A estrela-luz do Monte Paektu

No próximo dia 17 de dezembro completa-se oito anos desde o falecimento do Dirigente Kim Jong Il, eterno Secretário-Geral do Partido do Trabalho da Coreia e Presidente da Comissão de Defesa Nacional da República Popular Democrática da Coreia.

Com a aproximação da data, pensamentos e recordações sobre o grande homem que nasceu na montanha sagrada da revolução coreana e dedicou toda sua vida em aras do povo, partido e revolução como fidedigno soldado do Presidente Kim Il Sung veem à mente do povo coreano e de todos demais povos que lutam pela paz, liberdade e progresso.

Exaltado como líder destacado capaz de lidar com qualquer questão que se apresente e superar até os desafios mais complexos, o Dirigente jamais desviou-se, nem por um instante, do caminho traçado pelo Presidente Kim Il Sung e levou uma vida digna em meio ao povo dividindo com eles as alegrias e adversidades, ouvindo suas opiniões e atendendo às suas demandas.

Tendo assumido com firme determinação a responsabilidade de levar adiante a Revolução Coreana iniciada nas densas florestas de Paektu, o Dirigente dedicou grandes esforços a desenvolver seus conhecimentos nas mais amplas áreas com vista a cumprir devidamente seu papel de liderança e fazer a Coreia Juche alcançar novos progressos e estabelecer sua posição estratégica ante ao mundo em constante mudança.

Auxiliou o Presidente nas atividades estatais, desgastando-se rotineiramente para preservar a saúde do grande Líder e conceder-lhe tempo para que escrevesse suas memórias e se reunisse com figuras estrangeiras e coreanos residentes no exterior. Ademais, demonstrou plenamente sua capacidade diretiva entre os anos 70 e 80, ganhando máxima confiança da população, militantes do partido e militares como grande sucessor de capacidade extraordinária.

Quando os ventos contrários sopraram forte e a nuvem negra da guerra pairou sob a Península Coreana nos momentos difíceis em que o povo lamentava o falecimento do Líder, o bloco socialista desmoronava, desastres naturais ocorriam em sucessão e a o bloqueio e pressão das forças hostis se tornavam mais intensas, empreendeu uma contínua marcha forçada em meio às massas para as estimular a superar as condições adversas e construir um futuro próspero.

Com sua liderança Songun posta em plena prática, a RPDC apresentou-se, após a situação adversa na Marcha Árdua, como potência militar emergente com grande capacidade dissuasória. Além disso, sua política externa que reforça o lema de respeito à soberania, benefício mútuo e amizade mostrou-se capaz de manter o país na arena internacional com plena dignidade frente à conjuntura política internacional do novo século.

Graças a seus esforços abnegados, as relações inter-coreanas deram seus primeiros passos no caminho da reconciliação e reunificação após longo período de hostilidade entre as partes, a vida material e cultural do povo obteve progresso, a capacidade de lançamento de mísseis e satélites foram desenvolvidas, as armas nucleares desenvolvidas e testadas com sucesso, dentre outras façanhas realizadas pelo Dirigente que, se posta de forma mais detalhada, caberia em livros de centenas de páginas.

Sua partida repentina em dezembro de 2011 causou grande tristeza ao povo coreano e aos povos progressistas do mundo. Naqueles dias frios de inverno, o luto tomou conta de todo o país por várias semanas e comoveu o mundo.

Embora tenha falecido, o Dirigente segue vivo nas mentes e corações do povo coreano e sua incansável direção sob a revolução trás hoje os frutos imperecíveis logrados sob a liderança do Máximo Dirigente Kim Jong Un que concede grande importância ao cumprimento dos legados dos grandes líderes.

A transformação da cidade de Samjiyon (anteriormente, condado), terra-natal do Dirigente, como modelo de região montanhosa civilizada socialista, a finalização da obra do dique Phalhyang da Central Hidrelétrica Orangchon, ademais da visita aos locais de batalha revolucionária de Paektu, demonstram patentemente a firme vontade do Máximo Dirigente de levar adiante o legado do Dirigente.

Como se vê, mesmo passado oito anos de seu falecimento, o Dirigente Kim Jong Il segue sendo recordado a todo momento e está presente em todo o país com suas indeléveis marcas deixadas em aras do povo, país, revolução e socialismo.

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Do blog A Voz do Povo de 1945

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