KIM JONG UN dirige lançamento de nova arma tática

O Máximo Dirigente da Coreia Popular testou uma nova arma em resposta às provocações da Coreia do Sul que insiste em exercícios militares com os EUA. A seguinte nota foi divulgada pela Agência Central de Notícias da Coreia e o CEPS-BR a reproduz a seguir:

Kim Jong Un, Presidente do Partido do Trabalho da Coreia e da Comissão de Assuntos Estatais da República Popular Democrática da Coreia e Comandante Supremo das Forças Armadas da RPDC, organizou e dirigiu no dia 25 de julho de 2019 o lançamento de demonstração do poder da arma teledirigida tática de novo tipo.

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O Máximo Dirigente do Partido, do Estado e das forças armadas supervisou pessoalmente o lançamento como parte da demonstração de força para enviar uma advertência severa às forças belicistas do círculo militar sul-coreano que, apesar da repetida advertência, introduzem as armas de ataque de ponta em solo sul-coreano e tentam organizar os exercícios militares.

Ele saiu à posição de fogo com os quadros diretivos do ramo de ciências de defesa nacional e averiguou em detalhes o modo operacional do sistema de nova arma, que vai ser implantada para as operações, observando os processos preparatórios de disparo. Seguidamente, subiu ao posto de observação e dirigiu o disparo de demostração.

Nesta ocasião foram verificados novamente e de maneira satisfatória os índices da capacidade combativa do sistema do novo armamento tático.

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Ademais, como foi proposto, este disparo desata bastante inquietude e angústia entre algumas forças a que foi dirigido.

Kim Jong Un observou com muita atenção todo o curso de lançamento e disse que hoje puderam conhecer melhor a superioridade e a perfeição do sistema da arma.

Sobretudo, mostrou satisfação de que tenha podido confirmar pessoalmente e assegurar-se da capacidade de reação rápida com fogo deste sistema e as especificações da órbita de voo à baixa altura e do tipo saltante do projétil teleguiado tático, que não seria fácil de interceptar, e seu poder combativo.

“O desenvolvimento e a posse de tal sistema sofisticado tem a importância de grande acontecimento para o desenvolvimento de nossas forças armadas e a preservação da segurança militar do Estado”, ressaltou.

Ao explicar ao quadros acompanhantes e aos diretivos de ciências de defesa nacional a situação molestosa da parte Sul da Península Coreana, precisou que os equipamentos bélicos de último modelo, que introduzem agora os belicistas do círculo militar sul coreano apostando sua vida, são inocultáveis armas de ataque e não se pode justificar nem encobrir seu objetivo.

“Para preservar a segurança de nosso Estado, são a maior prioridade grande e atividade imprescindível os testes para o desenvolvimento contínuo e desdobramento de combate dos poderosos meios físicos capazes de reduzir à sucatas já no tempo inicial, se nos pareça necessário, essas armas que constituem ameaça iniludível para a segurança nacional”, enfatizou.

“Sob os olhares do mundo, as autoridades sul-coreanas manuseiam os documentos como declaração conjunta ou acordo orquestrando o ‘aperto de mãos da paz’, porém por trás das cortinhas tomam a conduta de padrão duplo fazendo coisas suspeitas como introduzir armas de ataque ultramodernas e empreender os exercícios militares conjuntos”, disse.

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“Sendo assim, estamos obrigados a desenvolver constantemente os sistemas de armas superpotentes para eliminar as ameaças potenciais e diretas sobre a segurança de nosso Estado que existem no Sul da Coreia”, ressaltou.

Ao ensinar aos quadros diretivos dos setores da indústria bélica e de ciências de defesa nacional o rumo de investigação dos importantes sistemas de armas estratégicas e táticas que se deve desenvolver um após o outro, planejou os meios para consolidar ainda mais as forças de autodefesa nacional.

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“Junto com a notícia do fogo de demonstração de poder de hoje, envio ao Sul (da Coreia) a mensagem de conselho de que o governante sul-coreano retome prontamente a postura correta como em abril e setembro do ano passado, ao parar as ações suicidas como a introdução de armas sofisticadas e os exercícios militares dando-se conta a tempo do perigo para as perspectivas de desenvolvimento da situação”, apontou.

“Embora lhe caia muito mal, o governante sul-coreano não deverá cometer o erro de ignorar a advertência remitida hoje de Pyongyang.”

Presenciaram o disparo Jo Yong Won, Ri Pyong Chol, Hong Yong Chil, Yu Jin, Kim Jong Sik, Ri Yong Sik e outros quadros do CC do PTC.

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Com informações de KCNA
Centro de Estudos da Política Songun – Brasil

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