Coreia Popular difundida para os camponeses do MST – Movimento dos Sem Terra

O grupo Irredentos e o Centro de Estudos da Política Songun – Brasil promoveram no dia 25 de janeiro de 2019 uma palestra sobre a Revolução Coreana em um assentamento do MST em Santa Catarina.

Lucas Rubio, como presidente do CEPS-BR e membro do grupo Irredentos, teve a oportunidade de conversar por mais de uma hora com os respeitados trabalhadores camponeses do Assentamento do MST em uma cidade brasileira próxima da fronteira com a Argentina, em Santa Catarina.

Durante a fala, foi exposta a trajetória da luta revolucionária coreana encabeçada pelo Presidente Kim Il Sung, desde a década de 1920, além das agressões do imperialismo americano e as grandes conquistas do povo do Norte da Coreia mesmo sob difíceis conjunturas.

Os camponeses do MST, após um dia de trabalho em suas lavouras e criações, ao início da noite, tiveram a oportunidade de não só conhecer a luta da Coreia Popular enquanto país socialista e anti-imperialista como também conhecer como vive o povo coreano. Foi dada especial atenção à vida dos camponeses da Coreia Popular.

Foi citada a histórica reforma agrária coreana, realizada logo após a libertação do país do imperialismo japonês, o sistema de organização do campo em cooperativas, os serviços que os camponeses coreanos possuem, como universidades técnicas especialistas em agronomia, acesso às terras, direitos sociais e outras coisas. Alguns temas e problemas da agricultura coreana também foram debatidos sob os aspectos geográficos e econômicos.

Durante o andar da palestra, foram respondidas perguntas sobre o funcionamento do governo coreano, a implementação das Forças Armadas como elemento revolucionário primordial, as armas e mísseis nucleares e a situação diplomática da Coreia. Também se responderam questões sobre a administração do Marechal Kim Jong Un.

Ao fim da fala, os trabalhadores do MST puderam saber da aliança operário-camponesa-intelectual que rege o socialismo coreano Juche.

Esse evento foi uma oportunidade única de levar a um dos maiores e mais mobilizados movimentos sociais do mundo, o MST do Brasil, um ponto de vista completamente novo sobre a Coreia do Norte. Muitos dos camponeses presentes estavam ouvindo sobre a experiência popular e socialista coreana pela primeira vez e puderam ter a noção de que, mesmo do outro lado do mundo e tão longe dos assentamentos do MST, há um povo digno, forte e corajoso que leva adiante a bandeira vermelha do socialismo que transforma os camponeses em donos do país e mestres de seus destinos.

O evento também foi noticiado pelo periódico Tribuna da Imprensa Sindical.

GLÓRIAS AOS CAMPONESES DO BRASIL E DA COREIA POPULAR!

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Centro de Estudos da Política Songun – Brasil

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