Informe geral da 5ª Reunião Plenária do 7º Período do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia

Foi realizada entre os dias 28 e 31 de dezembro de Juche 108 (2019) na sede do Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia a 5ª Reunião Plenária do 7º Período do CC do PTC.

O Presidente do PTC, Kim Jong Un, dirigiu a reunião em que participaram os membros e os membros suplentes do CC do PTC e os integrantes da Comissão Revisora Central do Partido.

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Estiveram presentes na qualidade de observador os funcionários do CC do PTC e dos ministérios e órgãos centrais, os presidentes dos comitês populares provinciais e dos comitê provinciais de economia rural, os presidentes dos comitês do PTC nas cidades e condados e os funcionários dos ramos e unidades importantes e das instituições das forças armadas.

Kim Jong Un operou e executou a reunião por encargo do BP do CC do PTC.

Na ocasião foram apresentados os seguintes pontos da agenda:

1. Sobre o rumo de nossa luta imediata sob a atual situação interna e externa;

2. Sobre o problema de organização;

3. Sobre a emenda e a complementação da coleção de lemas do CC do PTC;

4. Sobre a comemoração solene do 75º aniversário de fundação do PTC.

A reunião plenária debateu o primeiro ponto.

Kim Jong Un pronunciou o informe sobre o primeiro ponto da agenda.

Ele disse que os 8 meses passados depois da 4ª Reunião Plenária do 7º Período do CC do PTC foram a continuação da luta muito dura e o avanço valente. Acrescentou que neste lapso o Partido realizou esforços constantes para estabelecer, manter e materializar a acertada linha de política interna e externa dando enfoque às prioridades, direitos e interesses do povo e à preservação da soberania e segurança do Estado.

Assinalou que o CC do PTC convocou esta reunião plenária com o propósito de analisar e estimar de maneira compreensiva e profunda os obstáculos e dificuldades subjetivos e objetivos interpostos no caminho de avanço impetuoso da revolução e buscar as medidas decisivas para acelerar mais ainda a construção socialista.

Apresentou a linha revolucionária de empreender a arremetida frontal conforme as demandas da situação atual e a revolução em desenvolvimento.

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Estimou que em meio à campanha intensa para a materialização da resolução da 4ª Reunião Plenária do 7º Período do CC do PTC, foi consolidada ainda mais a força autóctone cujo motor é a autarquia e autossuficiência.

Continuou que em acato ao chamado do Partido de abrir a era de grande auge da construção socialista levantando mais alto a bandeira de autoconfiança, o Estado e povo coreanos manifestaram plenamente o forte espírito e inesgotáveis potencialidades com que logram saltos e avanço fazendo frente às dificuldades.

“Os desafios com que tropeçamos nos meses passados foram tão severos e perigosos que outros países seriam incapazes de resistir um só dia”, disse e acrescentou que nenhuma prova pode deter nem atrasar o avanço impetuoso do povo coreano que marcha sem vacilação alguma formando um ente sólido e logrando consecutivamente os grandes êxitos no fortalecimento do poderio estatal e da capacidade de defesa nacional.

“A imensa e complicada obra de desenvolver os sistemas de armamentos sofisticados, que possuem somente alguns países avançados nas ciências e tecnologias de defesa nacional, requereu que buscássemos por conta própria a solução inovadora no aspecto científico e técnico, e todas as tarefas de investigação foram cumpridas perfeitamente pelas forças autóctones, ou seja, por nossos fidedignos cientistas, projetistas e trabalhadores da indústria bélica”, assinalou.

Prosseguiu que isso constitui uma grande vitória e que a preparação seguida dos sistemas de armas estratégicas e perspectivas, ideados pelo partido, trata-se de um grande acontecimento para desenvolver as forças armadas da RPDC e defender e garantir a soberania nacional e o direito à subsistência.

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“Este salto nas ciências sofisticadas de defesa nacional fará irreversível nossa superioridade técnico-militar, fomentará muito mais o aumento do poderio estatal, elevará o controle sobre a situação política periférica e imporá aos inimigos grande inquietude e pavor”, pontualizou.

“Enquanto os EUA dilate o tempo e vacile em liquidar as relações com a RPDC, se verá obrigado a ver-se sem meio algum ante à escalada imprevisível do poderio da segunda e ficará em apuros”, apontou.

Se referiu a alguns êxitos logrados na construção econômica.

Ao analisar a corrente da situação dada, criticou que a verdadeira intenção dos EUA é satisfazer seus interesses políticos e diplomáticos com charlatanismo vão por trás do cartaz de diálogo e negociações e, ao mesmo tempo, desgastar e debilitar pouco a pouco a força da RPDC mantendo as sanções.

“Redobramos a decisão de não mudar por nada a segurança e dignidade de nosso Estado nem a segurança do futuro”, enfatizou.

“Devido a que os EUA apresenta as demandas contrárias aos interesses fundamentais de nosso Estado assumindo uma atitude bandidesca, adquire inevitabilidade o caráter prolongado o estancamento entre a RPDC e os EUA”, opinou.

“Nos últimos tempos, os EUA tem voltado a falar de diálogo sustentável planejando a reorganização do mesmo por aqui e por ali, porém isso não parte da vontade de retirar sua política de hostilidade à RPDC, melhorar as relações bilaterais e resolver o problema, mas ganhar tempo necessário para evitar o golpe demolidor passando sem dificuldade a data limite até o fim do ano que estabelecemos”, disse.

Prosseguiu que os EUA incorre à conduta dual de falar do diálogo por uma parte e , por outra, recorrer mais abertamente à artimanha política, militar e econômica de caráter provocativo a fim de asfixiar e sufocar completamente a RPDC.

Agregou que nosso país jamais perdoará que os EUA abuse do diálogo com a RPDC para seus malignos desígnios e passará à ação de grande impacto para cobrar todo o preço da restrição de desenvolvimento e das penas que o povo coreano sofreu até agora.

“Embora nos resulte imprescindível o ambiente exterior favorável à construção econômica, não podemos vender por metamorfose elegante a dignidade defendida até a data como vida”, sentenciou.

Ratificou que a confrontação RPDC-EUA, que perdura século após século, se reduz hoje em dia ao enfrentamento entre a autoconfiança e a sanção.

“Ainda que não fosse o problema nuclear, os EUA tomaria como alvo outra coisa nossa e não acabará a ameaça militar e política dos EUA”, disse e acrescentou que a atual situação, que preanuncia a confrontação prolongada com os EUA, urge reforçar ainda mais a potência interna em todos os aspectos considerando como fato consumado viver no futuro também sob a sanção das forças hostis.

O Presidente do PTC indicou que do ponto de vista do aumento das próprias forças, existem vários problemas a serem resolvidos na administração do Estado, nas gestões econômicas e em outros ramos.

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Analisou a situação atual da administração do Estado e as gestões econômicas que são insuficientes para remolcar e impulsionar a magna causa de autarquia e autofortalecimento e se encontram estancadas sem inovação valente.

Enfatizou que o triunfo da revolução é inevitável, porém não se obtém sem nenhum obstáculo ou dificuldades.

“Se não trabalhamos duro para incrementar a capacidade de autofortalecimento esperando o levantamento das sanções, se fará mais forte a ofensiva reacionária dos inimigos que arremeterão para bloquear nosso avanço”, destacou.

Continuou que quanto mais cresça o poderio e se incrementem as propriedades valiosas de autoconfiança e autossuficiência, mais angustiados ficarão os inimigos e mais próximo será o dia da vitória do socialismo.

Ensinou que todas as organizações partidistas e os funcionários, conscientes de sua missão importante atribuída pela época, devem levantar-se na arremetida frontal para levar ao fracasso total a campanha de sanção e bloqueio dos inimigos com poderio de autoconfiança.

“‘Superemos com a arremetida frontal todas as dificuldades que obstaculizam nosso avanço!’ é o lema de luta a ser mantido hoje por todo o partido e todo o povo”, destacou.

Dizendo que a frente principal da atual arremetida frontal é a econômica, definiu como tarefa imediata deste setor satisfazer as necessidades para o desenvolvimento econômico e a vida da população reajustando a base econômica do país e mobilizando todas as possibilidades produtivas.

E apresentou a tarefa programática de arreglar o sistema e ordem do trabalho econômico.

Elucidou os meios fundamentais para fortalecer o sistema de centralização do Conselho de Ministros e sua responsabilidade, núcleo do regime de trabalho da economia nacional.

Apontou os assuntos chaves para buscar o meio acertado para melhorar a planificação segundo as exigências da realidade, ajustar o equilíbrio geral da produção e o fornecimento e elevar decisivamente a confiabilidade do plano da economia nacional.

Enfatizou que o trabalho do Conselho de Ministros é precisamente o do Comitê Central do Partido e a implementação da resolução deste é o trabalho daquele.

Analisou anatomicamente sérios problemas que devem ser resolvidos com urgência para melhorar a direção e administração unificadas do Estado sobre a economia depois da presente reunião plenária.

Ao apresentar as medidas inovadoras e projetos concretos para ordenar o sistema de aparatos em geral com vistas a promover o desenvolvimento econômico e elevar o papel dos funcionários, ensinou os meios realistas para dar impulso forte ao melhoramento da administração econômica à base dele.

Esclareceu o rumo de solução dos assuntos chaves para o crescimento econômico que devem ser promovidos com empenho por todo partido e todo o Estado.

Ato seguido, apresentou as tarefas que correspondem às indústrias chaves da economia nacional.

Analisou globalmente as deficiências e o estancamento das indústrias metalúrgica, química, elétrica, carbonífera, mecânica, de materiais de construção, a leve e a de transporte ferroviário e apresentou uma atrás da outra as medidas científicas e substanciais para lograr um avanço nos trabalhos econômicos.

Insistiu em consolidar progressivamente a base econômica do país ao estabelecer com conta correta os planos por índices das 10 metas perspectivas para desenvolver a economia nacional de maneira estável e com vistas ao futuro e empreender a campanha para cumpri-los.

Continuando, ressaltou a importância de aumentar decisivamente a produção agrícola.

Falou também sobre o melhoramento das gestões de ciência, educação e saúde pública.

“A inesgotável propriedade estratégica, a que devemos nos apegar hoje em dia, é a ciência e tecnologia que devem ser o farol e condutor de desenvolvimento nestes tempos de muitas dificuldades econômicas”, apontou.

Apresentou as tarefas e meios para melhorar radicalmente a educação do país às alturas da época da revolução educacional.

Kim Jong Un mencionou os problemas importantes para manter a natureza da saúde pública socialista, a mais vantajosa do mundo preparada pelo Presidente Kim Il Sung e pelo Dirigente Kim Jong Il, fortalecer a base material e técnica do ramo e formar todos os médicos como vermelhos do PTC que possuam a filantropia ilimitada e alta qualidade médica.

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Advogou por dinamizar a campanha de aumento de produção e de poupança e melhoramento da qualidade, proteger o ecossistema e estabelecer cabalmente as medidas de prevenção de desastres naturais.

Instruiu garantir no político e diplomático e no militar a arremetida frontal.

“Para triunfar sem falta nesta forma de ofensiva que supera os desafios e dificuldades mais severos de da história, é preciso a garantia política, diplomática e militar”, disse e enumerou os projetos para reforçar a frente diplomática frente à situação criada.

Com base em análise geral e profunda sobe a grave situação criada na Península Coreana e a complicadíssima estrutura atual das relações internacionais, delineou as tarefas programáticas para tomar as medidas ofensivas orientadas a garantir a soberania e segurança do Estado.

“Durante mais de 70 anos passados, os EUA recorreu à sanção mais bárbara e inumana e à persistente ameaça nuclear sobre nosso Estado definindo-o como ‘eixo do mal’ e ‘alvo de ataque preventivo nuclear'”, criticou e acrescentou que a política hostil dos EUA para com a RPDC é o fator que leva hoje a situação da Península Coreana à etapa mais perigosa e grave.

“Nos dois anos passados, a RPDC tomou as importantes medidas preventivas para construir a confiança com os EUA tais como suspender a prova nuclear e o lançamento de ensaio de míssil balístico intercontinental e cancelar o campo de prova nuclear”, recordou.

“Em vez de responder com medidas equivalentes, os EUA ameaçou militarmente o nosso país nesse biênio realizando em dezenas de ocasiões os exercícios militares conjuntos de grande e pequeno tamanhos cojo cessar havia sido prometido pessoalmente pelo presidente estadunidense e introduzindo a Coreia do Sul os sofisticados equipamentos bélicos e adotou mais de dez vezes as medidas de sanção independente, fato que voltou a confirmar ao mundo a invariável ambição de aplastar nosso regime”, ressaltou.

“Em tais condições, foi perdida a razão pela qual devemos nos comprometer unilateralmente à promessa que a contraparte não cumpre”, disse e acrescentou que esta realidade desalenta igualmente os esforços para o desarme e não-proliferação nucleares no mundo.

“A situação criada evidencia que, como já declaramos, em defender-nos ao consolidar nossa força na medida necessária para dissuadir o atentado das forças hostis contra nossa soberania e segurança está o caminho pelo qual devemos marchar sem parar nem vacilar ainda que nos dê muito trabalho”, assinalou e esclareceu a posição política do partido sobre os EUA

Ratificando que a posse e o incremento contínuo de invencíveis forças armadas são a invariável meta do partido para a construção da defesa nacional, destacou que o projeto medular e a firme vontade do PTC nesta matéria é fazer com que nenhuma força se atreva a usar as forças armadas contra nosso país.

Ao chamar a dar mais impulso ao desenvolvimento de armamentos estratégicos, precisou que devido às ações bandidescas dos EUA, não há mudanças no ambiente externo tanto no tempo de impulso paralelo da construção econômica e a das forças armadas nucleares como no atual em que se vão concentrando todas neste primeira tarefa.

“Já que se incrementam os atos hostis e ameaça e chantagem nucleares, não devemos renunciar à segurança do futuro a troca de visíveis êxitos econômicos e do bem-estar”, declarou e afirmou que o mundo verá em um futuro próximo um novo armamento estratégico que a RPDC possuirá.

“Agora que revelamos profundamente a verdadeira intenção dos EUA, não devemos vacilar abrigando alguma esperança neles, sedentos pelo levantamento das sanções”, disse.

Sentenciou em tom forte que jamais haverá a desnuclearização da Península Coreana se os EUA perseguir até o final a política hostil anticoreana e que a RPDC dará firme continuidade ao desenvolvimento de armas estratégicas indispensáveis e primordiais para a segurança nacional, até que se cancele a política hostil dos EUA e se estabeleça o sistema de paz permanente e duradoura na Península Coreana.

“Manteremos de maneira confiável a disposição de mobilização rotineira do poderoso dissuasivo nuclear, que garantirá nossa segurança duradoura neutralizando a ameaça nuclear dos EUA, e a dimensão e profundidade do incremento de nosso dissuasivo se ajustarão à posição posterior dos EUA sobre a RPDC”, apontou.

Continuou que o nascimento no país de armamentos absolutos, que somente as potências possuem, trata-se de um grande êxito, porém causa grande alegria a formação de muitos talentos de ciência e tecnologia nesse processo, o que significa o logro mais valioso para o partido.

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O Presidente do PTC mencionou que em acato aos princípios de autofortalecimento e Juche, os setores de investigação de ciências de defesa nacional e da indústria bélica devem acatar fiel e perfeitamente a linha do partido em matéria da construção da defesa nacional levantando no alto o lema “Mais alto e mais rápido” para alcançar as metas por etapas já designadas.

Exortou os funcionários e cientistas da indústria de defesa nacional a dedicar-se com todo empenho às sagradas atividades para consolidar por todos os meios o poder defensivo do país conservando a invariável fidelidade ao partido e à revolução com o mesmo ímpeto com que prepararam o dissuasivo de guerra nuclear a cabo da luta intensa dos três anos passados.

Apontou os problemas de dinamizar em todo o partido, todo o Estado e toda a sociedade a luta para eliminar os fenômenos opostos e incompatíveis com os princípios socialistas, reforçar os trabalhos das entidades de massas e estabelecer em toda sociedade uma rigorosa disciplina moral.

Se referiu à necessidade de fortalecer o partido que é o Estado-Maior da revolução e elevar notavelmente sua liderança.

Falou acerca dos problemas de princípios e das medidas práticas para consolidar o partido no organizativo e ideológico e elevar o desempenho dos quadros segundo as demandas da época e da revolução em desenvolvimento.

“Nossa revolução avança com passos firmes, porém também são persistentes e severos os desafios das forças hostis e os obstáculos que afrontamos”, assinalou e continuou que o partido decidiu outra vez empreender uma luta longa e árdua para o triunfo definitivo da revolução e pelo bem-estar do grande povo coreano.

“A vitória ou a derrota na atual conjuntura do destino do socialismo depende totalmente do poderio da unidade de nosso partido e de seu papel orientador”, apontou e prosseguiu que o PTC seguirá desferindo golpes demolidores aos EUA e às forças hostis satélites mantendo-se de pé e compartilhará sempre os momentos bons e ruins com o povo coreano.

Disse que o povo coreano aprendeu a maneira de viver por conta própria, vencer os inimigos e as dificuldades e defender sua dignidade e direitos no longo e severo ambiente que não se viu antes na história. Declarou que é férrea convicção revolucionária do povo coreano defender a dignidade do país e derrotar o imperialismo ao lograr, custe o que custar e com meios próprios, a prosperidade ainda que soframos a escassez econômica.

“Serão vencidas as dificuldades e se alcançará nova vitória que fará da canção ‘Não invejamos nada no mundo’ a vida real de todo o povo do país, quando todos nós sigamos lutando firmemente com a inabalável convicção revolucionária, o fervente patriotismo e o espírito de luta”, assegurou.

E exortou odos a serem precursores e ponta-estandartes da gloriosa luta de hoje para superar com a arremetida frontal a severa conjuntura que a revolução tropeça e para fazer realidade a ambição e ideal de construir uma potência socialista.

Na reunião plenária foram apresentados os discursos por escrito sobre o primeiro ponto da agenda.

Os oradores apoiaram totalmente a destacada ideia e estratégia de arremetida frontal e o programa de sua execução, apresentados pelo Presidente do PTC para superar todos os desafios e dificuldades interpostos no caminho da avanço da construção socialista e cumprir com antecipação a grande causa de prosperidade com forças próprias, e juraram com solenidade apoiar com ação e ideia e o propósito do CC do PTC sobre essa forma de ofensiva.

O projeto de resolução do primeiro ponto foi aprovado por unanimidade depois do estudo e debates sérios e ativos.

Na resolução foram anotadas as seguintes decisões:

Primeira, se reajustará a base econômica do país e serão mobilizadas todas as possibilidades produtivas para satisfazer as necessidade para o desenvolvimento econômico e a vida da população.

Segunda, se dará importância às ciências e tecnologias e serão melhorados os trabalhos de educação e saúde pública, setores icônicos do regime socialista.

Terceira, se protegerá o ecossistema e se estabelecerá o sistema estatal de controle de crise para fazer frente aos desastres naturais.

Quarta, a vitória da arremetida frontal será garantida com a forte ofensiva política, diplomática e militar.

Quinta, se intensificará a luta contra os fenômenos opostos e incompatíveis com os princípios socialistas, se estabelecerá a disciplina moral e será realizada escrupulosamente a educação ideológica nas entidades de massas.

Sexta, se fortalecerá o Partido, Estado-Maior da revolução, e se elevará extraordinariamente sua capacidade diretiva.

Sétima, os funcionários se empenharão, como diretivos da revolução, em cumprir com sua responsabilidade e dever assumidos ante ao Partido, revolução e povo na arremetida frontal para superar as dificuldades surgidas na rota de avanço da construção do socialismo.

Oitava, as organizações partidistas e as instituições políticas de todos os níveis realizarão escrupulosamente os trabalhos organizativos e políticos para a implementação da presente resolução, enquanto o Presidium da Assembleia Popular Suprema, o Conselho de Ministros e outros órgãos correspondentes tomarão as medidas de trabalho para cumprir com as tarefas assinaladas nela.

A reunião plenária analisou o segundo ponto da agenda, ou seja, o problema de organização.

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Foram removidos e eleitos suplementarmente os membros e membros suplentes do Bureau Político do CC do PTC.

Ri Il Hwan, Ri Pyong Chol e Kim Tok Hun foram eleitos membros do BP do CC do PTC.

Foram elegidos como membros suplentes do BP do CC do PTC Kim Jong Gwan, Pak Jong Chon, Kim Hyong Jun, Ho Chol Man, Ri Ho Rim e Kim Il Chol.

Foram destituídos e eleitos os vice-presidentes do CC do PTC.

Ri Il Hwan, Kim Hyong Jun, Ri Pyong Chol e Kim Tok Hun foram eleitos como vice-presidentes do CC do PTC.

Também foram removidos eleitos os membros e membros suplentes do CC do PTC.

Os membros suplentes Kim Hyong Jun, Han Kwang Sang, Kang Jong Gwan, Kim Kwang Chol, Kim Kyong Jun, Yang Sung Ho, Kwak Chang Sik, Pak Kwang Ju, Pak Myong Su, Ri Pong Chun e Son Sok Won passaram a ser membros do CC do PTC.

Foram eleitos diretamente ao mesmo cargo Ho Chol Man, Ri Ho Rim, O Il Jong, Kim Yong Hwan, Kim Il Chol, Kim Jong Ho, Son Yong Hun, Rim Kwang Il e Choe Sang Gon.

Foram eleitos como membros suplentes do CC do PTC Jang Kwang Myong, Jon Hyon Chol, Sim Hong Bin, Ri Thae Il, Choe Kwang Il, Ri Wan Sik, Ri Yong Chol, Choe Chun Gil, Kim Hak Chol, Kim Chol, Pak Jong Gun, Jon Hak Chol, Jo Yong Dok, Sin Yong Chol, Kim Sung Jin, Mun Jong Ung, Ri Jong Gil, Choe Song Nam, Jon Hyong Gil, Kang Son, Kim Yong Bae, Kim Ki Ryong, Sin Hong Chol e Kim Yong Nam.

A reunião elegeu o presidente da Comissão de Controle do CC do PTC e removeu seus membros e elegeu novos.

Ri Sang Won foi eleito como presidente da Comissão de Controle.

Foram depostos e nomeados os chefes de alguns departamentos do CC do PTC.

Ri Il Hwan, Kim Hyong Jun, Choe Hwi, Ri Pyong Chol, Kim Tok Hun, Choe Pu Il, Ho Chol Man, Ri Ho Rim, Han Kwang Sang e O Il Jong foram nomeados como chefes de departamento do CC do PTC.

Ocorreu também a nomeação dos primeiros sub-chefes de departamento do CC do PTC.

Kim Tong Il, Ri Yong Gil, Kim Yo Jong e Ri Yong Sik foram nomeados como primeiros sub-chefes de departamento do CC do PTC.

Foram destituídos e nomeados os presidentes dos comitê provinciais do Partido.

Kim Yong Hwan foi designado como presidente do Comitê do PTC na província de Ryanggang.

Foram removidos e nomeados os quadros dos órgãos estatais.

Kim Il Chol foi nomeado como vice-Primeiro-Ministro e presidente do Comitê Estatal de Planificação, Jon Hak Chol como ministro da Indústria Carbonífera, Jon Myong Sik como ministro da Cultura e Kim Sung Jin como presidente da Academia Estatal de Ciências.

A reunião discutiu o terceiro ponto da agenda: a emenda e complementação da coleção de lemas do CC do PTC.

No debate sobre o quarto ponto, acerca da comemoração solene do 75º aniversário de fundação do PTC, foi adotada uma resolução correspondente.

Ao finalizar a reunião plenária, o Presidente do PTC se referiu ao significado e importância da presente reunião para vencer de frente a conjuntura atual e registrar novo auge na revolução coreana.

Apontou que a ideia e espírito principais da presente reunião é empreender a arremetida frontal sem esperar com braços cruzados a mudança favorável da situação.

Em outras palavras, -continuou- “debemos superar com o poderio de autoconfiança as dificuldades com que tropeçamos no caminho de avanço da construção socialista sem esperar nem em sonho que os EUA e as forças hostis nos deixarão viver em paz.”

“Na luta de hoje, não devemos buscar o caminho de resignar-se aos fatores objetivos, mas superá-los de frente para que estes sejam controlados”, destacou.

Instruiu que todo o partido deve receber as tarefas apresentadas pela 5ª Reunião Plenária do 7º Período do CC do PTC e discutir substancialmente sua materialização.

Insistiu em tomar as medidas práticas com o plano detalhado e correta metodologia para a execução das políticas do partido.

Apontando que, para fazer a revolução, os revolucionários devem considerar a valiosa confiança do povo como o todo de sua vida, lhes exorto a serem servidores diligentes e fiéis ao povo.

Ao final, Kim Jong Un tirou uma foto de recordação com os membros do órgão de direção central do Partido na sede da presente reunião.

De KCNA

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Do blog A Voz do Povo de 1945

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