4º dia do IX Congresso reelege Kim Jong Un como Secretário-Geral do Partido

O IX Congresso do Partido do Trabalho da Coreia chegou ao seu quarto dia na última quinta-feira, 22 de fevereiro, em Pyongyang, com a conclusão de dois dos pontos mais importantes da agenda: a aprovação de emendas dos estatutos do Partido e a eleição do novo órgão de direção central, processo que culminou com a reeleição de Kim Jong Un ao cargo de Secretário-Geral.

A sessão continuou com os debates sobre o primeiro item da agenda — o balanço do trabalho do Comitê Central nos últimos cinco anos —, com intervenções de delegados de diversas áreas, incluindo representantes do Conselho de Ministros, departamentos do Comitê Central e organizações partidárias de base.

Os oradores manifestaram apoio integral ao relatório apresentado pelo Secretário-Geral nos dias anteriores, documento que fez uma análise detalhada do período passado, classificando-o como uma fase de transformações sem precedentes na história do país, com avanços em todas as áreas: política, economia, cultura, defesa e diplomacia, com ênfase no cumprimento das metas do Plano Quinquenal, na implementação de programas como a Política de 20×10 para o Desenvolvimento Local e o Programa de Revolução Rural da Nova Era, e no fortalecimento da capacidade defensiva do país, incluindo o desenvolvimento das forças armadas nucleares. Após a deliberação, o Congresso aprovou uma resolução sobre o balanço, encerrando oficialmente a discussão do primeiro item.

Em seguida, os trabalhos avançaram para o segundo ponto: a emenda dos estatutos do Partido.

Jo Yong Won, secretário de organização do Partido, apresentou o relatório sobre as mudanças propostas. De acordo com o texto aprovado por unanimidade, os novos estatutos incorporam como linha permanente de construção partidária os cinco pilares definidos pela “Linha de 5 Pontos para a Construção do Partido na Nova Época” — construção política, organizativa, ideológica, disciplinar e de estilo. As alterações também reforçam o sistema de direção única do Comitê Central e introduzem mecanismos para aprimorar o trabalho partidário e a aplicação da disciplina interna.

O terceiro item da agenda era a eleição do novo órgão de direção central do Partido para o IX Período. O processo seguiu um rito definido nos estatutos e no regulamento interno do Congresso.

Primeiro, a presidência do evento deu leitura aos artigos correspondentes do “Regulamento detalhado da eleição do órgão de direção central do PTC”, estabelecendo as regras que seriam seguidas. Em seguida, foi deliberado e decidido o modo de apresentar os candidatos.

Coube a Ri Hi Yong, por encargo da presidência, propor oficialmente os nomes dos candidatos a membros do Comitê Central. O primeiro nome apresentado foi o de Kim Jong Un. Quando seu nome foi anunciado, todos os delegados presentes responderam com aclamações e aplausos entusiásticos — uma manifestação que, no contexto, funciona como aquiescência à candidatura.

Todos os candidatos apresentados na lista foram então submetidos à apreciação dos delegados e eleitos por unanimidade como candidatos a membros do Comitê Central. Isso significa que, nessa etapa, a lista inteira foi aprovada, permitindo que a votação nominal prosseguisse.

Veio então o momento da eleição propriamente dita. O presidente da reunião tomou a palavra e, “em representação da unânime vontade e desejo de todos os militantes partidários e dos delegados”, propôs formalmente a eleição de Kim Jong Un como membro do Comitê Central. Novamente, todos os participantes manifestaram apoio com estrondosas aclamações de “Viva!” e aplausos.

Seguindo o mesmo procedimento, os demais 137 candidatos foram igualmente submetidos à aprovação dos delegados e eleitos como membros efetivos do Comitê Central, totalizando 138 nomes. Na sequência, foi realizada a eleição dos membros suplentes, com outros 111 candidatos apresentados e aprovados pelo mesmo método de aclamação unânime.

Prosseguiu-se, então, ao terceiro item da agenda: a eleição do novo órgão de direção central do Partido para o IX Período. O processo seguiu o rito definido nos estatutos e no regulamento interno do Congresso.

Primeiro, a presidência do evento deu leitura aos artigos correspondentes do “Regulamento detalhado da eleição do órgão de direção central do PTC”, estabelecendo as regras que seriam seguidas. Em seguida, foi deliberado e decidido o modo de apresentar os candidatos.

Coube a Ri Hi Yong, por encargo da presidência, propor oficialmente os nomes dos candidatos a membros do Comitê Central. O primeiro nome apresentado foi o de Kim Jong Un — ao que os presentes responderam com aclamações e aplausos entusiásticos.

Todos os candidatos apresentados na lista foram, então, submetidos à apreciação dos delegados e eleitos por unanimidade como candidatos a membros do Comitê Central. Isto significa que, nesta etapa, a lista inteira foi aprovada, permitindo que a votação nominal prosseguisse.

Veio, na sequência, o momento da eleição propriamente dita. O presidente da reunião tomou a palavra e, “em representação da unânime vontade e desejo de todos os militantes partidários e dos delegados”, propôs formalmente a eleição de Kim Jong Un como membro do Comitê Central. Novamente, todos os participantes manifestaram apoio com estrondosas aclamações de “Viva!” e aplausos.

Seguindo o mesmo procedimento, os demais 137 candidatos foram igualmente submetidos à aprovação dos delegados e eleitos como membros efetivos do Comitê Central, totalizando 138 nomes. Na sequência, foi realizada a eleição dos membros suplentes, com outros 111 candidatos apresentados e aprovados de forma unânime.

Concluída a composição do novo Comitê Central, o Congresso voltou-se para o que foi classificado como “o momento mais importante e responsável”: a eleição do Secretário-Geral do Partido.

Segundo o rito, cabia, agora, a um orador designado apresentar formalmente a proposta. Ri Il Hwan subiu à tribuna e fez um longo discurso de propositura, no qual detalhou as realizações atribuídas a Kim Jong Un nos últimos cinco anos: o cumprimento do Plano Quinquenal, a implementação da Política de 20×10 para o Desenvolvimento Local, o Programa de Revolução Rural da Nova Era, a construção de moradias, o fortalecimento das capacidades de defesa, entre outros, e argumentou que “somente quando a responsabilidade diretiva for encarregada ao sucessor mais fiel à causa Kimilsungista-Kimjongilista” o Partido poderia cumprir suas tarefas.

Ao final de seu discurso, Ri Il Hwan formalizou a proposta: “refletindo o unânime desejo de todos os militantes do Partido e todo o povo, proponho cortesmente ao Congresso voltar a atribuir o cargo importante de Secretário-Geral, cargo máximo do PTC, ao camarada Kim Jong Un”.

A proposta foi, então, submetida à votação formal do Congresso. Todos os delegados manifestaram seu apoio com estrondosas aclamações de “Viva!” e, em seguida, aprovaram por unanimidade a resolução “Sobre a eleição do Secretário-Geral do Partido do Trabalho da Coreia”, documento que oficializa a decisão e será incorporado aos registros do Partido.

O texto da resolução destaca que a decisão reflete “a vontade e desejo unânimes de todos os delegados, dos militantes de todo o Partido, dos habitantes do país e dos oficiais e soldados do Exército Popular da Coreia” e também enumera as contribuições atribuídas a Kim Jong Un no período e afirma que ele é “o único capaz de representar a potência e a invencibilidade de nosso Estado”.

Com a conclusão da eleição, o Congresso deu sequência aos trabalhos programados, que incluem, agora, o estudo e a discussão dos projetos setoriais a serem refletidos na resolução final do encontro, com base nas metas de luta apresentadas no relatório de balanço do Comitê Central.

O IX Congresso do Partido ds Trabalho da Coreia prossegue em Pyongyang, com os delegados dedicados às tarefas finais do evento que define os rumos políticos do país para os próximos anos.


Instituto Paektu – Brasil
(com informações da ACNC)


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