25 anos sem KIM IL SUNG – o Grande Líder das massas populares

Kim Il Sung – o Presidente Eterno do Povo Coreano

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O dia de hoje marca a data em que se completam 25 anos desde o fim da vida física do Presidente Kim Il Sung, destacado líder do povo coreano que, com suas ideias e orientações brilhantes transcende os limites da vida terrena ao manter-se como o eterno sol que vive no coração da classe trabalhadora coreana de geração em geração e ilumina o caminho de avanço para lograr a vitória final da causa revolucionária do Juche e da independência da humanidade.

A vida do grande Líder foi a nobre vida de um patriota sem igual que abdicou de sua juventude para lutar pela país e povo, liderando a revolução apenas pelo caminho das vitórias e guiando as massas populares na construção de um país onde estas exercem papel de mestres e desfrutam de plena felicidade.

Na longa e rica história de 5.000 anos da Coreia, não houve nenhum outro líder como o camarada Kim Il Sung, genuíno filho das massas populares que, com seus amplos conhecimentos, firmes atributos de liderança, carisma e firme determinação, pôde não somente libertar seu povo das garras da opressão colonial dos imperialistas japoneses, mas também, elevá-los a um novo patamar onde passaram a ser os genuínos donos do país e construir um país próspero, apesar de todas as adversidades que surgiram no caminho da edificação do socialismo.

Filho de pais patrióticos, que suavam suor e sangue para garantir seu direito à existência em meio à opressão dos imperialistas, enquanto almejavam a libertação nacional e promoviam-a, o jovem Kim Song Ju cresceu com forte sentimento patriótico e aprendeu com os ensinamentos de seu pai e com as lições da história.

Desde sua juventude teve clara consciência de classe ao observar as condições reais em que se encontravam os trabalhadores na Coreia e na Manchúria, e a reforçou com o aprofundamento nos estudos sobre a “ideologia avançada”, o marxismo-leninismo, que conquistava vitórias marcantes pela primeira vez na história em território vizinho.

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Kim Il Sung na juventude

Embora tenha tornado-se um destacado líder ainda em sua adolescência, sendo chamado de General pela população, ele sempre manteve humildade e andou sempre junto ao povo, dando máxima prioridade a ouvir suas demandas e opiniões. Abertamente dizia, por toda sua vida, que o povo é seu professor, e que sem ouvir a voz do povo qualquer governo está fadado ao fracasso.

Pode-se observar plenamente sua devoção ao povo no estabelecimento do governo revolucionário popular nas bases de guerrilha nas zonas libertas, ainda durante a luta armada antijaponesa. Compreendendo as características particulares da Coreia, rejeitou a aplicação da Comuna e Soviete, formas de poder da classe operária conhecidas até então, e esforçou-se para criar um que atende-se às necessidades nacionais. Assim, dirigiu o estabelecimento da administração pelo povo e a promoção de reformas democráticas nas zonas libertas.

De acordo com as experiências práticas adquiridas no transcurso da revolução, o Líder formulou a Ideia Juche, uma ideologia revolucionária original centrada no homem que complementa a visão marxista-leninista, trazendo uma perspectiva ampla para o desenvolvimento vitorioso da revolução coreana e aporte fundamental para a revolução internacional.

Nos momentos difíceis onde a desesperança entre a população era o sentimento predominante devido às ações dos imperialistas japoneses, acendeu a chama da revolução e declarou a todo o mundo que a Coreia estava viva e seria libertada. Com sua arte militar destacada desenvolveu uma guerrilha com escassos armamentos em uma poderosa fileira de causar medo nos invasores. As vitórias consecutivas e táticas brilhantes são as marcas do Exército Revolucionário Popular da Coreia, liderado pelo General Kim Il Sung.

 

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Kim Il Sung: líder do Exército Popular

Como prometeu quando deixou sua casa em Mangyongdae, regressou quando a terra-pátria não mais estava sob domínio das forças opressoras, e foi aclamado por todo o povo como o líder da nova Coreia. Na ocasião solene, fez um discurso histórico que motivou todos a se dedicar à nobre e honrosa causa da construção da nova Coreia, livre e democrática.

Na construção da nova Coreia, levou a cabo as reformas democráticas e uniu as amplas seções das massas e patriotas para eliminar os resquícios do domínio colonial dos imperialistas japoneses e desenvolver as forças produtivas nacionais. Após anos de saque dos invasores, tudo era escasso e as condições de vida do povo eram precárias, o que fez da etapa anti-feudal e antiimperialista um momento sem precedentes na história onde a Coreia rapidamente emergiu como um país promissor.

Pedindo aqueles com conhecimento, para contribuírem com seu conhecimento, aqueles com força de trabalho, para contribuírem com sua mão de obra, e aqueles com dinheiro, para contribuírem com dinheiro, alcançou a unidade nacional e dirigiu a Coreia pelo caminho da prosperidade. Quando os imperialistas estadunidenses invadiram a parte sul do país, pouco tempo depois da libertação, tomou as medidas cabíveis para reunificar a Coreia pela via pacífica e de acordo com as demandas independentes das massas.

Fez tudo ao seu alcance para evitar a guerra fratricida perseguida pelas forças fantoches sul coreanas e pelos EUA, que se gabava de ser “invencível” no campo militar. Convocou todo o povo a tomar parte nos movimentos pela reunificação pacífica e organizou a realização em Pyongyang da Conferência Conjunta dos Representantes dos Partidos Políticos e Organizações Sociais do Norte e do Sul da Coreia, onde estiveram presentes quase todas figuras políticas do país.

Sem poder evitar o estalar da guerra, com o avanço das forças agressoras ao Norte do paralelo 38, ordenou ao recém formado Exército Popular da Coreia avançar ao sul e libertar a pátria do domínio das forças estrangeiras e obteve vitórias esmagadoras. Quando a situação tornou-se inviável para o avanço, tomou as medidas para o regresso estratégico das forças e, posteriormente promoveu operações estratégicas com apoio dos Voluntários do Povo Chinês que causaram enormes perdas às forças agressoras que, embora apelassem ao uso indiscriminado de bombardeios e armas químicas, não conseguiu conter as forças coreanas e chinesas.

Com a assinatura do armistício em 1953, quando os EUA confirmou sua derrota frente ao povo coreano, o General Kim Il Sung foi elogiado em todo mundo como grande estrategista militar e patriota que derrotou a potência militar que contava com larga experiência de guerra e equipamentos militares de ponta, enquanto o jovem exército coreano contava com limitados equipamentos militares dos tempos da luta armada e apoio material da URSS.

 

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Vitorioso General que venceu, junto ao povo, os EUA.

Além de seus êxitos de liderança durante a renhida Guerra de Libertação da Pátria, suas ações durante este embate que definiria o destino do país para promover a bem-estar do povo e proteger os recursos nacionais estão marcados com letras douradas na história. Vendo a difícil situação da população em meio aos ataques constantes das forças inimigas, garantiu no tempo de guerra o serviço médico gratuito às custas do Estado mesmo sob condições econômicas pouco propícias para tal medida, encarregou efetivos do EPC ao trabalho de reflorestação, conferiu honras estatais aos que realizaram atos heroicos, dentre outras medidas que vão além da imaginação.

Apesar das forças hostis abertamente duvidarem do desenvolvimento da RPDC em meio à tanta destruição e perdas humanas e materiais, foi visto um progresso impressionante em um curto espaço de tempo na construção pós-guerra. Dando prioridade à indústria pesada, produziu um grande auge que culminaria no início do Movimento Chollima que elevou a Coreia ao grupo de países socialistas industrializados, em total contraste com a devastada Coreia do Sul, liderada por um maníaco de guerra sob tutela de forças estrangeiras.

Quando os EUA tentou provocar uma nova guerra na Península Coreana com seus movimentos imprudentes e provocativos, tomou medidas enérgicas, garantindo que contra-medidas seriam tomadas contra quaisquer hostilidades dos imperialistas estadunidenses. Exemplo claro disso é o USS Pueblo, navio espião dos EUA que permanece em Pyongyang até os dias atuais.

Sob a direção do grande Líder, a Coreia socialista estabeleceu as bases da economia independente e tornou-se capaz de aplicar as medidas mais populares, como o sistema de educação obrigatória universal gratuita, sistema de saúde pública, abolição completa dos impostos, bem como construir prédios residenciais modernos, bases culturais e de saúde, e promover o desenvolvimento de sua infraestrutura urbana e no campo, garantindo uma vida digna a todo o povo.

Além de um destacado líder do povo coreano, o Presidente Kim Il Sung também é fonte de inspiração para os povos de todo o mundo e ilumina o caminho da independência da humanidade. Deu ativo apoio aos países que lutavam pela independência nacional e aspiravam à paz e prosperidade mútua. Apoiou ativamente a luta de diversos países africanos e encorajou a luta de países sul americanos e asiáticos contra a interferência estrangeira e pela independência. Cumpriu seu papel internacionalista enviando efetivos da força aérea para o Vietnã para combater os invasores estadunidenses, e fortaleceu as relações diplomáticas com as potências vizinhas ao mesmo tempo que estabeleceu uma política externa independente.

O grande Líder era excelente na arte de diplomacia e ganhou admiração mesmo de figuras que não compartilhavam as mesmas opiniões políticas que ele. Isso porque ele era sempre sincero, buscava o entendimento e defendia com todas as forças os interesses supremos do povo coreano. Graças à sua habilidade diplomática e medidas iniciativas, abriu-se o caminho para a reconciliação intercoreanas e as perspectivas para a futura reunificação da pátria, bem como a possibilidade de diálogo em pé de igualdade com os EUA na mesa de negociações.

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O Presidente Kim Il Sung com o líder do povo vietnamita Ho Chi Minh.

Sua principal lema de vida era considerar o povo como o céu (이민위천) e andar sempre entre as massas para instruí-las e aprender com elas. Tomou como atividade de extrema importante assimilar toda a sociedade, dos intelectuais aos trabalhadores braçais, com a classe trabalhadora. Dizia que o intelectual deve também tomar parte no trabalho físico quando possível, e o trabalhador comum deve ter conhecimentos em várias áreas relevantes.

Também, como dirigente do Partido do Trabalho da Coreia, partido de vanguarda da revolução, orientado pela grande Ideia Juche, fez esforços incansáveis para corrigir as falhas no trabalho partidário, combater o revisionismo e o faccionismo, e tornar o Partido mais interligado com as massas, de forma estabelecer uma unidade de coração único.

O grande Líder camarada Kim Il Sung certa vez disse:

“O verdadeiro valor de um partido político e de sua política devem ser medidos não por suas palavras ou declaração, mas sim por suas atividades práticas e por seus feitos concretos que demonstram de quem são os interesses representados e quem defende de fato esta política”.

Amado pelo povo coreano como o pai da nação, líder destacado e Sol da Coreia, nem mesmo o tempo fez seus amados filhos na terra de 3000-ri e seus admiradores em todo o mundo esquecerem de sua vida brilhante e de suas orientações orientadas à construção de um país próspero e poderoso e de um mundo independente e pacífico. A vida do grande Líder de Paektu transcende qualquer limite de tempo e é transmitida de geração em geração, e sua direção é a guia a ser invariavelmente seguida pelo povo coreano para lograr novas vitórias; eis aqui o motivo pelo qual seu nome é associado ao Sol, estrela central do sistema solar que garante a existência humana e ilumina e aquece o planeta.

Até seus últimos dias de vida, o Presidente não permitiu-se descansar, dando prioridade total aos assuntos da nação e passando orientações importantes para funcionários do Partido e do governo e para estabelecimentos importantes da economia nacional, visando o futuro. Também deu ampla atenção ao desenvolvimento das futuras gerações como pilares confiáveis da nação. Seus feitos foram realmente além de seu tempo!

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O Presidente Kim Il Sung trabalhou até seus últimos dias de vida

Resolveu corretamente o problema da sucessão da liderança da revolução ao apontar o Dirigente Kim Jong Il como camarada confiável e revolucionário com amplo conhecimento teórico e prático, que seria capaz de levar adiante a revolução que iniciou nas florestas do Monte Paektu e trazer glórias infinitas para a nação.

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O Dirigente Kim Jong Il (à esquerda) foi o continuador do legado do Presidente Kim Il Sung.

A exaltação do caráter independente da Coreia em todos os aspectos por meio de trabalhos incessantes é uma marca indelével do Presidente, que é transmitida por todo o globo terrestre. Certa vez, em conversa com delegação estrangeira em 1993 ele disse: “Se alguém trata de forjar seu destino recorrendo exclusivamente às pessoas de grandes países ou dos desenvolvidos, acabará fracassando. Que o destino de cada um pode ser forjado somente por si mesmo é, precisamente, o credo que mantenho desde o alvorecer a luta revolucionária.”.

A vida do grande Líder camarada Kim Il Sung será eternamente lembrada pelo povo coreano e pelos povos progressistas do mundo e suas orientações são guias eternas para a vitória final da causa socialista.

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Do blog A Voz do Povo de 1945

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CEPS-BR receberá o Dr. Dermot Hudson do Reino Unido

O Centro de Estudos da Política Songun – Brasil receberá o respeitado Dr. Dermot Hudson, professor de História pela Universidade de Winchester, Doutor em Ciências Políticas pela Universidade Kim Il Sung da República Popular Democrática da Coreia e Presidente da Associação de Amizade com a Coreia do Reino Unido para falar sobre os 66 anos da assinatura do armistício da Guerra da Coreia.

O conflito, praticamente esquecido e pouco estudado, segue em aberto mesmo mais de 70 anos depois de seu início e suas consequências foram as mais diversas, resultando não só na permanência da divisão da Coreia como também em uma situação de tensão permanente na Península. Em 1953, a Coreia do Norte se tornou o primeiro país a conseguir o êxito de fazer os Estados Unidos não conseguirem concluir uma guerra e acabou se tornando o alvo de diversos cercos e bloqueios por parte dos americanos.

Para falar sobre esse complexo tema, que vai desde a libertação da Coreia em 1945 até o desenvolvimento do polêmico programa nuclear da Coreia do Norte hoje em dia, o CEPS-BR apresentará um seminário com uma das mais importantes e conhecidas autoridades internacionais no assunto.

Dermot Hudson recebeu o título de Doutor na Coreia do Norte e é o chefe de várias organizações na Inglaterra de apoio e estudo estratégico sobre a República Popular Democrática da Coreia, tendo visitado o país em inúmeras oportunidades desde os anos 1980. Além disso, foi condecorado pelo governo da Coreia do Norte algumas vezes.

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Dermot Hudson é o chefe de vários grupos de estudo sobre a Coreia no Reino Unido e já foi condecorado pelo governo norte-coreano várias vezes. (Créditos: KCNA)

O seminário «Guerra da Coreia – revisitando a “guerra esquecida”» acontecerá no dia 11 de julho de 2019 no Auditório 91, 9º andar da UERJ Maracanã, às 18h.

Além disso, durante o seminário ocorrerá o lançamento do livro «A História da Revolução Coreana», da Edições Nova Cultura, que foi escrito pelo Centro de Estudos da Ideia Juche – Brasil e pelo Centro de Estudos da Política Songun – Brasil.

O evento será apresentado por Lucas Rubio, Presidente do Centro de Estudos da Política Songun do Brasil e contará também com a presença de Alexandre Rosendo, do Centro de Estudos da Ideia Juche do Brasil. O seminário é realizado em conjunto com a Revista Intertelas e com a Tribuna da Imprensa Sindical.

Para mais detalhes, confira o evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/340893316590928/

O evento contará com tradução simultânea em português.

Será realizada venda de livros sobre a Coreia do Norte na ocasião.

A entrada é gratuita e não é necessária pré-inscrição.

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Cartaz de divulgação (Créditos: Mariana Brittes/Revista Intertelas)

Vídeo de divulgação:

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Centro de Estudos da Política Songun – Brasil

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Histórico encontro entre KIM JONG UN e Trump na fronteira da Coreia

Hoje, dia 30 de junho de 2019, entrou para a História como mais uma marcante página das relações Coreia do Norte – Estados Unidos.

Kim Jong Un, Presidente do Comitê de Estado da República Popular Democrática da Coreia, Presidente do Partido do Trabalho da Coreia e Comandante Supremo das Forças Armadas da República Popular Democrática da Coreia encontrou-se com Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos da América, em Phanmunjom, na fronteira que demarca a divisão entre o Norte e o Sul da Coreia.

O encontro foi relâmpago e deixou o mundo surpreso. 66 anos depois da assinatura do Armistício da Guerra da Coreia, os supremos líderes dos dois países deram um histórico aperto de mãos sobre a linha divisória.

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Nesse momento, Kim Jong Un convidou Trump a atravessar a linha de demarcação militar para o norte, o que foi aceito pelo signatário americano. Donald Trump se tornou hoje o primeiro presidente americano em exercício a pisar em território norte-coreano.

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Depois, os dois líderes foram para a parte Sul da Coreia e se encontraram com o presidente daquele país, Moon Jae In. Logo depois de conversarem por alguns instantes, ocorreu uma conversa de portas fechadas entre EUA e Coreia.

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Ambas as partes discutiram soluções para aliviar a tensão na Península Coreana, acabar com a relação desagradável entre os dois países e alcançar uma mudança dramática nesses vínculos. Kim Jong Un e Trump explicaram os seus pontos de preocupação a respeito e os assuntos de interesse mútuo, manifestando entendimento total e simpatia entre eles.

Acordaram em ter, no futuro, relações mais estreitas e promover diálogos produtivos para abrir uma nova brecha na desnuclearização da Península Coreana.

O Máximo Dirigente Kim Jong Un disse que o encontro histórico de hoje foi possível graças às excelentes relações de amizade com o Presidente Trump e falou também que esses vínculos terão bons resultados jamais previstos por alguém e funcionarão como uma força misteriosa capaz de superar todas as dificuldades e obstáculos.

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Nas conversas estiveram presentes pela parte coreana Ri Yong Ho, membro do Bureau Político do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia e membro do Comitê de Estado da RPDC e Ministro das Relações Exteriores da RPDC e da parte estadunidense compareceu Mike Pompeo, secretário de Estado dos EUA.

Depois do encontro, Trump, Moon Jae In e Kim Jong Un se despediram na fronteira e o líder norte-coreano retornou para sua Pátria.

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(Informe da KCNA – com adaptações)

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Lucas Rubio
Presidente do Centro de Estudos da Política Songun – Brasil

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O Código Penal da Coreia do Norte

O Centro de Estudos da Política Songun – Brasil editou o Código Penal da República Popular Democrática da Coreia em português e o publica a seguir.

O Código Penal da RPDC especifica os atos que são considerados crimes e as punições equivalentes.

Na Coreia Popular, as punições mais comuns são as de trabalho forçado. Diferentemente dos países capitalistas, onde os presos são mantidos em cárcere e inertes, na RPDC os prisioneiros pagam por seus crimes desenvolvendo trabalhos de construção para se desculpar ao país e ao povo.

Você pode fazer o download do documento CLICANDO AQUI ou lê-lo diretamente abaixo:

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Lucas Rubio
Presidente do Centro de Estudos da Política Songun – Brasil

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A carta de KIM IL SUNG aos Panteras Negras e ao povo negro dos EUA

O Presidente Kim Il Sung foi o líder do povo coreano nos anos da Guerra Anti-Japonesa. Durante quase 20 anos, na primeira metade do século XX, ele liderou o movimento revolucionário que lutou corajosamente contra a ocupação do Japão na Coreia, ocupação esta que contava com requintes de crueldade por parte dos imperialistas japoneses: o povo coreano era racialmente visto como inferior e por isso a cultura coreana foi proibida, contando inclusive com a anulação do uso da língua coreana e o sequestro de mulheres coreanas para servirem como escravas sexuais dos soldados japoneses.

Depois de alcançar a libertação da Coreia em 1945, o Presidente Kim Il Sung fundou, em 1948, a República Popular Democrática da Coreia, o verdadeiro Estado da Coreia e, apenas dois anos depois, em 1950, mais uma vez liderou o povo coreano na luta contra o imperialismo, dessa vez o imperialismo dos EUA.

Nas décadas após a guerra, o Presidente Kim Il Sung e a Coreia Popular apoiaram inúmeros movimentos mundiais de libertação anti-colonial e anti-imperialista na Ásia, África e Américas. Um dos movimentos que a Coreia mais apoiou foi o movimento negro nos EUA liderado pelo Partido dos Panteras Negras.

O Partido dos Panteras Negras considerava a luta do povo coreano contra o racismo e imperialismo japonês e americano como um grande exemplo e mantinha intensa admiração pela Revolução Coreana.

No ano novo de 1969, os Panteras Negras enviaram uma carta para o Presidente Kim Il Sung e ele respondeu pessoalmente, enviando uma mensagem não só para os remetentes mas também para todo o povo negro dos EUA.

A carta do Presidente Kim Il Sung foi publicada no jornal central do Partido dos Panteras Negras, volume VI, edição número 8, em 24 de janeiro de 1970, com o título de «Telegrama do camarada Kim Il Sung – o respeitado e amado líder dos 60 milhões de coreanos». O conteúdo da carta está adornado por uma fotografia de um gigantesco monumento coreano em homenagem à Batalha de Pochonbo, mostrando os revolucionários liderados pelo Presidente.

Nós do Centro de Estudos da Política Songun do Brasil reproduzimos a carta, traduzida, a seguir:

Eu expresso meus sinceros agradecimentos ao seu Partido pelas saudações revolucionárias que me foram enviadas no ano novo.
No ano passado, o seu partido e o povo negro progressista da América corajosamente repeliram a sempre intensa opressão e perseguição fascista dos imperialistas dos EUA e conquistaram uma grande vitória na luta pela liberdade, democracia e pelos seus direitos vitais.

O povo coreano assiste com profunda simpatia e expressa solidariedade mútua com sua justa luta para abolir o sistema amaldiçoado de discriminação racial dos imperialistas dos EUA e conquistar a liberdade e a emancipação.

Convencidos de que os laços militantes entre o povo coreano e o povo negro progressista da América se fortalecerão e se desenvolverão no novo ano na batalha contra o imperialismo norte-americano, nosso inimigo comum, desejo a vocês novos êxitos em sua luta.

KIM IL SUNG
Primeiro Ministro do Gabinete da República Popular Democrática da Coreia.
17 de janeiro de 1970

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Página do jornal central dos Panteras Negras com a carta do Presidente Kim Il Sung. Veja em resolução melhor clicando aqui.
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Capa de uma edição da revista “Panteras Negras” de 1969 que também traz uma matéria sobre o revolucionário coreano Kim Il Sung

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Lucas Rubio
Presidente do Centro de Estudos da Política Songun – Brasil

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KIM JONG UN critica gigantesca apresentação de massa

No dia 3 de junho, no Estádio Primeiro de Maio, foi inaugurada a apresentação artística e ginástica de massa chamada “País do Povo”.

Kim Jong Un, Presidente do Partido do Trabalho da Coreia e do Comitê de Estado da RPDC e Comandante Supremo das Forças Armadas da RPDC assistiu ao evento junto de sua esposa Ri Sol Ju.

O Máximo Dirigente foi longamente ovacionado pela plateia presente no estádio. Ele respondeu com acenos.

Também estavam presentes Ri Man Gon, Pak Kwang Ho, Ri Su Yong, Kim Phyong Hae, Choe Hwi, An Jong Su, Pak Thae Song, Kim Yong Chol, Jo Yong Won, Kim Yo Jong, Ri Yong Sik, Hyon Song Wol, Kwon Hyok Bong, Jang Ryong Sik, Pak Chun Nam e outros quadros do Partido e Governo e os cidadãos.

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Entre os espectadores, se destacavam os compatriotas e os estrangeiros que vivem na Coreia.

O discurso de inauguração foi proclamado pelo Ministro da Cultura Pak Chun Nam.

A apresentação dos jogos de massa “País do Povo”, sob o céu noturno de Pyongyang, foi realizada com seus milhares de artistas demonstrando ritmos elegantes e belos, com danças ginásticas, descrições artísticas com fortes matizes nacionais e grande sincronia humana.

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Terminada a apresentação, todos os artistas e a plateia voltaram a dar efusivas saudações a Kim Jong Un, que respondeu e expressou seu agradecimento aos esforços dos participantes.

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Depois do fim da apresentação, Kim Jong Un chamou os criadores da apresentação e criticou severamente seus modos de criação e trabalho errôneos e irresponsáveis, assinalando o conteúdo e a forma da obra.

Sublinhou que é muito importante a missão dos criadores e artistas do setor da literatura e arte na construção de cultura socialista e apresentou as tarefas importantes para executar corretamente a política do Partido em matéria de arte revolucionária.

Vídeo da TV Central da Coreia sobre a apresentação:

Com informações de KCNA.

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Coreia do Norte acaba de testar nova arma

Após mais de um ano e meio sem testes militares, Pyongyang quebra o silêncio e testa nova arma de disparo em meio ao fracasso da cúpula com os EUA no Vietnã.

Informe da KCNA – Agência Central de Notícias da Coreia. Pyongyang, 17 de abril de 2019:

Kim Jong Un, Presidente do Partido do Trabalho da Coreia e da Comissão de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia e Comandante Supremo das Forças Armadas da RPDC, presenciou e dirigiu no dia 17 de abril a prova de disparo de uma arma teledirigida tática de novo tipo, realizada pela Academia de Ciências de Defesa Nacional.

Vendo o novo armamento, o Máximo Dirigente escutou as explicações dos funcionários da Academia sobre a composição do sistema de artefato e o modo de sua operação.

“O desenvolvimento e o estabelecimento do sistema desta arma são um evento de capital importância para o incremento da combatividade do Exército Popular da Coreia”, avaliou e qualificou de ‘muito louvável’ que tome como importância no setor de ciências de defesa nacional o desenvolvimento de sistemas de armas ao estilo coreano, que se faz com 4 elementos requeridos, mediante uma intensa campanha para cumprir as metas medulares de investigação, definidas pelo Partido na VIII Conferência da Indústria Armamentista.

Subiu ao posto de observação onde averiguou e dirigiu o plano da prova de disparo do novo armamento tático.

No ensaio, efetuado a modo de vários tipos de disparo contra distintos alvos, foram comprovados perfeitamente os índices da arma, que foi avaliada como vantajosa por seu especial modo de voo teledirigido e por sua capacidade de carregar uma ogiva poderosa.

Após observar o poder do artefato tático, o Máximo Dirigente disse que os cientistas da defesa nacional e os funcionários da indústria bélica fizeram um grande trabalho para melhorar a capacidade de auto-defesa. Prosseguiu em tom orgulhoso dizendo que assim como ocorreu no tempo de desenvolvimento de armas estratégicas, esta vez também se põe como admirador dos cientistas, técnicos e funcionários que são capazes de fabricar qualquer armamento proposto.

Apresentou as metas por etapas e as estratégicas para normalizar a produção da industria bélica e continuar elevando o nível sofisticado das ciências e tecnologias da defesa nacional e explicou em detalhes as tarefas e meios para alcançar as novas metas.

Na ocasião estiveram presentes Kim Phyong Hae, O Su Yong, Jo Yong Won, Ri Pyong Chol, Kim Jong Sik e outros quadros do Comitê Central do PTC e Kim Su Gil, Ri Yong Gil, No Kwang Chol, Pak Jong Chon, Pak Kwang Ju e outros comandantes do EPC.

As fotos da ocasião ainda não foram divulgadas.

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Do blog A Voz do Povo de 1945

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KIM IL SUNG: 107 anos do grande líder da classe operária

Artigo em homenagem aos 107 anos de nascimento do Presidente Kim Il Sung

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Nascido em uma família de camponeses pobres, arrendatários, no modesto distrito de Mangyongdae, Kim Il Sung, compreendendo o valor da pátria, povo e revolução desde seus primeiros anos ao tomar os mesmos passos que seu pai na luta pela libertação da Coreia, pavimentou com sua ideologia avançada, conhecimentos amplos, patriotismo e grande amor ao povo, a estrada de vitórias no caminho da revolução.

Poucos são os líderes na história da humanidade que vieram da classe operária, e menos ainda são aqueles que mantiveram-se como membro dela até os seus últimos dias. Kim Il Sung foi um líder singular, que não pode ser comparado a qualquer outro, pois foi alguém que lançou-se ao caminho revolucionário em sua adolescência e morreu em idade avançada elaborando documentos importantes para a reunificação do país.

Nascido como Kim Song Ju, o mais velho de três irmãos, filho dos patriotas Kim Hyong Jik e Kang Pan Sok, ele foi desde cedo educado a amar seu país e cultivar sentimentos de camaradagem com seus vizinhos. Embora as condições fossem financeiras fossem difíceis, seus pais lhe estimularam à estudar mesmo com todas as adversidades que surgiam neste caminho.

Como herdeiro de um dos mais destacados líderes do movimento pela libertação do país naquela época, foi obrigado a mudar-se para a China ainda muito jovem, deixando seus avós, parentes e amigos em Mangyongdae, sendo obrigado à adaptar-se à um novo país. Mas o jovem Kim não teve grandes dificuldades acerca disso. Sob tutela de seu pai, aprendeu mandarim e também a importância de reunir camaradas, além de todos os ensinamentos valiosos sobre a luta pela libertação da terra natal.

Tornou-se um destacado marxista e agitador em seus tempos de escola, fazendo muitos camaradas, coreanos e chineses, que o seguiram, aderindo à ideologia avançada e abrigando o grande propósito de levar a cabo tanto na Coreia quanto na China a luta para construir uma nova sociedade, onde prevalecesse a justiça e que fosse gerida pela classe operária.

Apesar da opressão dos reacionários do Kuomintang que buscavam reprimir as manifestações progressistas mesmo nas escolas, Kim Il Sung teve contato com professores de viés progressistas que tiveram grande importância em sua formação, como Shang Yue, que lhe ensinou literatura e filologia na Escola Secundária Yuwen, com quem teve conversas importantes sobre temas relevantes relacionados à revolução.

Sua primeira grande prova em sua vida e carreira foi quando seu pai lhe instruiu à deixar Badaogou, na China, e seguir até sua terra natal, Mangyongdae, para concluir seus estudos na terra natal. Seu pai lhe disse que seria importante conhecer melhor o país e como vivia o povo e, assim, no dia 16 de março de 1926 ele iniciou sua caminhada de 1000 ris na qual pôde tirar valiosas lições para levar a cabo a luta armada pela libertação nacional e a revolução socialista.

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Na juventude

Em contato direto com o povo, ele percebeu mais vividamente o sofrimento de seus compatriotas em várias partes do país, seu modo de viver, suas opiniões, seus desejos e necessidades, e aumentou seu ódio ao imperialismo japonês que escravizava o povo coreano e saqueava a nação.

Sua longa caminhada de estudos e as valiosas instruções de seu progenitor foram a base para a fundação da União para Derrotar o Imperialismo em 1926, a primeira organização de vanguarda revolucionária marxista-leninista que abarcou muitos jovens patrióticos e comunistas. Em seu discurso inaugural, o jovem Kim Song Ju encorajou a todos a estudar profundamente o marxismo e lutar tenazmente para derrubar o imperialismo e construir uma nova sociedade.

Na ocasião ele disse:

“Se o forte e corajoso povo coreano, que é orgulhoso de sua longa história e brilhante cultura, lutar com esforços unidos, poderá certamente derrotar os imperialistas japoneses e conquistar a independência da Coreia.” – elevando o ímpeto dos jovens a se lançar na luta patriótica contra os imperialistas japoneses.

Como um líder nato, seguiu honrosamente o legado de seu país que faleceu em terras estrangeiras, prometendo libertar a Coreia o quanto antes. Também perdeu muito cedo sua mãe, quem conduziu atividades de agitação entre as mulheres e as convocou a participar das atividades revolucionárias junto aos homens. Sua mãe, em decorrência de doença, não resistiu e assim como seu pai não chegou a ver a Coreia liberta. Kim Il Sung cuidou de seus irmãos com esmero e os levou a participar da luta patriótica, sem se abalar com os percalços do renhido caminho da revolução.

Formou o Exército de Guerrilha Popular Anti Japonês em 1932 e o desenvolveu no Exército Revolucionário Popular da Coreia em 1934, como exército não regular formado por grandes fileiras de revolucionários dispostos a derramar seu sangue pela libertação da Coreia. Nesse caminho de batalhas ferozes, dentre as quais Kim Il Sung, aclamado como General, liderou sabiamente as operações à vitória, o povo coreano tornou-se livre em agosto de 1945.

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Nos tempos da Guerrilha Anti Japonesa

No caminho para a construção da nova Coreia, democrática, soberana e socialista, fez esforços incansáveis para a construção do Partido de vanguarda, que abarcasse as amplas massas de trabalhadores e ouviu atentamente as opiniões do povo, incluindo de indivíduos assimilados com outras ideologias. Promoveu a revolução democrática e anti-imperialista, com apoio das amplas filas de patriotas para eliminar os resquícios da velha sociedade e eliminar os colaboracionistas e traidores da nação. Nesta caminho, com a revolução cultural em pleno andamento, promoveu a reforma agrária, a lei de igualdade de direitos entre homens e mulheres, buscou livrar os camponeses dos trabalhos pesados com a promoção da revolução técnica, estatizou as principais indústrias, dentre outras façanhas.

Todavia, com o sul da Coreia invadido pelos imperialistas estadunidenses e infestado de colaboracionistas, viu o destino da nação ser posto à prova novamente. Decidiu por desenvolver a revolução na parte norte da República e unir todo o povo na luta pela reunificação pacífica do país. Com a realização da Conferência Conjunta dos Representantes dos Partidos Políticos e Organizações Sociais do Norte e do Sul da Coreia em Pyongyang em abril de 1948, sob sua liderança, foi unânime entre várias figuras políticas o desejo de reunificar a Coreia de forma pacífica, aplicando um duro golpe ao regime fantoche de Syngman Rhee e aos EUA, sedentos por tomar toda a Coreia.

Apesar de seus esforços para a reunificação sem confronto fratricida, em contraste à postura sempre hostil do governo ditatorial sul coreano, não pôde evitar o inicio da guerra de três anos, e com coragem, comandou a jovem República Popular Democrática da Coreia à uma expressiva vitória contra os imperialistas estadunidenses que mesmo recorrendo às mais cruéis formas de ataque, não conseguiram por o povo coreano de joelhos e por fim assinaram o armistício.

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Em 1953

Mesmo com a desconfiança de muitos, orientou a Coreia à uma rápida e eficiente reconstrução pós guerra onde o povo coreano mostrou seu poderio. E em pouco tempo, na marcha do movimento Chollima, o país atrasado e depois destruído pela guerra se transformou em um avançado país industrializado socialista. Enquanto no sul da Coreia as revoltas eram constantes contra o regime fantoche, no Norte o povo gozava de uma vida cada vez mais confortável como mestres da sociedade e trabalhavam com orgulho para um futuro ainda mais próspero.

O grande Líder também fortaleceu o Exército Popular da Coreia, formado pouco antes do início da Guerra de Libertação da Pátria, como forças armadas confiáveis para garantir a soberania do país e contribuir para a construção socialista. Vimos assim uma unidade de coração único se formar com militares e civis, todos unidos em torno do Partido e do Líder.

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Kim Il Sung: sempre ao lado do povo

Em meio às ameaças das forças hostis, foi intransigente e tomou medidas cabíveis para defender os ganhos da revolução. Ao mesmo tempo, não fugiu ao diálogo com qualquer um que respeitosamente gostasse de debater questões relevantes, independente de diferenças ideológicas. Era um líder sem igual.

Sob a liderança do Partido, tomou medidas necessárias para fortalecer seus membros no político e ideológico e os manter sempre fiéis às massas populares. Combateu os anti-partidários e revisionistas que agiam contra a revolução e exaltou o caráter autóctone do Partido orientado pela Ideia Juche. Sob liderança do Estado, foi um estadista exemplar que ganhou admiração de várias figuras do cenário internacional com sua excelente diplomacia e visões progressistas. Foi orientador do movimento de emancipação da classe trabalhadora do jugo colonial em várias partes do mundo, dando apoio ativo à muitos países que lutavam pela libertação nacional.

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Até seus últimos dias trabalhou com devoção pelo país e a nação, mantendo o ideal de Iminwichon (considerar o povo como o céu) e deixou um legado imortal que transpassa qualquer barreira temporal. Além disso, ao orientar sobre a questão da sucessão, sabiamente indicou o Dirigente Kim Jong Il, que por toda sua vida defendeu seus ideais. No dia de hoje, quando celebramos seu natalício, relembramos com grande honra a vida e carreira revolucionárias daquele que foi o grande líder da classe operária coreana e um grande homem sem igual na história da humanidade.

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Kim Il Sung ao lado de Kim Jong Il

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Do blog A Voz do Povo de 1945

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CEPS-BR participa de palestra na USP

No dia 27 de março de 2019, o delegado do Centro de Estudos da Política Songun – Brasil em São Paulo, Gabriel T., participou da palestra intitulada «Viva as Revoluções – Coreia do Norte».

O evento faz parte de um ciclo de debates chamado “Viva as Revoluções” e foi promovido pela União da Juventude Comunista (UJC), vinculada ao Partido Comunista Brasileiro (PCB).

A palestra teve lugar no Anfiteatro do curso de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP).

Maiara, militante da UJC e mediadora do debate, abriu o evento dizendo que a temática sobre Coreia Popular é vista sob muitas distorções produzidas pela grande mídia, na tentativa de deslegitimar a experiência da Revolução Coreana.

Depois, o delegado do CEPS-BR Gabriel T. abordou detalhadamente a História da Coreia, desde sua formação histórica há milênios até a ocupação japonesa, a Guerrilha Anti-Japonesa comandada pelo Presidente Kim Il Sung, a Guerra de Libertação da Pátria de 1950-1953, a vitória sobre o imperialismo americano e outros aspectos históricos. Gabriel T. também explicou sobre a Ideia Juche e a Política Songun, as duas grandes bandeiras revolucionárias da Coreia delineadas e postas em práticas pelo Presidente Kim Il Sung e pelo Dirigente Kim Jong Il.

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Foto: divulgação/UJC
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Foto: Alessandro Santos

Também foi explicado, com base na História do país, o sucesso da Coreia em alcançar o status de nação desenvolvida em tecnologia nuclear e balística e a condução do Máximo Dirigente Kim Jong Un nos dias atuais da Coreia. Aspectos da realidade do país também foram expostos, bem como a vida da sociedade coreana socialista e popular.

Depois disso, os outros convidados deram suas palavras. A mesa também foi composta por Pedro Marin, da Revista Opera e Gabriel Lazari, secretário de Relações Internacionais da UJC.

Na plateia, esteve presente Alexandre Rosendo, representando o Centro de Estudos da Ideia Juche – Brasil.

No final, perguntas feitas pelo público foram respondidas.

O evento foi transmitido ao vivo e você pode vê-lo completo:

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Assessoria de Informações
Centro de Estudos da Política Songun – Brasil

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Entenda como funcionam as eleições na Coreia do Norte

As eleições na democracia popular da Coreia do Juche

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Na República Popular Democrática da Coreia, orientada pela Constituição Socialista de 1972, imbuída da Ideia Juche, as eleições são a máxima expressão do poder de seus cidadãos na sociedade onde exercem o papel de verdadeiros mestres, donos do país e gestores do Poder Popular.

São realizadas a cada quatro a cinco anos, seguindo os padrões definidos pelo Capítulo 90 da Constituição, tendo sua data definida normalmente, – com exceção para momentos especiais-, no início do ano a ser realizada por meio de uma resolução correspondente publicada pela Assembleia Popular Suprema (APS) em vigor no presente momento.

Como referido acima, a data das eleições, melhor dizendo, mês e dia, variam de acordo com cada época de acordo com a decisão da APS, todavia, sempre foi realizada ao longo das mais de 7 décadas de história da República Popular.

As primeiras eleições democráticas na Península Coreana foram realizadas em novembro de 1946, ou seja, um pouco mais de um ano após a libertação da Coreia, no então Comitê Popular Provisório da Coreia do Norte. Sob a orientação do Líder Kim Il Sung para desenvolver o Poder Popular e avançar para o estabelecimentos das bases para a fundação da República Popular Democrática, foram organizados em setembro e outubro daquele ano as reuniões com representantes de organizações sociais e políticas em várias partes do país para nomear deputados aos comitês populares em todos os níveis.

Assim sendo, em 3 de novembro de 1946 o povo norte coreano, e também alguns sul coreanos de forma clandestina, deram seu voto favorável ou contrário aos candidatos nomeados, que poderiam ser desde apenas uma pessoa até no máximo três.

As decisões acerca das eleições foram tomadas na segunda reunião ampliada do Comitê Popular Provisório da Coreia do Norte, na 5ª sessão do Comitê Central da Frente Democrática Nacional Unida da Coreia do Norte e na 2ª reunião do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia do Norte, ambas realizadas na primeira quinzena de setembro.

O camarada Kim Il Sung, líder do Partido do Trabalho da Coreia e do Exército Revolucionário Popular da Coreia, foi nomeado no distrito de Samdung-myon no condado de Kangdong, província de Phyongan Sul, como candidato a deputado ao Comitê Popular da província de Phyongan Sul em outubro de 1946, em representação do desejo unânime de todo o povo coreano.

Ele que pessoalmente foi a Kangdong, Junghwa, Sakju e outros condados para dar orientação aos preparativos eleitorais, fazer discursos e conversar com a população local, foi eleito com grande aprovação popular.

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Funcionários do comitê eleitoral preparando a circunscrição nº 45 (Rakrang) para as eleições de deputados à XIV Legislatura da Assembleia Popular Suprema, realizadas em 10 de março de 2019.

Contudo, as primeiras eleições de modo oficial foram as de 1948, realizadas no mês de agosto, pois foram as primeiras eleições da RPDC que seria oficialmente fundada no mês de setembro. Ela também é importante pois estabeleceu a forma de eleições que perdura até os dias atuais.

Nas eleições parlamentares de 1948, a Frente Democrática para a Reunificação da Pátria, composta naquele momento por organizações sociais e políticas, bem como partidos políticos, do norte e do sul da Coreia, foi responsável por em suas reuniões locais nomear os candidatos (ou apenas um, dependendo da decisão) a serem submetidos ao voto favorável ou contrário dos eleitores no dia da eleição. Foram realizadas com sucesso e novamente elegeram o camarada Kim Il Sung, que agora como deputado da Assembleia Popular Suprema, foi nomeado como Primeiro Ministro (수상). Nesta ocasião também, 360 candidatos sul coreanos foram eleitos e mais de 70% da população sul coreana votou secretamente apesar da repressão das forças estadunidenses e seus fantoches.

Desde então a FDRP trabalhou para organizar as eleições em nível de província, distrito e condado (ou cidade subordinada diretamente ao governo central) dentro do período de 4 em 4 anos, enquanto as eleições parlamentares são realizadas de 5 em 5 anos.

As eleições parlamentares, as mais importantes em relação ao poder estatal, foram realizadas em 1957 em agosto, em 1962 em outubro, em 1967 em novembro, em 1972 em dezembro, em 1977 em novembro, em 1982 em fevereiro, em 1987 em 1986 em novembro, em 1990 em abril, em 1998 em julho, em 2003 em agosto, em 2009 em março, em 2014 em março e em 2019 será realizada mais uma vez em março.

Como podemos notar, observando atentamente, tivemos algumas exceções acerca do período entre algumas eleições. Isso se deve a fatores especiais, onde o Estado considerou uma situação onde não deveria ser realizada as eleições naquele momento por motivo de causa maior. Se pode ser visto como ações democráticas ou não, vai do entendimento pessoal de cada um. Todavia, suas explicações existem. Sobretudo, a demora de quase 10 anos entre a primeira e a segunda eleições tem como justificativa o tempo de guerra. Também tivemos por exemplo o atípico período dos anos da década de 1990 quando o país passou por situações graves, emergenciais, e teve a perda de seu Presidente, além de importantes emendas constitucionais que influem no processo eleitoral.

Devemos nos atentar ao fato também de que as eleições podem ser adiantadas caso avalia-se que é necessário, mas deve ser em período próximo ao que normalmente se realizaria as eleições.

O que muitos não compreendem é que a República Popular Democrática da Coreia, embora tenha posteriormente aderido ao presidencialismo, baseia-se no parlamentarismo socialista, tendo como parlamento unicameral a Assembleia Popular Suprema. Sendo assim, nas eleições a população tem o poder de escolher e aprovar seus deputados, a serem membros do parlamento, mas não a nomearem a qualquer cargo que seja. As decisões de nomeações ficam a cargo do Presidium da Assembleia Popular Suprema, órgão máximo do poder estatal, que por sua vez é formado por eleições internas dos membros da APS, sendo composto pelo Presidente, Vice-Presidentes, Secretário e membros.

Portanto, nos anos de eleição, alguns meses antes da data prevista para o povo comparecer às circunscrições de sua região correspondente, a FDRP organiza reuniões locais para lançar um ou mais candidatos, que precisam ter considerável apoio da população local.

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Uma seção eleitoral. Fábricas, escolas, auditórios e outros lugares públicos servem de lugar de votação.
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Uma seção eleitoral. Fábricas, escolas, auditórios e outros lugares públicos servem de lugar de votação.

Os partidos políticos dão orientações para os seus membros que querem se candidatar, mas não se elege deputados como representante de “partido”, mas como um indivíduo comum que atende aos requisitos da Constituição para se candidatar.

Os requisitos são: ter nacionalidade da República Popular Democrática da Coreia, ter pelo menos 17 anos de idade, não possuir deficiência mental e não estar cumprindo pena por meio de trabalho.

Agora explicando cada um: O primeiro é óbvio, o segundo é considerada a maioridade em todos quesitos na RPDC, o terceiro é verificado com laudo médico, abstendo as pessoas com tais deficiências de participar das eleições, e por fim, o quarto é explicado pelo artigo 32 do Código Penal que diz:

“A pena de privação do direito de voto será executada privando o infrator que cometeu crimes contra o Estado e a nação do seu direito de voto durante um certo período de tempo. O tribunal deve considerar a privação do direito de voto quando um crime contra o Estado e a nação está sendo julgado. O período de privação do direito de voto não pode exceder cinco anos (1 eleição) e será contado a partir do término da execução do prazo limitado de trabalho.”

A Constituição também garante o voto secreto e sufrágio universal. Ou seja, independentemente de sexo, orientação e posição política, religião, profissão, dentre outros pontos que podem diferenciar um grupo de pessoas, o voto é um dever do cidadão. O voto de cada um, independentemente de quem seja, é altamente considerado. O não comparecimento no dia das eleições deve ser posteriormente esclarecido. No caso das pessoas de idade avançada e com saúde fragilizada, não é cobrado. Aqueles que estão no exterior podem dar seu voto na respectiva embaixada ou justificar, mas é costumeiro que muitos regressem neste período para votar em seu distrito residencial.

O diferencial das eleições democráticas e populares da Coreia Juche é que nela, operários, camponeses e outros trabalhadores comuns, são eleitos e exercem sua função no Poder Popular sem deixar seus empregos. Enquanto na sociedade capitalista a classe dominante controla o setor político, e quando não, os membros da classe trabalhadora se transformam em burgueses, na sociedade socialista de estilo coreano as massas populares tomaram o poder e gerem o Estado, formando um ente único com o Líder, o representante máximo do povo.

Em todas eleições vemos mineiros, médicos, professores, camponeses, limpadores de rua, dentre outros, sendo eleitos graças à confiança que o povo tem sobre eles. Há também aqueles que se dedicam exclusivamente à política, todavia, sob orientação partidária, estão sempre realizando tarefas em benefício do povo, ouvindo suas opiniões e até os ajudando em suas tarefas.

Ao contrário dos países capitalistas, na democracia popular da Coreia socialista não existe uma classe política parasitária. O cargo de político por exemplo não é tão bem remunerado quanto o de professor e camponês, profissões de grande importância para qualquer sociedade.

Acima: Pôsteres de convocação.

Outro ponto importante a se notar é que existem três partidos políticos: Partido do Trabalho da Coreia, Partido Social Democrata da Coreia e Partido Chondoista Chongu. Todos eles participam da política do país em todos os níveis, porém, segundo a constituição, o PTC é quem é responsável por efetuar todas as atividades estatais, e ambos, apesar de suas pequenas divergências, são orientados pela Ideia Juche.

O Partido do Trabalho da Coreia é quem tem o compromisso maior de manter o legado dos grandes líderes Kim Il Sung e Kim Jong Il, mantendo a Ideia Juche como premissa e avançando a revolução coreana de acordo com a realidade em desenvolvimento. O Partido Social Democrata defende desde sua fundação os conceitos de democracia, direitos humanos, independência e anti-imperialismo, sendo composto de camponeses, cristãos, artesãos, médio empresários e pequeno-burgueses, e o Partido Chondoísta Chongu defende o conceito Tonghak, de que “o homem e Deus são um só”, buscando a construção de um paraíso na terra (como defendido pela religião, chondoísmo) e a libertação do ser humano de todos os tipos de opressão; os chondoístas tiveram grande participação nas revoltas camponesas durante a dinastia feudal e o período colonial japonês.

Além disso, os candidatos não precisam necessariamente ser filiados a algum partido, podendo se candidatar como “individuais”. Ao longo do tempo vários candidatos foram eleitos em suas localidades como individuais. Alguns deles foram membros da Associação de Coreanos Residentes no Japão (Chongryon) e conseguiram residência fixa na RPDC para se candidatar, outros de associações religiosas, outros eram simples trabalhadores que decidiram por não se filiar a nenhum partido, dentre outros casos. Esta opção progressista e democrática permite que mesmo aqueles que não concordam com a ideia central do Estado se candidatem e possam dar suas opiniões e pontos de vista no Poder Popular caso sejam eleitos. Esta forma de eleições, em uma sociedade de ideologia monolítica, defende os direitos da classe trabalhadora e os ganhos da revolução, com o povo decidindo seu futuro por si mesmo.

A 1ª sessão da nova legislatura da Assembleia Popular Suprema é sempre convocada um tempo após o resultado das eleições e nela os deputados discutem temas relevantes e votam entre si para decidir os respectivos cargos. Qualquer um deputado pode se lançar ao cargo que pretende e que esteja acessível ao voto, não aos que são por meio de nomeação do Presidium da APS.

As eleições são sempre marcadas por uma grande participação popular e embora a mídia burguesa internacional faça questão de não compreendê-la e explicá-la corretamente ao público em todo o mundo, fazendo acusações absurdas e ironias, sempre há observadores internacionais de várias partes do mundo que acompanham todo o processo eleitoral e garantem que a democracia está sendo respeitada invariavelmente.

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Uma cabine de votação.

Existem várias circunscrições eleitorais em todo o país, que podem ser alteradas ao longo do período de 5 anos devido à fatores específicos da região, como aumento da população, mudança para um local mais adequado, ou mesmo surgimento de nova circunscrição para atender a demanda. Além disso, há classificações o quanto à províncias, distritos e condados, mas também a cidades que estão sob controle direto do governo central. Podemos citar como exemplo as cidades de Rason, Nampo e Kaesong.

Cada circunscrição elege um deputado, ou aprova-o ou reprova-o no caso de ter somente um candidato.

Na última divulgação oficial do governo da RPDC tínhamos 687 circunscrições, o que pode ter algumas alterações para mais ou para menos nas eleições a serem realizadas em 10 de março de 2019.

As circunscrições até então são: Mangyongdae, Kwangbok, Phalkol, Changhun, Kalrimkil, Chukjon, Taephyong, Wonro, Kyongsang, Kyoku, Ryonhwa, Sochang, Phyongchon, Ansan, Ponghak, Ryukkyo, Saemaul, Pothonggang, Ryukyong, Pulkunkori, Kaeson, Pipha, Chonsung, Kinmaul, Sosong, Changkyong, Hasin, Chungsin, Taesong, Ryonghung, Anhak, Tongmun, Chongryu, Munsu, Thabje, Sakok, Tongdaewon, Ryuldong, Sinri, Samma, Sonkyo, Tungme, Ryulkok, Yongje, Rakrang, Chongo, Chongbaek, Chungsong, Kwanmun, Sungri, Wonam, Ryongsong, Rimwon, Ryongkung, Unha, Oun, Masan, Kwahak, Paesan, Sadong, Turu, Hyuam, Rihyon, Ryokpho, Nungkum, Hyongjesan, Hadang, Hyongsan, Sinmi, Sunan, Sokbak, Samsok, Todok, Kangnam, Yongjin, Kangdong, Ponghwa, Samdung, Hari, Hukryong, Munhwa, Phyongsong, Undok, Ori, Samhwa, Kuwol, Okjon, Paeksong, Anju, Sinanju, Tongmyon, Wonphung, Namphyong, Namhung, Kaechon, Ramjon, Sambong, Konji, Kangchol, Ryongjin, Kagam, Alil, Ryongun, Sunchon, Thaebaeksan, Odaesan, Unphasan, Chilbongsan, Myoraksan, Changamsan, Paektusan, Pongsusan, Sobaeksan, Namchongang, Changjagang, Sinphagang, Taesongsan, Mannyonsan, Kuwolsan, Hannasan, Chonmasan, Samkaksan, Sungrisan, Osongsan, Rokdusan, Unbaeksan, Pongsungsan, Paekmasan, Songaksan, Suyangsan, Sindoksan, Myongdangsan, Pongaksan, Taemyongsan, Ryongaksan, Songchongang, Phyongchongang, Sujonggang, Chailgang, Samchongang, Somjingang, Yongchongang, Okchongang,Ryesangang, Oekumgang, Kalmagang, Haekumgang, Piphagang, Kumchongang, Taedonggang, Chachongang, Amnokgang, Tumangang, Kunmasan, Naekumkang, Kumsu, Haebal, Moranbong, Haebang, Pyoldong, Hyoksin, Hwaebul, Chongjin, Chasonggang, Ponghwasan, Kumkangsan, Saedok, Soksu, Ryonpho, Cheyak, Subok, Chikdong, Ryongak, Tokchon, Kongwon, Chenam, Chongsong, Sangdok, Changsang, Taedong, Sijong, Yonkok, Chungsan, Kwangje, Phungjong, Phyongwon, Wonhwa, Opha, Unbong, Hanchon, Sukchon, Ryongdok, Yoldusamchon, Namyang, Komsan, Mundok, Ribsok, Ryongo, Songchon, Kunja, Sinsongchon, Changrim, Sinyang, Yangdok, 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Naeryong, Manpho, Kuo, Munak, Huichon, Solmoru, Chuphyong, Chongnyon, Chonphyong, Songkan, Songryong, Chonchon, Hakmu, Koin, Ryongrim, Tongsin, Songwon, Changkang, Hyangha, Rangrim, Hwaphyong, Chasong, Chungkang, Sijung, Wiwon, Ryangkang, Chosan, Kophung, Usi, Sekil, Kwanphung, Changdok, Pongchun, Myongsok, Wonnam, Phohwa, Pokmak, Kalma, Munchon, Munphyong, Okphyong, Chonnae, Hwara, Anbyon, Paehwa, Kosan, Puphyong, Solbong, Thongchon, Songjon, Kosong, Onjong, Kumkang, Soksa, Changdo, Kimhwa, Songsan, Hoeyang, Sepho, Huphyong, Phyongkang, Pokkye, Cholwon, Naemun, Ichon, Phankyo, Pobdong, Somun, Samil, Sangsinhung, Tonghungsan, Sosang, Phungho, Hoesang, Sekori, Chongsong, Toksan, Sapho, Saekori, Choun, Hungdok, Hungso, Haean, Unjung, Chonki, Ryujong, Soho, Sinpho, Phungo, Ohang, Yanghwa, Tanchon, Ssangryong, Sindanchon, Omong, Ryongdae, Kwangchon, Paekkumsan, Kumkol, Pukdu, Sudong, Ryongphyong, Changdong, Kowon, Puraesan, Yodok, Kumya, Inhung, Kajin, Kwangmyongsong, Chungnam, Chongphyong, Sondok, Sinsang, Chowon, Toksan, Changjin, Yangji, Pujon, Sinhung, Sangwonchon, Puhung, Yongkwang, Sujon, Kisang, Hamju, Kusang, Tongbong, Sangjung, Sojung, Samho, Hongwon, Sanyang, Unpho, Toksong, Changhung, Pukchong, Sinchang, Sinbukchong, Chonghung, Riwon, Rahung, Chaejong, Hochon, Sinhong, Sangnong, Kumho, Ranam, Rabuk, Namchongjin, Puyun, Songphyong, Sabong, Kangdok, Susong, Sunam, Malum, Phohang, Subuk, Namhyang, Sinjin, Kyodong, Chongam, Ryonjin, Kwanhae, Hoeryong, Osandok, Mangyang, Yuson, Songam, Chonghak, Chekang, Changphyong, Haksong, Kilju, Ilsin, Chunam, Yongbuk, Hwadae, Ryongpho, Myongchon, Ryongam, Myongkan, Ryongban, Kukdong, Orang, Odaejin, Kyongsong, Hamyon, Sungam, Puryong, Musan, Soedol, Sangchang, Yonsa, Onsong, Wangjaesan, Chongsong, Kyongwon, Kokonwon, Ryongbuk, Kyonghung, Haksong, Obong, Hyesan, Hyejang, Thabsong, Songbong, Ryonbong, Sinpha, Phophyong, Koub, Phungsan, Pochon, Samjiyon,Taehongdan, Paekam, Yuphyong, Unhung, Saengjang, Kabsan, Oil, Phungso, Samsu, Hangku, Hupho, Munae, Konkuk, Ryusa, Waudo, Namsan, Taedae, Kapmun, Tokko, Kangso, Sohak, Chongsan, Soki, Tokhung, Chollima, Kangson, Pobong, Hwasok, Taean, Oksu, Ryongkang, Okdo, Onchon, Haeun, Sohwa, Kwisong, Rajin, Tongmyong, Changphyong, Sonbong e Ungsang

Nas eleições parlamentares de 2014, o Máximo Dirigente Kim Jong Un foi nomeado como candidato a deputado pelo distrito de Paektusan, circunscrição nº 111, região onde a maioria é militar ou filho de militar, e foi eleito com 100% de aprovação. Ao contrário do que se falou na mídia, ele foi eleito em um distrito, ou seja, não é nada anormal que vencesse de tal forma, ainda mais sabendo de sua popularidade entre os locais.

Também é importante frisar que um candidato só pode ser nomeado por uma circunscrição. No caso de que mais de um distrito queira determinado candidato, ele deve optar por um deles.

Não foi divulgado publicamente para o exterior os candidatos de cada circunscrição para as vindouras eleições, nem mesmo as principais figuras políticas. Mas como sempre vem fazendo, devem ser divulgados os resultados após as eleições.

Esperamos que a vindoura eleições de deputados às Assembleias Populares de todos os níveis, realizadas nesse domingo, seja uma ocasião importante para demonstrar mais uma vez o poderio da RPDC, que é orientada e dirigida pela força das massas populares.

Os Líderes nas eleições

Como cidadãos da RPDC, os Líderes também participam das eleições não só sendo candidatos como também votando em outros cidadãos. Veja agora algumas raras fotografias das participações de Kim Il Sung, Kim Jong Il e Kim Jong Un nas eleições.

Eleições de 1972

Nas eleições parlamentares de Juche 61 (1972), o Presidente Kim Il Sung e o Dirigente Kim Jong Il votaram no camarada Ri Ung Won, maquinista de trem, para deputado à Assembleia Popular Suprema da RPDC. Os líderes votaram em uma fábrica de trens, chamada Complexo de Locomotivas Elétricas Kim Jong Thae.

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Kim Jong Il deposita sua cédula de votação na urna.
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Os líderes na saída da votação.
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Ri Ung Won, o condutor de trens que recebeu o voto dos Líderes.
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A sala de votação dentro da fábrica de trens.
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Exemplo das cédulas de votação.

Eleições de 1979

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O Presidente Kim Il Sung apresenta seus documentos para votar.
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Presidente Kim Il Sung votando.
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Dirigente Kim Jong Il votando.
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Urna que o Presidente Kim Il Sung votou, no distrito de Taesong.
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Exemplo da cédula de votação dos Líderes.
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Na saída da seção eleitoral.

Eleições de 1999

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O Dirigente Kim Jong Il apresentando documentos para votar nas eleições locais (em nível de província, distrito e condado) de 7 de março de 1999.

Eleições de 2003

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O Dirigente Kim Jong Il votando em 2003.

Eleições de 2015

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Marechal Kim Jong Un votando nas eleições locais de 2015.

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Nesse domingo, 10 de março de 2019, serão realizadas as eleições de deputados à XIV Legislatura da Assembleia Popular Suprema.

Neste vídeo, intitulado “Em nossas mãos” (우리의 손으로) o jovem candidato à deputado, Pak Ho Jin, fala sobre o sistema eleitoral da RPDC:

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Fonte: Lenan Cunha (blog A Voz do Povo de 1945)

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