação:
Após mais de um ano e meio sem testes militares, Pyongyang quebra o silêncio e testa nova arma de disparo em meio ao fracasso da cúpula com os EUA no Vietnã.
Informe da KCNA – Agência Central de Notícias da Coreia. Pyongyang, 17 de abril de 2019:
Kim Jong Un, Presidente do Partido do Trabalho da Coreia e da Comissão de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia e Comandante Supremo das Forças Armadas da RPDC, presenciou e dirigiu no dia 17 de abril a prova de disparo de uma arma teledirigida tática de novo tipo, realizada pela Academia de Ciências de Defesa Nacional.
Vendo o novo armamento, o Máximo Dirigente escutou as explicações dos funcionários da Academia sobre a composição do sistema de artefato e o modo de sua operação.
“O desenvolvimento e o estabelecimento do sistema desta arma são um evento de capital importância para o incremento da combatividade do Exército Popular da Coreia”, avaliou e qualificou de ‘muito louvável’ que tome como importância no setor de ciências de defesa nacional o desenvolvimento de sistemas de armas ao estilo coreano, que se faz com 4 elementos requeridos, mediante uma intensa campanha para cumprir as metas medulares de investigação, definidas pelo Partido na VIII Conferência da Indústria Armamentista.
Subiu ao posto de observação onde averiguou e dirigiu o plano da prova de disparo do novo armamento tático.
No ensaio, efetuado a modo de vários tipos de disparo contra distintos alvos, foram comprovados perfeitamente os índices da arma, que foi avaliada como vantajosa por seu especial modo de voo teledirigido e por sua capacidade de carregar uma ogiva poderosa.
Após observar o poder do artefato tático, o Máximo Dirigente disse que os cientistas da defesa nacional e os funcionários da indústria bélica fizeram um grande trabalho para melhorar a capacidade de auto-defesa. Prosseguiu em tom orgulhoso dizendo que assim como ocorreu no tempo de desenvolvimento de armas estratégicas, esta vez também se põe como admirador dos cientistas, técnicos e funcionários que são capazes de fabricar qualquer armamento proposto.
Apresentou as metas por etapas e as estratégicas para normalizar a produção da industria bélica e continuar elevando o nível sofisticado das ciências e tecnologias da defesa nacional e explicou em detalhes as tarefas e meios para alcançar as novas metas.
Na ocasião estiveram presentes Kim Phyong Hae, O Su Yong, Jo Yong Won, Ri Pyong Chol, Kim Jong Sik e outros quadros do Comitê Central do PTC e Kim Su Gil, Ri Yong Gil, No Kwang Chol, Pak Jong Chon, Pak Kwang Ju e outros comandantes do EPC.
No dia 27 de março de 2019, o delegado do Centro de Estudos da Política Songun – Brasil em São Paulo, Gabriel T., participou da palestra intitulada «Viva as Revoluções – Coreia do Norte».
O evento faz parte de um ciclo de debates chamado “Viva as Revoluções” e foi promovido pela União da Juventude Comunista (UJC), vinculada ao Partido Comunista Brasileiro (PCB).
A palestra teve lugar no Anfiteatro do curso de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP).
Maiara, militante da UJC e mediadora do debate, abriu o evento dizendo que a temática sobre Coreia Popular é vista sob muitas distorções produzidas pela grande mídia, na tentativa de deslegitimar a experiência da Revolução Coreana.
Depois, o delegado do CEPS-BR Gabriel T. abordou detalhadamente a História da Coreia, desde sua formação histórica há milênios até a ocupação japonesa, a Guerrilha Anti-Japonesa comandada pelo Presidente Kim Il Sung, a Guerra de Libertação da Pátria de 1950-1953, a vitória sobre o imperialismo americano e outros aspectos históricos. Gabriel T. também explicou sobre a Ideia Juche e a Política Songun, as duas grandes bandeiras revolucionárias da Coreia delineadas e postas em práticas pelo Presidente Kim Il Sung e pelo Dirigente Kim Jong Il.
Foto: divulgação/UJCFoto: Alessandro Santos
Também foi explicado, com base na História do país, o sucesso da Coreia em alcançar o status de nação desenvolvida em tecnologia nuclear e balística e a condução do Máximo Dirigente Kim Jong Un nos dias atuais da Coreia. Aspectos da realidade do país também foram expostos, bem como a vida da sociedade coreana socialista e popular.
Depois disso, os outros convidados deram suas palavras. A mesa também foi composta por Pedro Marin, da Revista Opera e Gabriel Lazari, secretário de Relações Internacionais da UJC.
Na plateia, esteve presente Alexandre Rosendo, representando o Centro de Estudos da Ideia Juche – Brasil.
No final, perguntas feitas pelo público foram respondidas.
O evento foi transmitido ao vivo e você pode vê-lo completo:
__________________________ Assessoria de Informações Centro de Estudos da Política Songun – Brasil
A Câmara Municipal do Rio de Janeiro, o Instituto da Amizade Brasil – Coreia e o Centro de Estudos da Política Songun – Brasil realizaram, no dia 21 de fevereiro de 2019, um seminário intitulado «Relações Norte-Sul na Península da Coreia e a Perspectiva de Reunificação». O evento foi realizado no auditório da Câmara Municipal da cidade do Rio de Janeiro.
Para discutir o tema, participaram do seminário e tomaram parte na mesa as seguintes representações diplomáticas e personalidades:
O Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da República Popular Democrática da Coreia no Brasil, Sr. Kim Chol Hak;
O Conselheiro Político da Embaixada da RPD da Coreia, Sr. Myong Chol;
O vereador pelo PSOL-RJ, Brizola Neto;
A Presidente do Instituto da Amizade Brasil-Coreia e Presidente do Comitê Preparatório Brasileiro de Comemoração aos 77 anos de Kim Jong Il, Sra. Rosanita Campos;
O Presidente do Centro de Estudos da Política Songun – Brasil e Porta-Voz do Movimento Juvenil por uma América Latina Independente, Sr. Lucas Rubio.
Antes do início do seminário, o vereador Leonel Brizola Neto apresentou ao público um livro que foi presentado ao seu avô, Leonel de Moura Brizola, pelas autoridades da Coreia Popular na década de 1990. O livro, um tomo das “Obras Escolhidas” do Dirigente Kim Jong Il, foi dado na época ao imortal Leonel Brizola como símbolo da amizade e respeito do povo coreano ao povo brasileiro.
Após uma introdução ao evento, feito pelo vereador Leonel Brizola, Rosanita Campos introduziu sua fala explicando a importância de um novo entendimento sobre a realidade que se passa na Coreia Popular, bem como o entendimento do desenvolvimento histórico desse país, que explica a atual fase de relação da Coreia com outros países do mundo, como os Estados Unidos e a Coreia do Sul, foco de discussão do seminário. Rosanita comentou sobre os volumes do livro “Memórias no Transcurso do Século”, a biografia escrita pelo fundador da Coreia Socialista, o Presidente Kim Il Sung. Rosanita, que é a tradutora brasileira das memórias de Kim Il Sung, comentou sobre os 5 volumes que já traduziu ao português em um trabalho pioneiro de anos.
Depois dela, Lucas Rubio, Presidente do CEPS-BR, esclareceu o público sobre os dois pilares políticos e filosóficos da Coreia: a Ideia Juche e a Política Songun. Rubio explicou a trajetória histórica do desenvolvimento do socialismo ao estilo coreano, nomeado de Juche, e também analisou o longo histórico de intervenções e ingerências externas na Coreia, o que justificaria a necessidade da Revolução Coreana ter atenções especiais à questão da defesa e do Exército Popular. Também foram elucidadas questões sobre o avanço do programa nuclear e balístico da Coreia, dois fatores que promoveram a troca da retórica estadunidense na Coreia – se antes os EUA imaginavam usar a força para resolver a questão, após as vitórias geoestratégias dos armamentos coreanos, passou a considerar o diálogo como meio de tratar a questão.
Depois, foi a vez do Embaixador da RPD da Coreia no Brasil, Kim Chol Hak, fazer sua intervenção, em coreano. Traduzido simultaneamente pelo Conselheiro Político da Embaixada, Myong Chol, o Embaixador saudou o público presente e a iniciativa dos organizadores do evento. O Embaixador e o Conselheiro falaram sobre as façanhas do Presidente Kim Il Sung, do Dirigente Kim Jong Il e, mais recentemente, do Marechal Kim Jong Un, sobre a questão nacional da Coreia e as diferentes perspectivas de relações de ambos os lados que visam a Reunificação. Explicaram o ganho de prestígio internacional da Coreia através do seu desenvolvimento militar e diplomático e esclareceram sobre os encontros históricos entre Kim Jong Un e Moon Jae In, presidente da Coreia do Sul, e Donald Trump, presidente dos EUA.
Após isso, a mesa foi aberta para perguntas do público, que lotou o auditório da Câmara, que possui 70 lugares. No pico de presença do evento, quase 90 pessoas estiveram presente. Todas as perguntas foram dirigidas aos diplomatas coreanos e o público teve a chance de perguntar diretamente à máxima autoridade da Coreia fora de lá sobre várias questões. As dúvidas foram em relação à Reunificação da Coreia, sobre como ela seria realizada e suas consequência, além de perguntas sobre economia, relações internacionais, o papel da China no mundo, dentre outras coisas. Todas as perguntas foram respondidas pelos diplomatas coreanos, em um ambiente de debate científico e à luz da razão.
Leonel Brizola finalizou o evento comentando o grande número de presentes, agradecendo à proposta do CEPS-BR e do IABC e também lendo um trecho de um livro de seu avô, tecendo críticas ao atual momento político do Brasil e mostrando o total descaso das classes dominantes brasileiras com a questão patriótica.
O evento foi realizado com sucesso numa noite que ficou marcada para sempre nos anais históricos da Câmara Municipal do Rio. O evento foi gravado e registrado eternamente nos arquivos nacionais como um ato de ouvir um dos lados da História ao qual muitas vezes a palavra é negada – o lado da República Popular Democrática da Coreia e dos brasileiros que a estudam.
Para o público presente, foi uma chance única de conhecer e conversar de perto com representações da nação asiática, muitas vezes tida como distante e fechada, além de ouvirem os frutos de estudos dedicados de anos de especialistas no assunto.
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O evento contou com a cobertura da Tribuna da Imprensa Sindical e da Revista InterTelas, cujos representantes também estiveram presentes. Ambos os veículos também ajudaram na divulgação e apoio prévio ao evento. Na plateia também estavam presentes representantes de movimentos sociais e movimentos históricos de resistência à ditadura militar brasileira de 1964-1985.
O Centro de Estudos da Política Songun do Brasil e o Instituto da Amizade Brasil – Coreia, em mais uma parceria, realizaram com sucesso um seminário que condiz com seus objetivos de promover o estudo e debate racional sobre a Coreia do Norte, sua história, filosofia e práxis.
A TV Câmara produziu duas matérias sobre o evento:
O grupo Irredentos e o Centro de Estudos da Política Songun – Brasil promoveram no dia 25 de janeiro de 2019 uma palestra sobre a Revolução Coreana em um assentamento do MST em Santa Catarina.
Lucas Rubio, como presidente do CEPS-BR e membro do grupo Irredentos, teve a oportunidade de conversar por mais de uma hora com os respeitados trabalhadores camponeses do Assentamento do MST em uma cidade brasileira próxima da fronteira com a Argentina, em Santa Catarina.
Durante a fala, foi exposta a trajetória da luta revolucionária coreana encabeçada pelo Presidente Kim Il Sung, desde a década de 1920, além das agressões do imperialismo americano e as grandes conquistas do povo do Norte da Coreia mesmo sob difíceis conjunturas.
Os camponeses do MST, após um dia de trabalho em suas lavouras e criações, ao início da noite, tiveram a oportunidade de não só conhecer a luta da Coreia Popular enquanto país socialista e anti-imperialista como também conhecer como vive o povo coreano. Foi dada especial atenção à vida dos camponeses da Coreia Popular.
Foi citada a histórica reforma agrária coreana, realizada logo após a libertação do país do imperialismo japonês, o sistema de organização do campo em cooperativas, os serviços que os camponeses coreanos possuem, como universidades técnicas especialistas em agronomia, acesso às terras, direitos sociais e outras coisas. Alguns temas e problemas da agricultura coreana também foram debatidos sob os aspectos geográficos e econômicos.
Durante o andar da palestra, foram respondidas perguntas sobre o funcionamento do governo coreano, a implementação das Forças Armadas como elemento revolucionário primordial, as armas e mísseis nucleares e a situação diplomática da Coreia. Também se responderam questões sobre a administração do Marechal Kim Jong Un.
Ao fim da fala, os trabalhadores do MST puderam saber da aliança operário-camponesa-intelectual que rege o socialismo coreano Juche.
Esse evento foi uma oportunidade única de levar a um dos maiores e mais mobilizados movimentos sociais do mundo, o MST do Brasil, um ponto de vista completamente novo sobre a Coreia do Norte. Muitos dos camponeses presentes estavam ouvindo sobre a experiência popular e socialista coreana pela primeira vez e puderam ter a noção de que, mesmo do outro lado do mundo e tão longe dos assentamentos do MST, há um povo digno, forte e corajoso que leva adiante a bandeira vermelha do socialismo que transforma os camponeses em donos do país e mestres de seus destinos.
No dia 22 de janeiro de 2019, na cidade de Chapecó, em Santa Catarina, foi realizado um evento de difusão de experiências revolucionárias e importantes na geopolítica atual: Venezuela, Nicarágua e República Popular Democrática da Coreia.
Lucas Rubio, na qualidade de Presidente do Centro de Estudos da Política Songun – Brasil, teve a oportunidade de expor ao agradável povo de Chapecó o processo revolucionário popular, socialista e anti-imperialista vivido na Coreia.
Durante a apresentação, foi explicado o movimento de luta anti-japonesa levado a cabo nos princípios do século passado pelo Presidente Kim Il Sung, a luta contra o imperialismo dos EUA durante a Guerra da Coreia de 1950-1953, além da construção do socialismo ao estilo coreano e um pouco de minhas experiências no país.
O público fez perguntas ao final do evento que foram respondidas. Destacou-se o papel importante da Coreia Popular como um país soberano e Socialista no mundo atual e discutiu-se os diferentes métodos dos EUA em tentar destruir experiências independentes aos seus ditames.
Dois outros camaradas discutiram sobre Venezuela e Nicarágua, respondendo também perguntas do público.
O evento foi organizado pelo grupo Irredentos, ao qual o Presidente faz parte.
Em 19 de dezembro de 2018, o programa Núcleo Política e Cidadania da TV Comunitária do Rio de Janeiro (TVC Rio) recebeu Lucas Rubio, Presidente do Centro de Estudos da Política Songun – Brasil e colaborador da Revista Intertelas.
Lucas Rubio, que também é estudante de letras com ênfase em russo na Universidade Federal do Rio de Janeiro, respondeu às perguntas do jornalista e diretor Moysés Corrêa sobre seu trabalho de aproximação do Brasil com a Coreia do Norte e sua recente visita ao país.
Durante a entrevista, foram debatidas questões importantes como a política militar bastante única do país asiático; os recentes desdobramentos com a tentativa de aproximação dos Estados Unidos; além de temas polêmicos como liberdade de expressão e segurança alimentar na região norte da península coreana.
Veja a entrevista completa:
Outros sites também replicaram a entrevista, como a RevistaIntertelas e a Tribuna da Imprensa Sindical. O canal do YouTube “Juche TV” também republicou a entrevista.
______________________________ Centro de Estudos da Política Songun – Brasil
No dia 3 de dezembro de 2018, na Sala de Vídeo da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, em São Paulo, foi realizado o evento «A Coreia do Norte por quem esteve lá», convocado pelo Centro de Estudos da Política Songun – Brasil e pelo Centro de Estudos da Ideia Juche – Brasil (responsável pelo Blog Solidariedade à Coreia Popular).
Lucas Rubio, Presidente do CEPS-BR e Alexandre Rosendo, do CEIJ-BR, discursaram sobre a História da Revolução Coreana e a luta do socialismo anti-imperialista da Coreia. A palestra foi mediada por Yuri Freitas.
Os discursantes puderam apresentar um pouco de suas impressões obtidas após suas viagens à Coreia Socialista em diferentes anos.
O público participou fazendo intervenções e perguntas sobre os mais diferentes assuntos relacionados ao país. O evento se propôs a desmentir muito do que a mídia tradicional propaga sobre a RPD da Coreia.