Coreia realiza teste com míssil «Hwasong-12» sobre o Japão

A Coreia do Norte “comemorou” o 107º aniversário da trágica anexação da Coreia pelo Japão lançando um míssil que voou sobre o território japonês.

O Marechal Kim Jong Un, líder da República Popular Democrática da Coreia, dirigiu no dia 29 de agosto de 2017 um treinamento de lançamento com um foguete Hwasong-12, um míssil estratégico de alcance médio e longo das Forças Estratégicas do Exército Popular da Coreia. Na ocasião, estiveram presentes diversos outros oficiais e representantes do Exército e do Partido do Trabalho da Coreia. No local do teste, o Marechal Kim Jong Un foi recebido pelo General Kim Rak Gyom, comandante das Forças Estratégicas do EPC.
O evento não foi um simples lançamento de míssil. Foi um exercício militar em que foram mobilizadas as unidades de artilharia Hwasong, que se encarregam do dever de atacar as bases das tropas agressoras dos Estados Unidos na zona operacional do Oceano Pacífico e a arma principal utilizada foi um míssil de médio/longo alcance Hwasong de tipo 12.

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Como já está conhedido por todo o mundo, esse treinamento foi realizado como uma severa manifestação das forças armadas populares da Coreia contra o exercício militar conjunto “Ulji Freedom Guardian”, que é realizado entre a Coreia do Sul e os Estados Unidos e conta com a participação de milhares de soldados e vários países aliados. O lançamento de míssil realizado pela Coreia Juche foi uma importante advertência contra essa agressão.
O exercício de lançamento foi realizado com a combinação de mobilização e ataque inesperados para julgar e inspecionar as condições das Forças Estratégicas de reagirem rapidamente à tempo em caso de alguma emergência na Península Coreana, além de confirmar a capacidade da gestão prática do foguete balístico estratégico, equipado com uma poderosa ogiva nuclear.
Seguindo a ordem do Comandante Supremo, os militares realizaram pela primeira vez na História um lançamento na capital do Estado da Coreia, Pyongyang, no aeródromo do principal aeroporto do País.
O Marechal Kim Jong Un chegou na escuridão da madrugada ao local para observar os movimentos de manejo do foguete e colocação do mesmo em posição de ataque, analisando a rapidez de operação da plataforma de lançamento do Hwasong-12; o líder elogiou as rápidas e exatas manobras de operação dos militares.
Kim Jong Un examinou detalhadamente os planos de lançamento, a órbita de voo planejada, a zona marítima a ser atingida como alvo e deu a ordem de disparo em seguida.
Ao mesmo tempo, após a contagem de 5 segundos, o Hwasong-12 subiu imponentemente, demonstrando a dignidade da Coreia e poderio militar da potência nuclear do Juche, colorindo de vermelho o céu de Pyongyang.

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O míssil balístico voou segundo a órbita pré-estabelecida, cruzando o céu da Península de Oshima, da ilha de Hokkaido, no Japão, além de passar pelo Cabo Erimo, atacando em seguida com total exatidão a zona marítima demarcada como alvo no Oceano Pacífico do Norte. O disparo não colocou em risco a segurança dos países vizinhos, como errononeamente alertou a mídia ocidental.

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O míssil voou por aproximadamente 2.700 quilômetros, a maior distância já percorrida por um míssil norte-coreano em teste! Até então, todos os mísseis eram testados apenas no Mar do Leste da Coreia, mas dessa vez o projétil passou por cima do Japão e avançou para mais de 1.000 quilômetros além da costa japonesa.
Após receber a confirmação de que o Hwasong havia atingido o alvo com sucesso, o Marechal Kim Jong Un expressou grande satisfação e alegria. Ele disse que os militares responsáveis pela artilharia Hwasong já dominam totalmente o foguete, além de manejá-lo muito bem; prosseguiu dizendo que através desse teste eles adquiriram boa experiência para agir em condições reais de combate. O Marechal também destacou que essa simulação de ataque real é o primeiro passo da operação militar da Coreia no Oceano Pacífico e que tudo isso é um prelúdio muito significativo para manter a ilha de Guam dentro do raio de alcance do poder de fogo norte-coreano. A ilha de Guam é o posto avançado do imperialismo e é de onde provavelmente partiriam parte dos mísseis contra a Coreia em caso de guerra.
O camarada Kim Jong Un sublinhou também a necessidade da realização de muitos outros mais testes como esse, tendo como alvo o Oceano Pacífico, e a conversão das Forças Estratégicas em forças também combativas, passando por forte preparação e modernização para o combate real.
Ele também disse severamente que os Estados Unidos responderam militarmente contra a advertência da Coreia e, portanto, o povo coreano lança uma nova advertência militar; além disso, disse que esse teste é um ensaio para uma contra-medida resoluta contra as agressões conjuntas comandadas pelos EUA contra a Coreia Juche. Dessa vez, ele lembrou que o povo coreano não deve tratar com educação os EUA porque os imperialistas americanos agem descaradamente contra a soberania da Coreia.
No fim, expressou grande esperança e convicção de que os oficiais e soldados das Forças Estratégicas do Exército Popular da Coreia fortaleçam ainda mais a preparação de batalha e que preparem ataques surpresas para serem lançados a qualquer momento sem qualquer aviso prévio afim de deter as manobras militares agressivas dos imperialistas estadunidenses, garantindo a segurança da Pátria e a felicidade do povo.
Esse gigantesco e poderoso exercício militar não foi realizado no dia 29 de agosto sem nenhum motivo. Há 107 anos, em 29 de agosto de 1905, era assinado um tratado de anexação da Coreia pelo Império Japonês. A partir daí, por 40 anos, a Coreia viveu dias ensanguentados de vergonha e tragédia nacional, sob o bruto domínio colonial japonês. E justamente no aniversário de assinatura desse triste fato para o povo coreano, seu Líder Supremo, o Marechal Kim Jong Un, valentemente conduziu um teste que amedrontou o Japão e o mundo, mostrando a força da História e da luta popular, demonstrando que a situação agora é inversa e que o povo coreano jamais aceitará novamente qualquer intervenção externa. Os cruéis reacionários japoneses tremeram de medo e o lançamento do míssil, desde a capital da Coreia, foi uma forma de externalizar o rancor acumulado do povo coreano por mais de 100 anos. Por esse grande ato de coragem e patriotismo, os oficiais do Exército parabenizaram Kim Jong Un com grande alegria.
Os soldados envolvidos na operação juraram a si mesmos e ao Comitê Central do Partido do Trabalho da Coreia que irão cumprir a ordem e a missão sagrada de suas forças armadas nucleares, colocando-se na frente do combate final sagrado para destruir totalmente as forças ianques e imperialistas.
Nem a pressão internacional, nem sanções e nem ações militares provocadoras irão tirar a Coreia Socialista de seu caminho de independência, força, honra e socialismo!
Glórias às poderosas forças balísticas e nucleares dos operários e camponeses da Coreia!

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Vida longa ao Marechal KIM JONG UN!!!

MANSE!

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Com informações da Agência Central de Notícias da Coreia – KCNA

1.fw

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